segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Lista de tarefas online

agenda online, agenda virtual.
Com essa vida corrida e agitada que levamos hoje em dia, não é raro esquecermos de algum aniversário de amigo, de uma tarefa importante do trabalho ou até de passar no supermercado, não é mesmo? Por isso, muitas pessoas têm adotado o que chamamos de sistemas que gerenciam listas de "to do" (coisas a fazer, em inglês).


Uma excelente opção para essa tarefa é o site Remember The Milk, que traduzido, seria algo como "lembrar do leite". Esse site permite que você crie uma lista de tarefas a fazer.

registre-se-se no Remember The Milk

Apesar do nome em inglês, o site já está todo traduzido para o português do Brasil e é bastante simples de utilizar. Ele se integra com o Google Calendar, com o Twitter, com o celular e até com o Microsoft Outlook. Para usar os serviços, é só se cadastrar, gratuitamente, no site. Para isso, você pode inclusive utilizar a sua conta do Google, usando o seu Gmail.

Ele organiza as tarefas em "marcadores" (tags) que você pode incluir e excluir, já que alguns são padrão, como "trabalho", "estudo", "casa" e "pessoal".

E você? Como faz para gerenciar e principalmente lembrar de suas atividades? Usa uma agenda de papel mesmo? O Outlook ou Gmail?

Deixe seu comentário abaixo!

Clique para Acessar o Remember The Milk





Fonte: O Globo/Blogs

domingo, 26 de dezembro de 2010

5 mitos sobre a Apple

A maça mordida da Apple é o símbolo do pecado.
Como muitas outras companhias de tecnologia bem-sucedidas, a Apple é um magneto de mitos. Há uma razão simples para isso: a companhia baseada em Cupertino, na Califórnia, está envolvida por segredos. A mídia e os fóruns de mensagens da Internet estão repletos de rumores sobre o próximo produto a ser lançado pela Apple - um segredo guardado mais rigorosamente do que as mudanças nas tramas contidas no próximo romance de Dan Brown.


Placa no campus da Apple, em Cupertino, CalifórniaA mística cercando a companhia é tanto justificável quanto duramente merecida. A Apple foi fundada em 1976 e encontrou sucesso rapidamente com a invenção do computador pessoal Apple I. Contudo, foi o advento do Macintosh, em 1984, (e o clássico comercial de tevê que o lançou) que tornaria a Apple famosa.

Não duraria muito, porém: tensões entre o co-fundador Steve Jobs e o presidente e CEO John Sculley levariam à saída de Jobs no ano seguinte. Jobs não retornaria à Apple até 1997 - enquanto a companhia estava no meio de um pronunciado declínio.

O iMac mudou a maneira como o usuário via o computador domésticoEsse declínio pode ter sido fortuito, já que ninguém viu o iMac chegando. Ninguém previu o impacto revolucionário do iPod e do iPhone também. Como um resultado desses produtos insanamente bem-sucedidos, a Apple aguarda fielmente a conferência anual MacWorld como se Steve Jobs fosse um oráculo divino em vez de um homem de negócios extremamente inteligente com um guarda-roupa bastante limitado.

Apesar do status de astro de rock da Apple no mundo da tecnologia, ainda há muito que nós não sabemos sobre a companhia. Aqui nós desbancamos cinco mitos sobre a Apple, sem nenhuma ordem em particular.

1. A Apple vai cair fora do negócio

A maior piada que corre nos círculos tech é que a Apple está saindo de cena há 33 anos. Por décadas, ela foi a discrepância do mundo da computação pessoal, agarrando, sempre que podia, uma minúscula fatia do mercado dominado pela Microsoft.

iPhone 3GS, que calou de vez a boca dos críticos: a Apple vendeu 4 milhões de iPhones no último trimestre de 2008Muitos dos lançamentos de produtos da Apple foram recebidos com escárnio pela comunidade do jornalismo de tecnologia. Muito dessa irritação era direcionado ao Newton, o primeiro tablet PC com reconhecimento de escrita produzido comercialmente e que acabou sendo uma bomba comercial. Inovação pode ser custosa, e para alguns jornalistas, a Apple está sempre a um passo (falso) da falência

Como aconteceu recentemente em 2007. Críticos desprezaram o novo iPhone da Apple (e seu preço de venda) alegando que ele era "nada mais do que uma bugiganga luxuosa que teria apelo para alguns poucos maníacos por gadgets". No último trimestre de 2008 - vários meses depois da atual recessão - a Apple vendeu 4 milhões de iPhones, representando um aumento de 88% sobre o mesmo período do ano anterior.

O críticos também vêm predizendo há muito tempo que a Apple vai ser colocada para fora do mercado de hardware para computadores, forçada - em vez disso - a se focar em software e eletrônicos. Previsões recentes dizem que a Apple vai parar de fazer computadores Macintosh em 2010.

Nesse meio tempo, a Apple despachou 25% mais Macintoshs em maio de 2009 do que em 2008. Como comparação, o mercado de computadores pessoais em geral só aumentou a remessa em 1% sobre o mesmo período. Os Macs agora contam com sólidos 9% do mercado americano de PCs, comparados aos 6% de dois anos atrás.

Até os críticos mais duros da Apple encontrariam dificuldades para descobrir algo a que criticar sobre esses fatos.

2. Steve Jobs é a Apple. Ela não sobrevive sem ele

Steve Jobs é sinônimo do sucesso da Apple. Quando ele voltou para a companhia em apuros, em 1997, como CEO interino deois de ter sido expulso em um golpe do conselho e 185, ele liderou ao mítico ressurgimento da Apple que ainda continua até hoje.

Jobs é tech guru de jeans e camisa de gola rulê pretos que toma o palco da MacWorld todo ano para apresentar ao mundo alguns dos mais inovadores gadgets da computação e eletrônicos das últimas duas décadas, incluindo os originais iMac, iPod e iPhone.

Quando Jobs se afastou em janeiro de 2009 para uma ausência de seis meses devido a um sério - e não revelado - problema de saúde, o homem e sua companhia ganharam as manchetes do mundo todo. Seria possível à Apple sobreviver sem seu carismático gênio como CEO?

Steve Jobs: ele gera polêmica, tem crises de chefe carrasco, mas faz parte da história da informática.A maioria dos especialistas acreditam não haver dúvidas de que a Apple pode continuar sem Jobs. Por um motivo: é fácil esquecer o fato de que Jobs não concebeu ou projetou a maioria dos grandes hits da Apple. Jonathan Ives, vice-presidente sênior de desenho industrial, leva o crédito pelos iMacs originais, pela rodinha de navegação do iPod e pelo iPhone 3G. E todos aqueles memoráveis comerciais e campanhas de marketing da Apple? Você se lembra dos anúncios "Switch" e "Mac versus PC", que circularam nos EUA, mas ganharam o mundo na Internet? Eles foram cria de Phil Schiller, vice-presidente sênior de marketing global.

mais importante, a Apple de 2009 é muito diferente da Apple que Steve Jobs salvou em 1997. Graças a Jobs, a Apple tem visão clara, marca forte e uma legião de leais seguidores. Mesmo sem Jobs, a companhiaestá em solo seguro - ou tão seguro quanto as coisas acontecem na indústria de tecnologia - por um longo tempo ainda.

3. Computadores Mac e Windows são incompatíveis

Com todo o debate "Mac versus PC" acontecendo nos blogs, nos fóruns de discussão e nos comerciais de TV, é fácil assumir que computadores Mac e Windows são tão diferentes quanto são completamente incompatíveis.
MacBook Pro com Snow Leopard, totalmente compatível com Windows
É verdade que PCs Mac e Windows rodam sistemas operacionais diferentes. Macs usam o OS X, baseado em Unix, enquanto as máquinas Windows usam, bem, Windows. Mas isso não significa que os dois sistemas operacionais falam línguas completamente diferentes.

Para iniciantes, quase todas as aplicações de software comuns rodam tanto em Macs quando em Windows. Isso inclui o Microsoft Office (Word, Excel, PowerPoint e Outlook), a maioria dos grandes navegadores (Firefox e Safari - o Internet Explorer deixou de ser desenvolvido para Mac na versão 5), o Adobe Photoshop e até o iTunes. Isso quer dizer que usuários de Mac e PC podem compartilhar quase todo tipo de arquivo ou documento. E mais, Macs e PCs podem rodar facilmente na mesma rede doméstica ou corporativa.

Para usuários, as maiores diferenças entre os dois são cosméticas e semânticas. Um usuário de muito tempo de Windows pode olhar para um Mac e perguntar "Onde está o meun Iniciar? Por que as aplicações não fecham quando eu clico no X? Que diabos é o Finder?".

Parte da confusão vem de diferentes formas que os dois sistemas abordam menus. No Mac, o menu da principal aplicação está sempre no topo da tela, separada das janelas da aplicação ativa em si. Por isso, mesmo quando você fecha as janelas do navegador no Mac, a aplicação que você está usando ainda está rodando. Você tem de selecionar
"Quit" para fechar a aplicação completamente.

O grande lance é que você não tem nem mesmo de escolher entre Mac e PC mais: a Apple oferece uma aplicação chamada Boot Camp que permite que você rode Windows no seu Mac.

4. Os preços dos produtos da Apple não são muito altos

Esse é um mito perpetuado pelo talentoso departamento de relações públicas da Apple e repetido pelos zelotes da Apple em torno do mundo. A Apple não se esquiva do fato de que, em média, seus produtos custam mais que os similares feitos por outros fabricantes. Em vez disso, ela afirma que seus produtos são tão superiores que eles valem o preço cobrado.

A família de iPods: usuário paga caro pelo design e pela qualidade AppleCompare, se puder, a perfeição minimalista do iPod aos deselegantes tocadores MP3 de plástico que vieram antes dele. Considere a mágica do tela de toque intuitivo do iPhone e os confusos menis indicativos de outros smart phones. Você se lembra quando viu o primeiro iMac? Ele botou fim naquelas caixas beges, não colocou?

Claro que as pessoas estão motivadas a pagar um pouco mais por um design superior e por uma experiência de usuário mais satisfatória. Mas quanto mais elas estão dispostas a pagar? Você não pode colocar um preço no estilo, mas pode dar preço ao hardware.

Quando você compara um MacBookPro com um latop Dell com as mesmíssimas especificações de hardware, o Mac custa cerca de R$ 2.000 a mais. Vale a pena pagar mais de 50% pelo MacBook só para colocar as mãos no Mac OS X? A Microsoft chama isso de "Imposto Apple". A Apple chama isso de apenas mais um mito.

5. A Apple é amiga do código aberto

No folclore da computação, a Microsoft é a besta monopolista que esmaga as aspirações criativas e empreendedoras de pequenos desenvolvedores de código aberto (ou não proprietário). a Apple, por outro lado, é um dos mocinhos. Isso bem pareceria verdade, já que o OS X está construído sobre a o kernel do FreeBSB, escrito pela comunidade open source, e o Safari usa a tecnologia de código aberto chamada Webkit.
Open Source significa Código Aberto
A ironia é que a Apple, a amiga do código aberto, é agora vista por muitos especialistas em eletrônica como mais proprietária que a Microsoft. A reclamação, ecoada por muitos desenvolvedores de software de código aberto, é que a Apple constroi seus produtos usando a melhor tecnologia open-source existente e em seguida os fecha para o público atrás de caixas plásticas hermeticamente seladas e equipes de advogados.

Por exemplo, os advogados da Apple recentemente pressionaram um pequeno grupo de programadores Linux a parar as discussões online sobre engenharia reversa do iTunes para descobrir como fazer o Ipod funcionar com outro software que não o iTunes. A Apple diz que isso é ilegal.

A empresa quer apenas que o iPod funcione com o iTunes e que os usuários do iPhone apenas baixem novos aplicatibos através de sua própria App Store. Isso é altamente frustrante para desenvolvedores que têm de vencer a instável aprovação da Apple antes que eles possam distribuir seu software a milhões de consumidores receptivos.

Em um caso recente, a Apple rejeitou um leitor de e-book para o iPhone porque ele poderia acessar uma versão em texto do Kama Sutra - com ilustrações - e o navegador Safari embutido no iPhone já tinha essa capacidade. A Apple também foi à Justiça contra uma empresa de tecnologia da Flórida depois que esta tentou vender computadores baratos com partes de PCs comuns que rodavam OS X.

Fonte: HowStuffWorks - Informática

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

As 10 celebridades mais convencidas da web

Na web, ninguém lhe ouve gritar, mas ninguém pode te impedir de fazer barulho em seu blog.
Em um mundo sem as tradicionais limitações de tempo, espaço ou de uma folha de papel e um editor, muitos escritores com um certo “excesso de auto-estima” aproveitam para comentar sobre o que querem, quando querem, na esperança de que milhões de leitores fieis leiam. Alguns convencidos, porém, acabam mesmo por conquistar uma legião de fãs. Veja a lista dos 10 principais “convencidos” do mundo online.


Robert Scoble 1. Robert Scoble ( http://scobleizer.com ) Scoble é um mestre na arte de dizer nada sobre absolutamente qualquer coisa. Um dos últimos artigos em seu blog era o seguinte: “I don’t feel safe with Wordpress, hackers broke in and took things” (Não me sinto seguro com o Wordpress, hackers invadiram e levaram coisas, em tradução literal). Atualmente, ele entrevista vários executivos de internet, o que não o impede de fazer comentários sobre qualquer assunto relacionado com tecnologia. Ele também tem a fama de ser um incômodo em vários eventos de tecnologia e sua presença faz com muitas pessoas corram para o bar ou para o buffet.



Michael Arrington 2. Michael Arrington ( http://www.techcrunch.com ) Arrington construiu um notável império blogando sobre as notícias do Silicon Valley (Vale do Silício) e frequentemente publicava notícias na frente de todo mundo, além de acompanhar companhias que até então não interessavam a ninguém. Hoje, toda a blogosfera acompanha o que ele tem a dizer.
Arrington, porém, parece não estar satisfeito com o tamanho de seu império. Se ele desconfia de que não recebe atenção suficiente, cria uma história. No verão de 2008, por exemplo, ele se impôs um exilo, citando ameaças de morte e se escondeu na casa de seus pais por uma semana.
No mês passado, uma corte britânica considerou Arrington culpado dos crimes de difamação e “prolongado assassinato de caráter”, que levaram o executivo a ser banido da Inglaterra. Claro, ele se recusou a se defender das acusações.



John C. Dvorak 3. John C. Dvorak ( http://www.dvorak.org/blog )
John C. Dvorak é uma personalidade que escreve sobre computadores antes mesmo de eles terem sido inventados. A biografia oficial do jornalista indica que ele escreveu mais de 4 mil artigos, um número relativamente pequeno, quando comparado com sua onipresença.
Com suas milhões de palavras escritas, Dvorak enterrou praticamente todas as companhias e produtos da indústria de tecnologia - algumas com uma certa prematuridade. Por exemplo, ele disse que o iPhone era um “desastre” meses antes de o produto chegar às lojas (e se tornar um sucesso). Recentemente, ele usou cerca de mil palavras para argumentar que o Windows 7, próximo sistema operacional da Microsoft, é uma porcaria.
É uma pena, porém, que algumas companhias continuem dando espaço para ele publicar seus artigos. Pior que isso: ele também consegue um espaço na TV (ou pelo menos em vídeo online). No programa Cranky Geeks, ele convida três especialistas de tecnologia para comentar sobre assuntos relevantes da indústria, apenas para poder ficar interrompendo os entrevistados e mudar para um assunto que considera mais interessante, mas que na verdade é completamente irrelevante e chato.




Jason Calacanis 4. Jason Calacanis ( http://calacanis.com )
Jason Calacanis é um empreendedor da web que fez fortuna construindo pequenas empresas digitais para então vendê-las para grandes companhias. Seu maior acerto foi vender o Weblogs (junto com Engadget, popular site de tecnologia) para a America Online por 25 milhões de dólares. Sua última aposta é o Mahalo.com, mecanismo de busca que tem o apoio de conhecimento humano em sua base de dados.
Claro, Calacanis não está satisfeito em ser um milionário. Ele também precisa ficar alardeando seus fatos de todas as maneiras (incômodas) possíveis: em seu blog, no Twitter, no Facebook, no Flickr... Um mestre da autopromoção, Calacanis dificilmente passa um dia sem publicar alguma coisa sobre sua vida - seja algo relacionado ao Mahalo.com ou fotos de infância e até mesmo vídeos de seus buldogues de estimação.



Arianna Huffington 5. Arianna Huffington ( http://www.huffingtonpost.com )
Arianna Huffington (nascida Arianna Stassinopoulos, em 1950) é uma máquina de publicação de notícias políticas. Seu site, o “The Huffington Post” é um dos principais endereços da web sobre notícias com viés liberal. Claro, Arianna também faz questão de escrever editoriais sobre qualquer assunto político que possa despertar alguma polêmica. Nos últimos tempos, no entanto, ela tem escrito menos, o que não quer dizer que sua influência tenha diminuído. Toda essa fama não a impediu de ser processada por plágio.




Mark Cuban 6. Mark Cuban ( http://blogmaverick.com )
Além do humilde nome, o blog de Mark Cuban também é conhecido pelo ego de seu autor, que deve ser ainda maior que seu extrato bancário. Cuban criou o endereço Broadcast.com e o vendeu para o Yahoo por bilhões de dólares. Depois, ele comprou um time de basquete, que, por coincidência, se chama Mavericks. Em seu blog, ele escreve sobre diversos assuntos sobre negócios e tecnologia e a maioria dos textos trazem conselhos imprescindíveis para ele e seus colegas bilionários.




Dave Winer 7. Dave Winer ( http://www.scripting.com )
Depois de décadas brincando com startups de tecnologia que você nunca ouviu falar, Winer conseguiu estar no lugar certo quando a web estourou, na década de 90. Mesmo sendo um pioneiro do mundo online e tendo inventado o RSS (tecnologia que avisa quando uma página foi atualizada e ajudou na disseminação dos blogs), Winer teve seus momentos de histeria. Como quando ele fechou o Weblogs.com, serviço gratuito de blogs, e deixou milhares de usuários sem acesso a suas páginas, mesmo que temporariamente.



Jim Goldman 8. Jim Goldman ( http://www.cnbc.com/id/15837640 )
O presunçoso comentarista da CNBC é o único sujeito no Sillicon Valley que veste um terno e gravata e não entende a piada. Sempre traz informações sobre as empresas de tecnologia, frequentemente passadas por “uma fonte dentro da companhia”. Melhor momento: se achar um “especialista” em Apple e ser massacrado verbal e publicamente pelo Fake Steve Jobs por notícias incorretas sobre a empresa da maçã.





9. Paul Thurrot ( http://www.winsupersite.com )
Quer saber o que significa a linha de número 2.874 do Registro do Windows? Paul Thurrot tem a resposta. Ela está escondida dentro de um post dividido em sete partes dentro de seu blog (com capturas de tela, pra facilitar o trabalho). Mas o principal mérito de Thurrot é escrever posts contra qualquer pessoa que ouse criticar o Windows.






David Coursey10. David Coursey
( http://www.pcworld.com/businesscenter/blogs/tech_inciter.html )
Mais esperto que todos (ou pelo menos é assim que ele se vê), Coursey fala sobre qualquer assunto - de tecnologia ou não - enquanto expõe seu conhecimento superior, da arquitetura do iPhone até a interpretação da primeira emenda da Constituição dos Estados Unidos. Apesar de ser um convencido de marca maior, ele trabalha para a PC World norte-americana e, por isso, vamos dar um desconto para ele.




Fonte: IDG Now!

03 brasileiros entre os 20 mais influentes do Twitter

Paulo Coelho é mais influente no Twitter que Barack Obama.
O escritor Paulo Coelho, autor de livros como O Alquimista, é a segunda personalidade mais influente do Twitter, perdendo apenas para o astro adolescente Justin Bieber. Outros dois brasileiros aparecem entre os 20 mais influentes da rede social: Federico Devito, que ficou conhecido por ser um dos “colírios” da revista Capricho e José Serra, candidato derrotado à Presidência da República neste ano. O resultado é de uma pesquisa feita pela consultoria Klout a pedido da revista norte-americana Forbes.

Paulo Coelho ficou à frente de pessoas como o dalai-lama, líder espiritual do budismo tibetano, a cantora Lady Gaga e Barack Obama, presidente dos Estados Unidos.

Para chegar a esse resultado, a Klout levou em conta fatores como influência, o que é basicamente a medida do impacto de “opiniões, links e recomendações” da pessoa na rede social. Cada personalidade recebeu uma nota, que foi baseada em 35 fatores, como numero de seguidores e retuítes (quando a mensagem é replicada por outros usuários na rede social).

Bieber recebeu nota cem, enquanto o escritor brasileiro ficou com 96. Joe Jonas, da banda Jonas Brothers, ficou em terceiro lugar, com 92.

Veja abaixo a lista completa:

01. Justin Bieber (cantor): twitter.com/justinbieber
02. Paulo Coelho (escritor): twitter.com/paulocoelho
03. Joe Jonas (músico): twitter.com/joejonas
04. Kanye West (cantor): twitter.com/kanyewest
05. Dalai-lama (líder espiritual): twitter.com/dalailama
06. Nick Jonas (músico): twitter.com/nickjonas
07. Lady Gaga (cantora): twitter.com/ladygaga
08. Conan O'Brien (apresentador de TV): twitter.com/conanobrien
09. Diddy (rapper): twitter.com/iamdiddy
10. Hayley Williams (vocalista do Paramore): twitter.com/yelyahwilliams
11. Barack Obama (presidente dos EUA): twitter.com/barackobama
12. Kim Kardashian (modelo): twitter.com/kimkardashian
13. Tyrese Gibson (cantor): twitter.com/tyrese
14. Federico Devito (modelo): twitter.com/federicodevito
15. José Serra (político): twitter.com/joseserra_
16. Ellen DeGeneres (comediante): twitter.com/theellenshow
17. Angela Simmons (empresária): twitter.com/angelasimmons
18. Katy Perry (cantora): twitter.com/katyperry
19. Roger Ebert (crítico de cinema): twitter.com/ebertchicago
20. Rick Warren (pastor): twitter.com/rickwarren

Fonte: R7 - Tencnolgia Ciência

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

'Avatar' é o filme mais baixado na internet em 2010

cinema,
"Avatar", o filme de maior bilheteria da história, é também o filme mais baixado de 2010 na internet, com mais de 16 milhões de downloads, segundo o site especializado TorrentFreak. A obra de James Cameron, que arrecadou cerca de US$ 2,8 bilhões no mundo todo desde sua estreia nos Estados Unidos em 18 de dezembro de 2009 registrou 16,5 milhões de downloads este ano através da tecnologia bit torrent (P2P). O dado representa um aumento de 33% em relação ao filme mais baixado de 2009, que foi "Star trek", com pouco menos de 11 milhões de downloads.


Na lista deste ano, após "Avatar", estão "Kick ass - quebrando tudo", de Matthew Vaughn, com 11,4 milhões de downloads; "A origem", de Christopher Nolan, com cerca de 10 milhões; "Ilha do medo", de Martin Scorsese, com quase 9,5 milhões, e "Homem de ferro 2", com 8,8 milhões.

A lista das dez obras mais baixadas é completada por "Fúria de titãs", de Louis Leterrier, com algo mais de 8 milhões de downloads; "Zona verde", de Paul Greengrass, com 7,7 milhões; "Sherlock Holmes", de Guy Ritchie, com 7,1 milhões; "Guerra ao terror", de Kathryn Bigelow, com 6,8 milhões; e "Salt", de Phillip Noyce, com 6,7 milhões.

"Guerra ao terror" venceu o Oscar de Melhor Filme na última cerimônia de gala do prêmio da Academia de Hollywood.

Veja abaixo a lista completa, com os filmes acompanhados de suas respectivas bilheterias mundiais:

01) "Avatar" - 16,5 milhões (US$ 2,8 bilhões)
02) "Kick ass: quebrando tudo" – 11,4 milhões (US$ 96,1 milhões)
03) "A origem" – 9,72 milhões (US$ 825,4 milhões)
04) "Ilha do medo" – 9,49 milhões (US$ 294,8 milhões)
05) "Homem de ferro 2" – 8,81 milhões (US$ 621,7 milhões)
06) "Fúria de titãs" - 8,04 milhões (US$ 493,2 milhões)
07) "Zona verde" – 7,73 milhões (US$ 94,8 milhões)
08) "Sherlock Holmes" - 7,16 milhões (US$ 523 milhões)
09) "Guerra ao terror" – 6,85 milhões (US$ 48 milhões)
10) "Salt" - 6,7 milhões (US$ 175,1 milhões)



Fonte: G1 - Pop & Arte

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Lições dos novos heróis e vilões de 2010

Wikileaks e Stuxnet foram dois protagonistas de 2010, que vêm reforçar a necessidade de práticas robustas em segurança da informação.
Wikileaks e Stuxnet. Tiveram efeito direto dois fatos que foram notícia no final de 2010 no mundo corporativo. O primeiro está chacoalhando as relações internacionais, o jornalismo e, talvez, a própria história. O segundo, um pouco mais discreto, teve impacto extremamente destrutivo no seu alvo, segundo especialistas. As notícias sobre o Stuxnet não tiveram a mesma repercussão que o vazamento dos arquivos da diplomacia norte-americana, mas evidenciaram a materialização de um cenário tomado das páginas da ficção científica. É difícil escrever sobre um assunto ainda coberto de mistérios, que nunca serão esclarecidos.

O verme Stuxnet, de micro em micro, contaminou milhões de equipamentos em todo o mundo, até atingir o seu alvo. Em algum lugar do deserto da Pérsia, nas profundezas de uma usina clandestina de enriquecimento de urânio, encontrou os equipamentos da Siemens para os quais fora concebido. Neles instalado, interferiu nos processos até que os danificasse em maior ou menor grau. Equipamentos semidestruídos ou urânio perdido, pouco importa. A intenção era atrasar os planos de Ahmadinejad. O Irã e o grupo alemão jamais admitirão a amplitude dos estragos.

Desconhecemos o quanto foi investido na criação do Stuxnet, porém o caminho está aí. Confirmando-se o alerta dos nossos colegas especialistas em segurança, o maquinário fabril é tão vulnerável como qualquer PC. A exposição às ameaças externas aumentou exponencialmente, à medida que integramos sistemas industriais e administrativos numa única rede. Hoje, o Irã é o vilão. Os criadores do Stuxnet, os heróis. Nada garante que os papéis não se invertam e tenhamos sabotagens de instalações pacíficas de qualquer Estado ou corporação.

Enquanto o Stuxnet é um belo exemplo da ameaça que vem de fora, o Wikileaks ilustra o risco que vem de dentro. O próprio site anunciou que os próximos furos virão do mundo corporativo. Seria fácil dizer “quem não deve não teme” ou “transparência é bom e a gente gosta”, entretanto qualquer organização tem um estoque de informações sensíveis, que merece proteção.

Os ecos do Wikileaks originarão uma grande corrente de vazamentos seletivos, em nome da transparência. Com a crise econômica do primeiro mundo, o uso político dessas informações é um estímulo adicional. Aqueles que deixaram vazar informações são vistos como heróis na luta contra o “sistema”. Viveremos a apologia do vazamento.

Se aprendemos, a duras penas, a nos proteger dos ataques externos, a prevenção da fuga de informações, intencional ou acidental, é um desafio muito maior. Esqueça aquele dossiê sobre a transação sigilosa em Cayman. Existe uma infinidade de dados sensíveis que deveriam ser guardados a sete chaves. Assuntos do dia a dia como a relação de clientes, os preços, as receitas dos produtos e os projetos técnicos, entre tantos outros.

Proteção da informação não se resolve com software ou hardware mágicos. Até por que, o que não sai pela internet, sai por papel, por telefone ou pelo meio mais primitivo que conhecemos - e nem por isso menos eficaz - a conversa entre dois seres humanos. A única solução passa pela governança, pela segregação de funções, pelas políticas de acesso às informações e transações, pela prática de administração de dados e muita educação em segurança. Um trabalho para muitos e por muitos anos.

Wikileaks e Stuxnet foram dois protagonistas de 2010, que vêm reforçar a necessidade de práticas robustas em segurança da informação, sem dúvidas, uma das prioridades mais constantes na agenda do CIO nos últimos anos.

Fonte: CIO

O Google fará grandes investimentos no Brasil em 2011

Com certeza 2011 chegará com tudo. E, se depender do Google Brasil, as surpresas estão garantidas e em vários níveis.
O Google está em ebulição na América Latina. A versão verde e amarela da gigante de Mountain View, a principal operação da região, demonstra estar cada dia mais preparada para enfrentar os concorrentes e impulsionar a empresa junto ao crescente mercado brasileiro.


Uma prova deste verdadeiro “PAC” – brincando com o plano de desenvolvimento do governo brasileiro – esteve nas palavras de Alexandre Hohagen, Presidente do Google para a América Latina, ao revelar um crescimento de 85% do Google Brasil neste ano, uma performance muito elogiada pelos principais CEOs da companhia, mais especificamente por Eric Schmidt.

“Se você perguntar para a diretoria executiva, qual a operação atual mais importante para o Google, com certeza eles dirão que é a América Latina. Não tenho a menor dúvida”, disse Hohagen, durante um Happy Hour no escritório de São Paulo, que contou com a presença dos principais veículos da imprensa e da internet.

Similar aos números do Google Brasil, o crescimento do Google na América Latina chegou a aproximadamente 80%, um número também surpreendente, e que destaca a rápida recuperação da empresa após sofrer com os efeitos diretos da recessão americana.

Escritório do Google em São Paulo.
Para continuar avançando com todo este sucesso, o Google Brasil anuncia que vai expandir seu quadro de colaboradores em 2011. Atualmente, para conseguir absorver novos funcionários, os escritórios de SP e BH estão perdendo seus espaços de lazer para dar vazão às novas mesas, metas, e longos dias de trabalho.

Fontes ouvidas por esta coluna confirmam a situação. “A cada dia, tem sido mais raro ver os funcionários com tempo de lazer. Muitos estão sobrecarregados. Com todo esse esforço, as metas estão sendo atingidas em todas as áreas”, menciona nossa fonte, que pediu para não ser identificada.

Outra expansão nos investimentos também deve atingir a América Latina. O Google estuda abrir um escritório no Panamá para cuidar da América Central, e outro em Porto Rio, para a região do Caribe”, disse Hohagen.

O executivo evitou dar detalhes, mas o Google planeja um investimento de grande porte, potencialmente no Brasil. Com a demanda cada vez maior, gerada a partir do crescimento dos produtos de computação em nuvem, a necessidade de um Data Center na América Latina tem sido cada vez mais discutida como uma válvula importante para abastecer o tráfego do país de forma garantida e escalonada.

“É impossível um país como o nosso, com o nosso tráfego web, não ter algum tipo de infraestrutura, principalmente quando se pensa em nuvem”, disse Hohagen, ao ser questionado sobre como a empresa espera oferecer disponibilizar produtos ao mercado corporativo, e oferecer qualidade no acesso aos dados.

Os investimentos não param por aí. A empresa também promete expandir sua presença no entretenimento online. Um dos primeiros eventos, o YouTube Live Sertanejo, obteve mais de 5 milhões de views, e contou com o patrocínio da Skol.

Para aproveitar melhor a presença do público, e oferecer interatividade junto aos artistas, a iniciativa agora será expandida também ao Orkut. O início à esta nova fase já foi anunciado pelo Google: será a transmissão de uma entrevista interativa no próprio orkut com a cantora Ivete Sangalo, diretamente do Madison Square Garden, em Nova Iorque.

Outra presença forte do Google no Brasil é o Android. Embora as fabricantes sejam apontadas como um grande problema (atraso na entrega de atualizações), a plataforma tem obtido uma grande aceitação pelo público, resultando em grandes vendas como ocorreu com o Samsung Galaxy S.

Em resposta à atratividade dos consumidores brasileiros, o Google Brasil adiantou, no último mês de outubro, a implemetação das funcionalidades de busca por voz e navegação em mapas por GPS. A novidade agora fica por conta da possível chegada do Google Nexus S no primeiro trimestre de 2011.

Investimentos, aliados algumas vezes a aquisições, ajudam na manutenção da inovação que as empresas precisam obter junto ao mercado, principalmente aquelas que trabalham em segmentos onde as novidades estão diretamente conectadas a fatores de mudanças comportamentais e culturais.

Da mesma forma que o Facebook e o Twitter, o Google é hoje uma empresa que precisa manter sua presença valorizada e em constante atualização. Para isto, seus negócios devem ter, como foco, a busca de experiências que habilitem seu público a conhecer novas percepções.

Na internet, há um ditado profissional que diz: “que quem deixa de inovar, anuncia prematuramente seu próprio fim”. A equipe do Google, porém, especialmente na América Latina, tem trabalhado para implantar os projetos de formas diferentes dos outros escritórios e tem frequentemente recebido elogios da alta cúpula.

Com certeza 2011 chegará com tudo. E, se depender do Google Brasil, as surpresas estão garantidas e em vários níveis.

Fonte: TechTudo

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