quarta-feira, 9 de março de 2011

Como esquecer uma música ruim

Desescute traz uma solução simples e baseada nos mais recentes estudos científicos sobre Impregnação Melódico-Cerebral: A substituição de uma música ruim, por uma outra pior ainda! (ou melhor!).
Quem nunca passou o dia inteiro cantarolando uma música que detesta só porque ouviu um pedaço da melodia na televisão, no rádio ou de um amigo que fez questão de lembrá-lo daquela canção que você detesta? Enquanto os cientistas não desenvolvem um remédio para desgrudar músicas que você acha ruim da sua cabeça, uma boa alternativa pode ser o site em português Desescute e sua proposta inusitada.


Como o próprio site informa, com muito humor, o "Desescute é um website de utilidade pública", que "traz uma solução baseada nos mais recentes estudos científicos sobre Impregnação Melódico-Cerebral: nós substituímos uma música chiclete em seu cérebro por outra ainda pior". Aparentemente, a solução não parece das melhores, mas na lista de "pílulas" do Desescute no Groveshark, site de compartilhamento de música online, o internauta pode acabar encontrando músicas que não considera tão grudentas assim. A playlist é bastante eclética.

Site Desescute
O Desescute traz uma solução simples e baseada nos mais recentes estudos científicos sobre Impregnação Melódico-Cerebral: A substituição de uma música ruim, por uma outra pior ainda! (ou melhor!)


Este sim é o verdadeiro efeito colateral, sai uma músiquinha e entra outra em sua cabeça. Acesse o desescute e ouça uma enorme quantidades de músicas para esquecer tantas outras músicas.

Fonte: Mais Brasília

terça-feira, 8 de março de 2011

Como recuperar o celular molhado

Coloque o celular em um pote e cubra-o com arroz cru. Parece besteira, mas funciona.
Acontece com todo mundo: uma tempestade inesperada ou um gesto descuidado e “chuá!”, seu celular toma aquele banho! E a não ser que você tenha um modelo especialmente resistente a líquidos e outros acidentes (como o Motorola Defy), isso pode ser fatal. Mas você pode ao menos tentar salvar o aparelho, veja como. Você também pode tentar estas dicas com pequenos gadgets como câmeras digitais e MP3 Players.

1. Desligue, JÁ!
Se seu celular for molhado, não importa o líquido, a primeira providência é desligá-lo. E não estou falando de “apertar o botão de força por dois segundos, esperar aparecer a janelinha, clicar em desligar e esperar mais cinco segundos”. Arranque a bateria o mais rápido que puder, cada segundo conta. Se o líquido conseguir criar um “curto” entre dois ou mais pontos da placa de circuito e ela estiver energizada, isso pode ser fatal.

2. Deixe escorrer
O celular estava sobre a mesa, com o teclado para cima, e o líquido caiu sobre ele? Vire-o com o teclado para baixo e deixe todo o líquido escorrer.

3. Seque bem
Pegue um pedaço de pano absorvente ou toalhas de papel e seque bem o aparelho. Seque todos os cantos que conseguir. Isso não vai eliminar a água que já está dentro dele, mas irá eliminar o excesso que ainda poderia se infiltrar.

4. Consiga um pouco de arroz
Coloque o celular em um poteColoque o celular em um pote e cubra-o com arroz cru. Parece besteira, mas funciona. O arroz irá absorver a umidade, ajudando a secar o aparelho mais rapidamente. Sílica gel (aqueles cristaizinhos transparentes encontrados em saquinhos dentro de eletrônicos) cumpre o mesmo papel, mas arroz é muito mais barato e fácil de encontrar. Deixe o celular dentro do arroz por 24 horas.

5. Evite o sol
Há pessoas que colocam o aparelho diretamente sob a luz do sol para secar. Isso pode piorar a situação, especialmente com o calorão do verão. Um sol de 40 graus por duas horas pode causar danos ao LCD, “estufar” a bateria e até mesmo amolecer peças plásticas ou o adesivo que as mantém no lugar. O mesmo vale para secadores de cabelo. Evite.

6. Respire fundo e... faça o teste
Depois de um dia tire o celular de dentro do arroz, limpe-o bem, verifique se todas as peças estão mesmo secas, recoloque a bateria e tente ligá-lo. Se você agiu rápido, há boas chances dele funcionar. Se não, corra pra assistência técnica mais próxima. E na próxima vez, invista em uma capinha para proteger o aparelho.

Fonte: IDG Now!

segunda-feira, 7 de março de 2011

Características técnicas dos processadores Intel Core i3, i5 e i7

A era dos múltiplos núcleos chegou para ficar e com ela surgiram muitas dúvidas. Conheça hoje os detalhes dos novos processadores da Intel  nesta postagem.
A tecnologia avançada na área de hardware possibilita um avanço desenfreado nos processadores, o que faz o usuário ficar cada vez mais perdido em meio a tantas opções e novidades. Você certamente já deve ter ouvido falar ou até mesmo experimentado um computador dotado dos novos processadores da Intel, porém já sabe as diferenças entre os novos modelos da maior fabricante de CPUs?


Esta postagem visa abordar de uma forma compreensível as especificações, capacidades e recomendações de uso sobre cada um. Obviamente, o post serve para qualquer usuário que esteja buscando conhecimento e informações gerais, mas também é voltado àqueles que pretendem adquirir um novo CPU.

Intel Core i3, i5 e i7


Conheça o Intel Core i3

Como todos já devem saber, a Intel lançou três modelos de processadores diferentes. Cada um possui um foco, pois existem usuários com interesses distintos. O Intel Core i3 é a linha de CPUs voltada aos menos exigentes. Por pertencer à nova linha Core, o i3 traz dois núcleos de processamento, tecnologia Intel Hyper-Threading (que possibilita a realização de mais tarefas), memória cache de 4 MB compartilhada (nível L3), suporte para memória RAM DDR3 de até 1333 MHz e muito mais.

Achou pouco? O Core i3 tem mais segredos na manga

Intel Core i3Os CPUs da linha Core i3 parecem fracos, contudo eles vieram para substituir a antiga linha Core2Duo. Qualquer Core i3 vem equipado com um controlador de memória DDR interno (o que já ocorre há muito tempo nos processadores da AMD), um controlador de vídeo integrado — Intel HD Graphics que opera na frequência de 733 MHz — e o suporte para utilização de duplo canal para memória RAM (o que significa que as memórias trabalham aos pares).

Tecnologia Intel Hyper-Threading

Em uma época em que os processadores de múltiplos núcleos estão dominando, a Intel decidiu criar modelos que pudessem simular uma quantia ainda maior de núcleos. Se você for analisar que os CPUs da linha Core i3 possuem apenas dois núcleos, pode imaginar que eles não durem muito mais. Contudo, com a utilização da Intel Hyper-Threading, os processadores i3 “ganham” dois núcleos a mais.

Quem já possui um Intel Core i3 deve ter reparado que o Windows detecta quatro núcleos, contudo esse artifício da duplicação dos núcleos não significa muito. E quem pensou que o i3 realmente trabalharia como um processador de quatro núcleos se enganou completamente. Para perceber a diferença entre um processador de quatro núcleos e outro de dois, basta comparar os resultados em desempenho.

Por exemplo, se você colocar um Core i3 ao lado de um Intel QuadCore, não há dúvidas de que o QuadCore terá um desempenho muito maior (em qualquer atividade). Claro que isso não significa que a nova tecnologia não serve para nada, muito pelo contrário. A Intel Hyper-Threading é ideal para momentos em que você precisa efetuar várias atividades simultaneamente. Essa tecnologia serve para que um núcleo consiga realizar duas atividades ao mesmo tempo, daí o motivo pelo qual a tecnologia, supostamente, faz os núcleos dobrarem em quantidade.

O que o i3 consegue realizar?

Tudo o que você quiser. Este processador de dois núcleos mostra-se uma excelente opção para qualquer tipo de atividade. Obviamente ele não é o mais rápido no que faz, mas vai ser muito difícil você encontrar um programa ou jogo que não seja executado com um Intel Core i3.

Troque sua placa-mãe

O Core i3 chegou ao mercado de hardware faz muito pouco tempo, mas desde que apareceu complicou muito a situação para os usuários que gostariam de comprar um modelo da nova linha de processadores. Os modelos da linha Intel Core i3 utilizam um novo soquete (encaixe na placa mãe), fator que forçou as montadoras a criarem placas exclusivas para eles. Conhecido como socket LGA 1156, esse novo tipo de soquete será utilizado para os processadores Intel Core i3, i5 e pelos novos i7.

Placa-mãe Asus P7P55D Deluxe com soquete LGA 1156
Placa-mãe Asus P7P55D Deluxe com soquete LGA 1156


Dois modelos disponíveis

A Intel optou por restringir a linha de processadores de baixo desempenho, por isso criou somente dois para a linha Intel Core i3. Abaixo você confere as diferenças entre eles e também visualiza uma lista com todas as tecnologias que ele dispõe para aumentar o desempenho do seu PC.
Os dois modelos disponíveis do processador Intel Core i3

Quero comprar um

Os processadores das linhas Intel Core são lançamentos, portanto quem deseja optar por uma dessas novidades deve preparar o bolso. Caso você tenha interesse em um Intel Core i3, o gasto não é tão absurdo, mas certamente o custo total do computador pode ser desencorajador. O Intel Core i3 530 e o Core i3 540 pode ser adquirido por um preço bem em conta aqui.


O Intel Core i5 é o intermediário

Enquanto o i3 fica responsável por atender aos usuários menos exigentes, o Intel Core i5 é encarregado de suprir as necessidades do mercado de porte intermediário, ou seja, aqueles mais exigentes que realizam tarefas mais pesadas. Disponível em modelos de dois ou quatro núcleos, os CPUs da linha i5 possuem até 8 MB de memória cache (nível L3) compartilhada, também utilizam o soquete LGA1156, controlador de memória DDR integrado, tecnologia Intel Hyper-Threading, tecnologia Turbo Boost e muito mais.

Intel Core i5: um processador intemediário de alta velocidade
Intel Core i5: um processador intemediário de alta velocidade


O que é e para que serve a tecnologia Turbo Boost?

A tecnologia Turbo Boost da Intel promete aumentar a velocidade do processador automaticamente. Segundo o site da Intel, esta tecnologia é inteligente e trabalha 100% do tempo verificando frequência, voltagem e temperatura do processador. Ao notar uma baixa em um dos valores-padrão utilizados pelo CPU, este novo recurso aumenta a frequência e consegue um desempenho muito maior em qualquer aplicação.

Imagine que a temperatura do processador está abaixo do esperado e você deseja aumentar a velocidade. Com a utilização da tecnologia Turbo Boost você não precisa se preocupar, porque o seu Intel Core i5 vai alterar a frequência ou a voltagem do CPU sem sua permissão e logo você verá um aumento significativo em desempenho. Falando especificamente dos modelos i5, há a possibilidade de um aumento de até 800 MHz na velocidade

Detalhes dos modelos atuais do Core i5

Enquanto a linha i3 possui apenas dois processadores para atender aos usuários, a série Core i5 conta com seis modelos diferentes. Abaixo a tabela para você conferir as características técnicas de cada processador desta série, confira:

Os modelos disponíveis do processador Intel Core i5

Quanto custa?

Se você já achou o Core i3 caro, então se prepare para o valor cobrado pelos processadores da linha i5. Os processadores mais fracos (Intel Core i5 650) da linha i5 têm os preços mais baixos e os mais robustos (Intel Core i5 750) são um pouco mais caros. Confira aqui.

Vale o investimento? Do que o Intel Core i5 é capaz?

Investir tanto num processador e numa placa-mãe pode ser um desperdício de dinheiro em alguns casos. Usuários que vão rodar games de última geração e aplicativos de edição de vídeo talvez nem precisem de um i5. Considerando-se que tais tarefas requisitam muito mais desempenho da placa de vídeo do que poder de processamento do CPU, o gasto pode ser desinteressante.

Claro que se você pode pagar por um Core i5, não há por(espaço)que não investir num processador desses, afinal, ele é capaz de rodar tudo o que você imaginar. Vale frisar que os CPUs desta série não são os mais velozes que existem, portanto sempre haverá um processador capaz de rodar as mesmas aplicações com um desempenho ainda maior.


O mais alto desempenho: Intel Core i7

A última palavra em tecnologia de processamento é o i7. A linha de processadores voltada ao público entusiasta e profissional traz muitos benefícios e especificações de cair o queixo. Todos os CPUs da série Core i7 possuem quatro núcleos (o i7-980X possui seis núcleos), memória cache L3 de 8 MB, controlador de memória integrado, tecnologia Intel Turbo Boost, tecnologia Intel Hyper-Threading, tecnologia Intel HD Boost e ainda o recurso Intel QPI.

Intel Core i7 - Sem limite de velocidade
Intel Core i7 - Sem limite de velocidade


Intel HD Boost? Para que serve?

Com o avanço constante dos processadores, os softwares foram forçados a evoluir. Existem softwares que trabalham com conjuntos de instruções específicas, as quais precisam estar presentes nos processadores para que o programa seja executado com a máxima performance. Os conjuntos de instruções principais são denominados como SSE, sendo que existem programas que utilizam instruções diferentes.

A linha de processadores Intel Core i7 trabalha com a tecnologia Intel HD Boost, a qual é responsável pela compatibilidade entre CPU e programas que usam os conjuntos de instruções SSE4. Tal característica possibilita um maior desempenho em aplicativos mais robustos que necessitam de um poder de processamento de alto nível.

Intel QPI

O recurso Intel QPI, ou QuickPath Interconnect (Interconexão de caminho rápido), serve para aumentar o desempenho do processador — óbvio, não é mesmo? Afinal, todas as tecnologias são criadas para isso —, contudo, esta trabalha de uma maneira bem diferente .

Ao invés de aumentar a frequência ou a tensão, o recurso Intel QPI aumenta a largura de banda (o que permite a transmissão de mais dados) e diminui as latências. Vale salientar que este recurso só está presente nos CPUs Intel Core i7 da série 900 e possibilita taxas de transferência de até 25.6 GB/s.


Conheça tudo sobre os modelos da linha Intel Core i7

Abaixo a tabela com as características técnicas de todos os CPU da linha i7. Vale frisar que inserimos o novo Intel Core i7-980X, pois, apesar de ele possuir mais núcleos e ter certas diferenças, ainda pertence à mesma série.

Os modelos disponíveis do processador Intel Core i7

Quero um i7 no meu computador!

Intel Core i7 - Um exagero de processadorRealizamos uma pesquisa para averiguar os preços dos processadores da linha Core i7, mas somente de saber o absurdo cobrado pela alta tecnologia qualquer um desanima. O modelo mais simples da série i7 (o i7-860) tem seu preço inicial um pouco mais acessível, enquanto modelos mais robustos como o i7-940 têm os preços bem "salgados". Confira aqui


É um exagero?

Adquirir um i7 só não é um exagero para quem realmente trabalha com programas que requisitam muito do processador. Jogadores e usuários que procuram um CPU robusto talvez nem devam pensar na hipótese de um i7, porque ele custa muito e não traz benefícios significativos.

A linha de processadores Intel Core i7 é, sem dúvida, a mais potente do momento, contudo um usuário que adquire tal processador está comprando um PC que não precisará de atualização por muito tempo. Como já citado, profissionais devem investir na compra de um i7, porque ele faz toda a diferença na hora de renderizar vídeos e economizar tempo com tarefas banais.


Você já possui um Intel Core i3, i5 ou i7?

O que você pensa sobre os processadores Intel Core i3, i5 e i7? Você já possui ou pretende equipar sua máquina com algum dos modelos citados na postagem? Compartilhe sua opinião nos comentários.

Processadores muito mais barato aqui!


Fonte: Baixaki Tecnologia

domingo, 6 de março de 2011

Hackers querem criar uma internet própria

Internet dos hackers e piratas cibernéticos.
Os hackers e piratas da internet estão sentindo perseguindo e tolhido em seus direitos de mostar seus talentos e ideias para mundo. Exemplo foi em dezembro de 2010, no auge da perseguição ao Wikileaks, os EUA conseguiram tirá-lo do ar. O site acabou voltando, mas, motivado por esse episódio, um grupo de hackers e piratas quer tomar uma medida radical: criar uma rede alternativa, que seria imune às autoridades. O projeto é encabeçado pelo sueco Peter Sunde, que tem motivos para isso - é dono do site Pirate Bay, que vive na mira da polícia.

Segundo ele, o problema é que os endereços da internet são gerenciados por uma entidade, a Icann (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers), que foi criada pelo governo americano.

Quando você digita o nome de um site no seu computador, ele consulta uma lista que é organizada pela Icann - e ali encontra o real endereço do site, que é um código numérico (como 64.233.163.104). "O governo dos EUA controla quem pode entrar nessa lista. E, por isso, controla a internet", reclama Sunde.

A ideia dos piratas é criar um sistema paralelo e descentralizado, que seria mantido por voluntários em vários países e serviria como porto seguro para sites polêmicos. Para acessá-los, você só precisaria instalar um pequeno software no seu computador.

O projeto já reúne mais de 200 programadores, voluntários e curiosos, mas ainda é visto com ceticismo por especialistas. Eles acham que o sistema não funcionará sem uma autoridade central - que seria necessária para evitar confusões, como ter dois sites usando o mesmo endereço. "Não fica claro como seria a distribuição dos nomes", diz Frederico Neves, do Nic.br - entidade ligada à organização técnica da internet no Brasil.

Fonte: Superinteressante

Câmera com função 'retoque de beleza'

50% das pessoas não gostam da sua aparência em fotos.
A Panasonic lançou uma câmara capaz de retocar, limpar e até aplicar maquiagem no rosto de uma pessoa fotografada. A "LUMIX FX77" tem uma função de “retoque de beleza” que embranquece os dentes, remove olheiras, faz o rosto parecer menor e até aumenta as dimensões dos olhos. Além disso, a máquina também permite aplicar maquiagem, como batom e sombra.


“A demanda dos consumidores por esse produto vem sendo imensa”, disse Akiko Enoki, gerente do projeto responsável pelo desenvolvimento da câmera. “De acordo com dados que obtivemos, cerca de 50% dos nossos clientes de câmeras digitais não estão satisfeitos com a aparência de seus rostos em uma foto”, afirmou. “Por isso desenvolvemos a ideia de permitir que eles consertem aquilo de que não gostam em seus rostos depois que tiram a foto”, acrescentou.

Com a saturação do mercado de câmeras digitais, a Panasonic espera que a mania de blogs e redes sociais que vem varrendo o Japão e o mundo ajude seu produto a encontrar sucesso. A nova câmera já faz sucesso na “Bic Camera”, uma companhia de varejo de câmeras de baixo preço que começou a vender o modelo uma semana antes de seu lançamento oficial.

É muito popular com as pessoas que usam fotos em seus blogs, ou com aquelas que tiram apenas uma foto comemorativa, mas que precisam que ela seja impecável”, disse Hiromi Honma, representante de vendas da “Bic Camera”.

Compre uma Panasonic LUMIX FX77 aqui!


Fonte: G1 - Tecnologia e Games

sexta-feira, 4 de março de 2011

Qual a diferença entre Desativar, Hibernar e Em espera?

Qual o melhor modo para economizar energia no PC.
Como o próprio nome sugere, os modos de espera, hibernação e desativação (ou desligamento) do Windows descrevem diversos níveis ou estados de inatividade que um computador pode assumir, de acordo com as preferências ou perfil de utilização do seu usuário. Como todos já sabem, o processo de incialização de um PC (também conhecido como boot) com Windows é um procedimento meio monótono que pode levar de algumas dezenas de segundos, ou até minutos para ser completada (dependendo da versão do sistema operacional e da configuração do sistema).

Esse processo pode durar uma eternidade ou, até mesmo, tornar-se um tormento para aqueles que precisam ligar seus PCs para acessar uma informação importantíssima, sem poder esperar quaisquer dezenas de segundos. E foi para minimizar essas situações que foram criados os modos de espera e de hibernação, que colocam o PC em um estado de “sono leve” ou “sono profundo”. A diferença fica no nível de alerta e no tempo que ele vai demorar para está pronto para o uso.

E como isso funciona? Isso pode variar de sistema para sistema mas, de um modo geral, no modo de espera o sistema operacional desliga alguns componentes do sistema — como a interface de vídeo, monitor e o disco rígido — mantendo apenas sua memória RAM ligada a todos os dados do sistema, o que pode incluir programas ativos e arquivos abertos.

E na hora de religar o sistema, basta reativar os periféricos desativados, que o sistema volta a funcionar em poucos segundos. O grande inconveniente dessa técnica é que ela não deixa de consumir energia ,o que pode ser arriscado, particularmente, nos computadores portáteis. Isso porque muitas pessoas podem esquecer que colocaram seus PCs no modo de espera e, no dia seguinte, descobrem que a bateria está mortinha junto com o resto do PC.

Já no modo de hibernação, o procedimento é parecido com o de espera, só que o conteúdo da memória RAM é descarregado no disco rígidoe depois também é desativada, o que reduz ainda mais o consumo de energia. A desvantagem, nesse caso, é que o processo de retorno pode levar um pouco mais de tempo que o modo de espera mas é, com certeza, bem menor que ter que religar o computador.

Fonte: Dicas em Geral

quinta-feira, 3 de março de 2011

Qual é o melhor: Windows ou Linux?

Qual o melhor sistema operacional: Windows ou Linux?
Quem nunca viu uma ferrenha discussão de usuários sobre qual o melhor sistema operacional? E quando o assunto é Windows contra Linux, essa disputa se torna ainda mais acirrada. Diversos usuários enfrentam-se diariamente em fóruns e conversas do assunto. Os tópicos são os mais diversos, mas argumentos que sempre entram na briga são o preço, código aberto e liberdade de uso do Linux, contra a facilidade de uso, maior quantidade de programas e popularidade do Windows. Abaixo dois usuários ferrenhos que vão defender seus pontos de vista expondo os motivos que os levam a gostar mais de um sistema ou outro:

Conhecendo os lutadores

O tradicional símbolo do Windows.No canto direito, com o símbolo representando uma de suas principais inovações: o Windows. Lançado no mercado no ano de 1985 com o nome de Windows 1.0, desde a primeira versão, o sistema operacional da Microsoft trouxe para o usuário a possibilidade de uso do mouse (e o próprio acessório inclusive), a abertura de mais de um programa ao mesmo tempo (multitarefa) e uma interface colorida, com ícones e janelas.


O simpático TuxNo canto esquerdo, adotando um simpático pinguim como símbolo e representando a liberdade de uso e distribuição: o Linux. A primeira distribuição tinha o nome de Linux 0.01 e foi lançada em setembro de 1991. Ela trouxe a possibilidade de qualquer usuário fazer alterações em seu código fonte e adaptá-lo às suas necessidades, bem como o direito de redistribuir sua versão.

O Linux tem ao seu lado toda uma comunidade de desenvolvedores para efetuar adaptações e melhorias no sistema além de distribuições para todos os gostos e necessidades.

Round 1: instalação

Só um técnico consegue instalar o Linux.Quando os computadores pessoais começaram a se tornar relativamente populares, não sendo somente um privilégio de grandes instituições o Windows sempre contou com suporte ao usuário para o processo de instalação. Mais especificamente a partir do Windows 95, que já era uma versão mais popular do SO, mesmo utilizando vários disquetes para instalação, o processo era guiado na tela para o usuário.

As etapas contam com instruções sobre a operação e, nas versões a partir do XP, quase tudo é completamente feito na interface gráfica. Há uma previsão do tempo que será necessário para completar o processo e o progresso é exibido à medida que etapas são avançadas. Inclusive a Microsoft oferece algumas dicas exibidas na tela durante a instalação, de forma a fornecer de antemão uma prévia da ambientação que é encontrada pelo usuário no final do processo.

Talvez o Linux quando foi criado fosse difícil de instalar, hoje é facilmente instalado a partir de um CD, como o Windows.Já nos primórdios do Linux, sua instalação realmente era um processo deveras complexo. Ainda mais se o usuário possuía alguns componentes de hardware “diferentes do padrão” ou produtos com dispositivos fechados (algumas empresas faziam “pacotes” de hardware com drivers muito específicos). Entretanto, hoje a realidade é completamente diferente.

Grande parte das distribuições do Linux são instaladas a partir de um CD de forma simples e rápida, assim como é no Windows. Ele também possui uma barra de progresso para informar ao usuário o andamento do processo que, diferente do Windows, costuma ser bem rápido.


Round 2: drivers básicos

Ao instalar o Linux ele já vem com os drivers básicos para o uso, você não precisa ficar procurando ou guardando CDs com isso.Realmente, ao terminar de instalar uma distribuição do Linux, você já possui todas as ferramentas básicas para o uso, sem ter aquele frequente problema de sair atrás de CDs com drivers e programas para começar a montar seu ambiente de trabalho.

O Windows costumava terminar a instalação completamente “cru”, fazendo-nos ir atrás das caixinhas de CDs para os dispositivos. Entretanto, com o lançamento do Windows 7, a Microsoft já deu uma boa melhorada nesse aspecto.

Agora, ao instalar o Windows 7, ele possui um recurso que procura os drivers para o usuário na Internet.Agora, após a instalação, o Windows possui um recurso que reconhece os dispositivos presentes no computador e faz a busca dos drivers para o usuário. Ainda assim alguns podem não ser reconhecidos ou encontrados. Em outros casos, por se tratar de uma versão relativamente recente, pode ainda não ser oferecido um driver compatível.


Round 3: inicialização

O Windows demora muito mais do que o Linux para ser inicializado.O processo de inicialização do Linux é muito rápido, mesmo que já tenha se passado algum tempo depois da instalação do SO. Além disso, iniciado o sistema, você já pode usar, não precisa esperar mais tempo por isso.

Apenas as versões mais antigas do Windows tinham problema com a inicialização. Hoje o Windows efetua a inicialização de forma bem eficiente.As versões mais antigas do Windows demoravam um tempo considerável no processo de boot e inicialização depois de passado certo tempo de sua instalação. Nesse quesito, o Windows 7 já se mostra bem mais eficiente, inicializando em um período mais curto de tempo do que seus antecessores.


Round 4: utilização

Desde a primeira versão oficial lançada no mercado de software, o Windows trouxe algumas das maiores inovações para os computadores pessoais: a interface gráfica e os periféricos. Os desenvolvedores do SO apostaram na praticidade para o usuário como forma de difusão e popularização do Windows.


O Linux é difícil de usar.O ambiente encontrado era composto por janelas e menus interativos que atendiam aos comandos do usuário por meio de um periférico (mouse). Além disso, era possível criar ícones e assim ter atalhos para os programas mais utilizados na Área de trabalho.

Windows: interface gráfica desde o início e cada vez mais elegante.
Windows: interface gráfica desde o início e cada vez mais elegante

A parte gráfica (de interação usuário-sistema), até hoje é uma das maiores preocupações do Windows e recebe cada vez mais melhorias sem pecar em nada na aparência, que se torna cada vez mais moderna e elegante.

Hoje o Linux possui interface e sistema de menus.Se você nunca utilizou o Linux e pensa nele como uma telinha preta cheia de letras em verde ou branco, está com uma imagem antiga do sistema. Atualmente, a maior parte das distribuições do Linux e, certamente todas as mais comuns, possui interface gráfica e sistema de menus, assim como o ambiente de Área de trabalho também permite colocação de ícones como forma de atalho.

Interface gráfica do Linux: tão eficiente quanto a do Windows.
Interface gráfica do Linux: tão eficiente quanto a do Windows

Além disso, de uma forma geral as informações pessoais do usuário são portáteis no Linux. Caso você precise mudar de distribuição, basta copiar alguns dados da pasta local (“Home”) e copiar na nova distribuição para que todas as suas configurações de usuário sejam mantidas.


Round 5: facilidade para localizar e instalar programas

Em tempos remotos, quando você queria instalar um programa para o Linux, dependendo do que fosse, era bom se preparar para o pior. Com a popularização da internet isso foi parcialmente resolvido, pois você podia procurá-los online e de diferentes fontes.

O Linux possui uma central para loclizar programas e basta um clique para instalá-los.Hoje, algumas distribuições do Linux contam com uma central própria de software. Após o acesso, basta efetuar a busca pelo programa (por nome ou categoria) e instalá-lo a partir da mesma interface, com apenas um clique. Como nem tudo é perfeito, entretanto, existem programas que não estão disponíveis na central.

Central de softwares do Ubuntu.
Central de softwares do Ubuntu

Com o Windows, é tudo meio à moda antiga: é preciso procurar o programa, baixar e instalar ou executar a instalação a partir de uma mídia disponível. Entretanto, normalmente não há qualquer dificuldade para encontrar aquele que você quer disponível para o SO.

Os programas para Windows normalmente são fáceis de achar e instalar, pois eles contam com instalador wizard.Adicionalmente as instalações costumam ser fáceis e contam com instaladores que guiam o usuário durante todo o processo.


Round 6: programas e compatibilidade

Praticamente o único momento no qual você tem sérias dificuldades com relação à compatibilidade de software para o Windows é logo que uma versão nova do SO foi lançada. No caso do Windows 7, mesmo no momento de seu lançamento já havia uma grande quantidade de programas adaptados e desenvolvidos para ele.

O Windows possu maior compatibilidade de softwares.Nesse quesito, não há discussão: como a maioria dos usuários de computador utiliza o Windows, as empresas se preocupam em lançar programas que sejam compatíveis com o sistema. Isso é ainda mais perceptível com relação aos jogos, muitos deles sequer oferecem versões para serem executados em outras plataformas.

Dizer que o Linux não tem compatibilidade com programas é o maior argumento dos defensores ferrenhos do SO da Microsoft, porém a realidade já é outra. Como o Linux tem uma grande comunidade de desenvolvedores envolvidos, atualmente há sempre alguém disposto a atualizar ou desenvolver versões de programas para ele.

Hoje vários programas já possuem versão para o Linux, pois sempre há programadores dispostos a adaptá-los.Não se pode mais dizer que faltam programas ou variedade deles para o Linux, embora alguns permaneçam apenas com versões inferiores às existentes para o Windows. Entretanto, o grande calcanhar de Aquiles do SO são os jogos, os quais se possuem pouco ou nenhum suporte e alguns sequer contam com uma versão para o Linux.


Round 7: Personalização

Linux é altamente personalizável.Absolutamente qualquer coisa pode ser alterada na interface do Linux. De um mero papel de parede ao lugar nos quais os botões são mostrados em uma janela. Se você gosta de efeitos, o Linux também dá um show à parte com suas janelas “maleáveis”, múltiplas Áreas de trabalho que podem ser abertas lado a lado, em cubo, estilo “coverflow”, entre várias outras possibilidades.

Nesse aspecto, o Windows é mais engessado. Até o Vista, mesmo trocar seu tema para um que não fosse oficial era um processo penoso. E, além disso, não havia qualquer certeza de que realmente fosse dar tudo certo no final.

O Windows 7 já conta com diversos temas e skins para usuário.O Windows 7 trouxe uma grande inovação neste aspecto, com temas que podem ser instalados a partir de poucos cliques e sem sofrimentos. Além disso, eles são automaticamente configurados, dispensando processos manuais de troca. Mesmo temas de terceiros estão apresentando mais compatibilidade e processos menos frustrantes de configuração.


Round 8: segurança e infecções

Você já ouviu alguém falando que pegou vírus no Linux? Após tentar puxar pelas lembranças, deve ter constatado que isso quase nunca ocorre. Existe uma quantidade ínfima de vírus para o SO e, ainda assim, não haveria um que fosse capaz de infectar tanto o Linux quanto acontece com o Windows. Isso ocorre por vários motivos, um deles é o fato de o Linux ter código aberto e várias pessoas arrumando problemas.

O Windows não é seguro e vive com problemas de vírus e outras pragas virtuais.Isso contribui para que ele apresente um número muito menor de falhas de segurança, o que significa menos brechas a ser exploradas. Outro fato é que o grande alvo de quem desenvolve softwares maliciosos são os usuários e, como o Linux tem menos usuários, torna-se menos atrativo para os criminosos virtuais.

Quase não existe vírus para Linux.Além dos fatores citados acima, a política de segurança do Linux é um grande diferencial: os programas são executados em modo de usuário e não de administrador. Assim, se acontecesse de um usuário pegar vírus, este não se espalharia pelo sistema, afetando apenas os programas que o próprio usuário instalou na pasta “Home” (na pior das hipóteses), enquanto o sistema permanece intacto.

Uma infecção assim é muito mais fácil de ser eliminada e os danos são irrelevantes. Isso levado em conta, não é difícil imaginar por que a criação de vírus para o sistema é difícil e desinteressante.

Além das ferramentas de proteção do próprio sistema, diversas empresas desenvolvem programas de proteção para o Windows, inclusive gratuitos.O Windows é um sistema fechado e com um tempo de resposta para atualizações de segurança menor do que o Linux. Para existir algo nesse sentido, primeiro alguém precisa detectar a brecha no sistema e resolver enviar o problema para a Microsoft. Após receber mais do que uma queixa o suporte procura verificar o que está ocorrendo.

Após a constatação da falha, finalmente se começa a trabalhar na solução. Parando por um momento para pensar, imagine quanto tempo pessoas mal-intencionadas tiveram para agir enquanto todo esse processo é desenrolado. Além disso, o sistema de permissões e segurança do Windows está longe daquele existente no Linux.

O Windows conta com ferramentas para combater e prevenir infecções.Praticamente todo usuário utiliza o Windows como administrador, pois de outra forma seria quase impossível aproveitar os recursos do sistema. Adicionalmente, o controle de usuário é desativado pela maioria das pessoas por ser incômodo e pouco eficiente. Ainda assim, a Microsoft reconhece que o problema existe e não deixa por menos.

A própria empresa disponibiliza uma série de ferramentas de proteção (antivírus, firewall, etc.) e, várias outras companhias desenvolvem e atualizam bases de dados de programas para garantir a segurança do SO, inclusive com versões gratuitas para tal.


Round 9 : suporte

A Microsoft possui uma central de suporte para esclarecer dúvidas e problemas de seus usuários.Se você é um usuário do Windows e tiver problemas técnicos é possível contar com a central de suporte online, por telefone ou guias rápidos de ajuda disponíveis a partir do próprio SO. As versões mais recentes (Vista e Windows 7) também possuem um sistema de verificação do problema. Ao acessar esse recurso, ele automaticamente busca as possíveis causas do problema e apresenta algumas soluções a fim de tentar resolvê-lo.

O Linux possui toda uma comunidade de desenvolvedores dispostos a ajudar.O suporte formal para Linux existe, porém normalmente é cobrado, pois é feito por empresas terceirizadas ou donas de distribuições pagas do sistema. Entretanto, por ser um software de código aberto e adotar tal filosofia, como já foi citado em outros tópicos, o que não faltam são programadores e usuários envolvidos no projeto.

Portanto, sempre que você estiver com problemas ou dúvidas, é possível recorrer a um dos milhares de fóruns de discussão do sistema e procurar ajuda de técnicos e outros usuários. Além disso, há pessoas que fazem guias e tutoriais e os disponibilizam para ajudar a resolver dúvidas, fazer configurações, entre outras finalidades.


Round 10: multiusuários

O Linux possui suporte multi-usuário.O Linux foi desenvolvido para conseguir lidar com acesso concorrente. Ou seja, ele permite que mais do que um usuário esteja conectado no sistema ao mesmo tempo, sem que um deles seja desconectado.

O Windows Server oferece suporte multi-usuário.O Windows, por outro lado, oferece suporte para operar com um usuário por vez. Embora você possa ter acesso concorrente à base de dados, o sistema em si não consegue suportar acesso simultâneo. Você pode ter mais do que um usuário, mas não em acesso concorrente. Entretanto, se você precisa dessa ferramenta utilizando Windows, é só instalar o Windows Server.

A versão para servidores do Windows oferece suporte completo para multiusuários, embora não seja aquela que costuma ser utilizada em computadores pessoais.


Round 11: preço

O Linux, assim como os softwares do Projeto GNU, foi desenvolvido para oferecer uma alternativa aos softwares proprietários. Ele é um sistema de código aberto e distribuído sob a GPL, ou seja, qualquer um pode obtê-lo, fazer alterações e redistribuir, desde que disponibilize o código.

O Windows é muito caro.Embora existam versões pagas do Linux, a grande maioria da distribuições é completamente gratuita e oferece diversas formas para sua aquisição. Você pode efetuar download das imagens muitas vezes na própria página do responsável por ela sem qualquer custo. Adicionalmente, é possível efetuar alterações para adaptá-lo conforme suas necessidades.

Acima de tudo, você tem a liberdade de repassar uma distribuição de Linux gratuita para seus amigos sem cometer pirataria de software.

O Windows é um software de código fechado e proprietário. O preço para aquisição de uma versão do SO já foi algo que se pudesse considerar muito caro e complicado para um usuário de computador pessoal. Embora a Microsoft tivesse criado algumas versões mais básicas do XP, por exemplo, o preço continuava elevado.

O Windows 7 possui versões mais simples para usuários com preço acessível.A partir do Vista, a Microsoft começou a lançar versões com preços mais próximos à realidade de um usuário final brasileiro. Como característica principal, elas possuíam menos recursos avançados e de efeitos (como o Glass, que não está disponível na versão Home Basic do Vista).

Entretanto, com o lançamento do Windows 7, o preço do SO no mercado já está bem mais baixo. Mesmo as versões Premium e Ultimate possuem o valor bem abaixo do que costumava ser anteriormente. A versão básica do Windows 7 pode não ser “extremamente barata”, mas é considerada acessível, mesmo por um usuário de computador pessoal .


Round 12: opinião dos usuários

Nada melhor do que a análise dos usuários para concluir este verdadeiro duelo entre sistemas operacionais. Independente de você levantar a bandeira do Linux ou do Windows deixe sua opinião nos comentários:


Fonte: Baixaki Tecnologia

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