quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Twitter ganha novos recursos

O Twitter está ganhando dois novos recursos que permitem acompanhar a repercussão dos posts na rede, ambos com visual mais arejado e colorido.
O Twitter está incorporando dois recursos novos ao seu site na web. Eles ajudam a acompanhar o que acontece com os posts do usuário na rede social e a identificar assuntos que fazem sucesso no círculo de relacionamento da pessoa. As novas páginas também trazem um layout mais elaborado e colorido que o usual no Twitter. O Twitter ainda não tem a riqueza de recursos do Facebook, mas vem evoluindo de modo a se tornar mais multimídia.



A primeira das novas abas é identificada pelo próprio nome do usuário. Ela substitui a antiga aba @Menções e é uma versão expandida dela. Clicando na nova aba, é exibida uma página que permite monitorar a popularidade do usuário na rede social e o alcance do que ele publica no microblog. A página mostra quem acrescentou tuítes da pessoa aos favoritos ou retuitou as mensagens. Também exibe os nomes de novos seguidores, se houver algum.



A página @nome mostra atualizações relacionadas com o usuário
A página @nome mostra atualizações relacionadas com o usuário


A segunda nova aba, chamada Atividade, permite ver quais tuítes fazem mais sucesso entre as pessoas que o usuário segue. Em seu blog oficial, a empresa diz, em tom um tanto publicitário, que essa nova página “oferece uma rica fonte de descobertas ao destacar favoritos, retuítes e novos relacionamentos de pessoas que você segue no Twitter – tudo no mesmo lugar.” É um termômetro do círculo de relacionamento à volta do usuário.



A nova página Atividade mostra atualizações das pessoas que o usuário segue no Twitter
A nova página Atividade mostra atualizações das pessoas que o usuário segue


A mudança parece pequena à primeira vista. Mas, para o Twitter, é um passo importante. Se, no início, a rede de microblogs era inteiramente baseada em texto, ela tem caminhado para se tornar mais multimídia. As novas páginas exibem fotos maiores dos tuiteiros e adotam um layout mais arejado, onde os textos ocupam menos espaço. A sensação é de um serviço mais atual, com aspecto ligeiramente mais parecido com o dos concorrentes Facebook e Google+.



Os novos recursos foram anunciados por meio do blog oficial do Twitter, mas ainda não estão disponíveis para todos. Eles devem ser liberados gradualmente nos próximos dias. Ambos aparecem, para o usuário, na forma de abas no menu superior da página inicial.



Fonte: EXAME.com Tecnologia

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

05 mitos sobre a carreira em TI

A evolução profissional levou à criação de um comportamento padrão que nem sempre deve ser seguido por quem busca o sucesso.
Ao longo do tempo, os profissionais que atuam na área de tecnologia da informação passaram a conviver com algumas regras extraoficiais e que, com o tempo, viraram um senso comum no setor. Assim, o que se vê hoje é que quem opta pela carreira em TI está sujeito a algumas regras e comportamentos que nem sempre são encontrados em outros departamentos. A adesão cega a esse comportamento padrão de TI pode ser bastante prejudicial para os profissionais. A seguir, acompanhe 05 mitos a respeito da carreira em tecnologia, que precisam ser quebrados pelo bem do setor:



1 – Trabalhar longas horas é sinônimo de sucesso
Trabalho duro representa um pré-requisito para a maioria das posições de TI, mas isso não é medido em horas no escritório. Uma agenda muito ocupada e extensa pode acabar afetando a produtividade, por conta da exaustão do profissional. Além disso, trabalhar até muito tarde todos os dias pode passar a impressão de que o profissional falha ao gerenciar seu próprio tempo.



Se as horas diárias de trabalho não são suficientes para cumprir com todas as atividades, o profissional precisa conversar com seu supervisor para estudar prioridades de projetos, delegar tarefas ou solicitar mais recursos para a companhia.



2 – Escolher uma especialidade e ser muito bom nela
O departamento de TI sempre precisará de especialistas em certas tecnologias, mas ser bem-sucedido no cenário atual requer a habilidade de expandir o escopo de atuação de acordo com as necessidades da empresa.



Com isso, o profissional não pode desperdiçar oportunidades de treinamento ou projetos que ajudem a ampliar suas competências. Ao demonstrar o comprometimento com a busca de novas habilidades, o profissional ganha mais chances de crescer na companhia.



3 – Agarrar qualquer nova responsabilidade
A atitude do profissional que diz saber fazer de tudo não vai ajudar em nada se ele se responsabilizar por algum trabalho que não pode fazer. Quando alguém se voluntaria para projetos que se estão além das suas habilidades podem criar dores de cabeça para todo o departamento.



Em cada caso, o profissional deve ser perguntar se tem o que é necessário para executar o projeto. Em algumas situações, faz mais sentido ter um papel coadjuvante e aproveitar para ganhar aprendizado.



É interessante ponderar também se haverá tempo de devotar tempo às tarefas profissionais que dão mais prazer. Aceitar um papel com mais responsabilidade só pelo salário ou pelo prestígio pode minar a satisfação e acelerar a morte da carreira.



4 – Quanto mais certificações, melhor
O mercado é altamente competitivo, razão pela qual alguns profissionais são tentados a buscar cada nova certificação que aparece. Mas essas credenciais só têm valor quando associadas a alguma experiência.



A escolha pelos treinamentos e certificações deve estar de acordo com as atividades de trabalho atuais e aquelas vislumbradas no futuro pelo profissional.



5 – Seja discreto
O profissional de TI padrão tem medo de ser percebido na organização como fofoqueiro ou de ser desagradável ao tentar a socialização. No entanto, gastar um pouco de tempo todos os dias para manter conexões pessoais com pessoas de toda a companhia é essencial para a saúde da carreira.



A reputação do profissional de TI é construída com diversas esferas da organização. Assim, quem atua no setor não deve estar preocupado apenas em agradar o superior, mas deve também manter um bom relacionamento com os profissionais de outras áreas de negócio.



O profissional que ajuda seus pares sempre que possível, sem se desgastar demais, está em vantagem, pois ele tem aliados para os próprios projetos em momento difíceis, de prazos apertados. E o chefe gosta mais de prazos cumpridos do que de reverências.



Além disso, as relações informais tornam o networking (rede de relacionamento) mais forte e pode abrir novas oportunidades de emprego.



Uma definição resume as dicas: a melhor forma de mostrar à empresa que tem valor é proporcionar resultado. O profissional deve focar nos maiores benefícios que pode trazer ao empregador, sem se preocupar se as pessoas estão enxergando o quão duro você trabalho e o que você alcança. A forma mais interessante de manter a evolução na carreira é deixar um rastro de sucesso consistente.



Fonte: IDG Now!

Como executar arquivos RMVB

Cansado de baixar arquivos com extensão Real Media e não conseguir executá-los? Aprenda a contornar esta situação!
Muitos usuários fazem diversos downloads todos os dias, e por conta disso, volta e meia se deparam com arquivos no formato Real Media (RM, RMVB, RAM etc.). O problema, no entanto, é que grande parte deles não sabe como executar esse tipo de mídia, uma vez que não são todos que possuem outro player além do Windows Media Player. Pensando nisso, essa postagem é os usuários possam finalmente desfrutar da Real Media, a qual é ótima em termos de economia de espaço.



Confira agora quatro formas de visualizar arquivos Real Media, sendo que com duas você não precisará baixar outro player!



Instalação de codecs
A primeira maneira para executar arquivos RMVB, e que não requer a instalação de um reprodutor de vídeo adicional, é a instalação do Real Alternative. Ele oferece todas as funções do Real Player. Há suporte aos navegadores mais famosos e à grande parte dos arquivos Real Media.



Setup Real alternativa
Instalação do Real Alternative. Deixe todas as opções marcadas.


Outra alternativa é a instalação do K-Lite Mega Codec Pack, que, além de oferecer suporte aos arquivos Real Media, permite que você atualize grande parte de codecs necessários para rodar outros formatos. Ele é apenas uma opção, mas existem diversos pacotes de codecs disponíveis. Escolha o mais adequado para o seu computador.



Setup K-Lite Mega Codec Pack
Instalação avançada do K-Lite Mega Codec Pack. A opção padrão já instala os codecs necessários para exibir os arquivos RMVB.




Conversão
Uma outra forma de visualizar arquivos RMVB sem a necessidade de baixar outro player é converter o arquivo desejado para outro formato. Para isso, você poderá usar um programa como o RMVB Converter, que permitirá que você mude o formato de Real Media para outro à sua escolha, bastando somente que você selecione o arquivo a ser alterado, o destino daquele convertido e o formato final.



Setup RMBV Converter
Conversão pelo RMVB Converter.




Reprodutores de vídeo com codecs integrados
Provavelmente o jeito mais simples de reproduzir qualquer arquivo de vídeo em seu computador é a instalação do VLC Media Player. Ele possui suporte integrado a praticamente todos os formatos de vídeo existentes. Além disso, o VLC suporta a exibição de diversos formatos de legenda, além de estar disponível para Windows de 32 e 64 bits (e em versão portátil) e para Linux.



Reprodutor de mídias VLC
VLC Player: um reprodutor para qualquer tipo de vídeo.






RealPlayer
Como última opção, temos o próprio RealPlayer, uma vez que com ele você terá sempre a certeza de que nunca um arquivo Real Media deixará de ser executado (exceto no caso de você estar usando uma versão desatualizada do player). Essa é uma opção para aqueles que não se importam em ter vários players no computador, no entanto, é literalmente a “última opção” para quem procura ao máximo economizar o espaço do seu disco rígido.



Setup RealPlayer
RealPlayer. O reprodutor oficial de arquivos RMVB.


Ele também está disponível para Linux e as versões RealPlayer SP contam com elementos para mídia social e são portáteis.



Este post o ajudou? Era o que procurava? Você sabe de outra opção, a qual não tenha sido citada? Então comente, deixando a sua dica e/ou opinião!



Fonte: Tecmundo

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Google Chrome é o navegador mais rápido

Estudo revela o browser da Google como o mais veloz no carregamento interno das páginas. Contudo, na métrica apresentada dos sites na tela, o Mozilla Firefox ganhou a disputa.
A divisão de benchmarks da Compuware, denominada Gomez, publicou novos dados coletados no seu projeto que pretende determinar qual é o navegador mais rápido no “mundo real” para usuários de desktops. De acordo com o informativo da empresa, o browser mais veloz no carregamento das páginas web é o Google Chrome.



Perfomance Differences Across Browsers




A coleta de dados para a elaboração do estudo aconteceu durante um mês. Nesse período, foram capturadas 1,86 bilhões de medições individuais em mais de 200 sites. No gráfico divulgado, o qual você pode conferir acima, o Google Chrome 12 ficou com a primeira colocação na categoria “Page load time” (tempo de carregamento de página).



O navegador da Google levou em média 3,433 segundos para transferir o conteúdo dos sites para a sua estrutura interna. O Safari 4, com 6,149 segundos, e o Internet Explorer 7, com 6,006 segundos, foram os piores colocados nesse quesito.



A segunda métrica utilizada pela avaliação foi o tempo de exibição do conteúdo no browser, ou seja, a apresentação dos sites na tela. Nesse tópico, referenciado pela cor verde no gráfico, o Chrome ficou um pouco atrás do Firefox. Enquanto a quinta versão do navegador da Mozilla marcou 2,18 segundos, o produto da Google teve uma média de 2,374 segundos.



A empresa responsável pelo estudo ressalta que os dados levantados não foram coletados em ambientes de laboratório, promovendo um percepção mais próxima da que os usuários têm no seu dia a dia. Como você pode observar, o Google Chrome 13, lançado na semana passada, não entrou na pesquisa.



Fonte: Compuware

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Como escolher uma placa de som

Placa de áudio
Computador e áudio casam tão bem quanto arroz e feijão. Alertas sonoros avisam quando chega uma mensagem no MSN, você pode fazer chamadas telefônicas por meio do Skype, ver e ouvir conteúdo do Youtube e, claro, por meio do seu PC, você faz o óbvio: baixa e ouve suas músicas prediletas. O que torna tudo isso possível é a existência de uma placa de som instalada no computador. Atualmente, quase todas as motherboards disponíveis no mercado já vêm com alguma solução de áudio integrada - o que muito tempo atrás não acontecia. Para o uso trivial, elas dão conta do recado.



Mas existem também as placas de som off-board, isto é, destacadas da placa-mãe. Tais placas podem usar dois tipos distintos de conexão à motherboard: PCI - caso se trate de placa interna ao gabinete do PC - ou USB - se for uma solução externa.



A grande vantagem desses modelos externos é sua portabilidade: você pode utilizar uma única para seu desktop e para seu notebook. Assim, se você faz questão de usar sempre uma placa de som top - seja em qual máquina for - não precisará gastar em dobro.




Placa de som externa: conexão USB e portabilidade




Potência
Analogamente à medição que se faz, em megabytes, da potência de um chip gráfico (256 MB, 512 MB, por exemplo), uma placa de som tem sua capacidade mensurada em bits, numa escala que vai de 16 a 30 bits. E essa classificação nos conta sobre a massa de dados que uma placa é capaz de processar; é o que especialistas chamam de profundidade de som, ou bitrate.



Quanto maior for esse valor, mais apta uma placa estará a utilizar recursos, como incluir efeitos sonoros, aplicar filtros de áudio, emular ambientes surround ou até recompor parte de informações perdidas em uma música convertida para formato MP3.



O modelo de placa a ser escolhido depende, evidentemente, do uso que se faz do áudio no computador. Mas, em geral, uma placa de 24 bits dá conta de tudo o que um usuário comum pode querer ou precisar – inclusive para ter aquela sensação “presencial” em games como Counter Strike. Opções de 30 bits são indicadas para quem faz uso profissional de áudio, como músicos, DJs ou compositores de jingle.



Conexões
É nos conectores oferecidos pela placa de som que espetamos as caixas acústicas ou os fones de ouvido - além de microfone. O tipo de conexão mais comum é a P2, ou estéreo normal. Acontece que esse tipo de conectividade é analógica e, em geral, envolve perda de qualidade de sinal.



Conexões coloridas desta placa de som PCI são modelo P2
Conexões coloridas desta placa de som PCI são modelo P2


Uma opção digital é a entrada S/PDIF, que não impõe prejuízo na qualidade, pois a transmissão de dados se dá por fibra óptica.



Para se ter uma idéia da diferença de qualidade entre essas duas conexões, na prática: são necessários pelo menos 3 cabos P2 para montar uma conexão de áudio 5.1, ao passo que uma única entrada S/PDIF dá conta desse recado.



Modelo de entrada S/PDIF, que conduz dados por fibra óptica
Modelo de entrada S/PDIF, que conduz dados por fibra óptica








Fonte: PC World

domingo, 7 de agosto de 2011

Aprendeu a programar aos 11 anos

Felipe Abella, 18, é estudante de ciência da computação.
Felipe Abella, 18, é paraibano e foi o destaque da Olimpíada Internacional de Computação realizada na Tailândia. A razão? Bom, ele é só o primeiro brasileiro a conseguir uma medalha de ouro em uma das competições de programação mais difíceis do mundo para alunos do Ensino Médio e do primeiro ano de faculdade. A competição, que existe há 22 anos, consiste em resolver problemas de programação sugeridos pela organização, composta por grandes empresas. Os estudantes recebem desafios nos dois dias de competição, que devem ser resolvidos em até 5 horas.



Nas Olimpíadas, o paraibano competiu com estudantes de 80 países (como Noruega, China, Argentina, Estados Unidos, etc) e ficou em terceiro lugar. A sua pontuação foi 598 pontos de 600 possíveis – antes que alguém pergunte, o brasileiro ficou na frente dos argentinos: ele só perdeu para um cara da Bielorrússia e para um chinês.



Felipe mexe com programação desde os 11 anos de idade, porém, o empenho em participar de campeonatos veio há pouco tempo. “Mesmo com 18 anos, ele tem uma facilidade muito grande até para livros avançados de graduação”, comentou Rohit Gheyi, professor que o acompanha há três anos.



Ele foi parar na competição internacional, pois ele ficou entre os quatro primeiros na ultima edição da Olimpíada Brasileira de Informática.



Questionado pelo Gigablog se ele admira (de tecnologia) alguma empresa a ponto de querer trabalhar nela, Felipe foi evasivo (no lugar dele, eu faria o mesmo, até para não me comprometer, né!?): “Ainda não sei se quero trabalhar em uma companhia ou seguir carreira acadêmica”, disse ele, que está no primeiro ano do curso de Ciências da Computação da UFCG (Universidade Federal de Campina Grande).



Detalhe: a Olimpíada Internacional de Informática é patrocinada por empresas gigantes da área de tecnologia como Cisco, HP, Microsoft e IBM. Essas empresas, geralmente, utilizam esse tipo de competição para incentivar o estudo de programação e, quem sabe (!), contratar novos talentos.



Fonte: UOL Tecnologia

sábado, 6 de agosto de 2011

Devo mudar minhas senhas?

Site indica se dados de usuários foram hackeados e se ele deve mudar de senha.
Quase que semanalmente algum grupo hacker tem noticiado que conseguiu ter acesso a bancos de dados. E para provar o ataque, eles ainda liberam o download da lista enorme de e-mails e senhas adquiridos. Para ajudar o usuário que não conhece muito os recursos da rede, o australiano Daniel Grzelak criou o site “Should I change my password?” (Eu deveria mudar minha senha?) para que o internauta possa saber se as informações dele constam nessas listas vazadas ou não.

Ele criou um banco de dados baseado nas informações roubadas que foram disponibilizadas pelos hackers – inclusive, constam as mais de 60 mil senhas do Facebook, Twitter e contas de e-mail publicadas recentemente pelo LulzSec. A ideia é alimentar a base de dados conforme novos dados forem disponibilizados pelos hackers.

O funcionamento do site é simples: basta colocar o e-mail em uma caixa de texto, clicar no botão Check it! e a página retornará uma mensagem informando se o e-mail do usuário está na lista (ou não) e se ele deve mudar a senha dele – aliás, se sua senha estiver lá, quer dizer que um monte de gente também pode ter acesso a ela e tentar utilizá-la para acessar outros serviços.

Fonte: GadgetWise, do “The New York Times”

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