sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Mark Zuckerberg é mais rico que os donos da Google

Lista elaborada pela Forbes mostra que o jovem CEO da rede social possui riquezas avaliadas em US$ 17,5 bilhões.
A lista anual das pessoas mais ricas dos Estados Unidos elaborada pela Forbes mostra que o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, já superou as riquezas dos fundadores da Google, Sergey Brin e Larry Page. Segundo a publicação, o jovem empresário possui uma riqueza avaliada em US$ 17,5 bilhões. Zuckerberg figura em 14º lugar na lista, um aumento de 21 posições em relação a 2010.

Logo em seguida vêm os fundadores da gigante de buscas, que possuem uma fortuna pessoal de US$ 16,7 bilhões. A lista é encabeçada pelo ex-presidente da Microsoft, Bill Gates, seguido de perto por Larry Ellison, CEO da Oracle.

Outros nomes que figuram em destaque na seleção são Michael Dell, Steve Ballmer, Paul Allen George Lucas e Pierre Omidyar, fundador do site de leilões eBay. A colocação mais curiosa fica por conta de Steve Jobs que, apesar de até pouco tempo atrás ser o CEO da empresa mais valiosa do mundo, está somente na 39ª posição da lista elaborada pela Forbes.

Fonte: Mashable Buniness

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Tablets e crise devem derrubar vendas de computadores

Estimativa para o mercado de PCs em 2011 era de alta de 9,4%, mas agora é de 3,8%.
A instabilidade nas principais economias mundiais, como Estados Unidos e países da Europa, e a popularização dos tablets levaram a uma revisão da projeção de vendas de computadores no mundo pelo instituto de pesquisas Gartner. Anteriormente, a estimativa para o mercado de PCs em 2011 era de uma alta de 9,4%, porcentual que foi cortado para 3,8%. O diretor de análises do Gartner, Ranjit Atwal, explica que a expectativa original era de que a economia global se estabilizaria no segundo semestre e os consumidores atualizariam seus computadores.

Entretanto, além da mudança nos rumos econômicos, os PCs vêm perdendo a preferência na hora da compra pelo tablets e smartphones.

Na previsão do Gartner, as vendas de tablets crescerão mais de três vezes este ano, para cerca de 70 milhões de unidades, enquanto as de smartphones terão um aumento de 57,7%, para 468 milhões de unidades globalmente.

Os mercados que vêm sustentando a indústria de PC são os emergentes, como China, Rússia e Brasil, que por sua vez não estão imunes ao avanço dos tablets. Na avaliação do instituto de pesquisas, o lançamento dos aparelhos nesses mercados a preços mais baixos pode mudar o comportamento dos consumidores e afetar as vendas de PCs.

Para janeiro de 2012, a previsão de vendas de PCs é de 352 milhões de unidades, 54 milhões de unidades a menos que a projeção para dezembro de 2011.

Também o Gartner sugere que um estímulo para a indústria de computadores só deverá ocorrer ao final de 2012, isso se as grandes começarem a oferecer notebooks mais finos e leves por menores preços.

O analista cita movimentos recentes da indústria que apontam as dificuldades vividas pelo segmento, como o fato de que a HP desmembrou sua unidade de PCs, a Acer anunciou previsão de prejuízo para este ano e a Dell cortou sua estimativa de receita para 2011.

Essas empresas têm de mudar o modelo de negócios, segundo Atwal, já que os volumes não são mais tão elevados quanto antigamente, e evoluir para uma linha mais diversificada de equipamentos, como telefones, tablets e televisores.

- A Apple vem mostrando o caminho, mas ainda não sabemos se outras companhias conseguirão fazer o mesmo.

Fonte: R7 - Tecnologia e Ciência

4% de todas as fotos tiradas até hoje estão no Facebook

Facebook, rede social criada por Mark Zuckerberg, tem mais de 750 milhões de usuários no mundo.
Cerca de 4% de todas as fotos tiradas até hoje no mundo estão postadas no Facebook. De acordo com o site 1000memories, das mais de 3,5 trilhões de fotos tiradas ao longo dos 200 anos de história da fotografia, o Facebook armazena mais de 140 bilhões delas. Com o advento das câmeras digitais, os números aumentaram consideravelmente, e estima-se que 2,5 bilhões de pessoas são proprietárias de uma câmera ao redor do mundo. E Jonathan Good, responsável pelo site 1000memories, acredita que cada pessoa deve tirar mais de 150 fotos neste ano, totalizando 375 bilhões de fotografias só em 2011.

Segundo o site Geek, 20% de todas as fotos tiradas em 2011 serão armazenadas no Facebook. Para se ter uma ideia, a biblioteca de imagens da rede social é 10 mil vezes maior do que a da biblioteca do Congresso americano.

Outras redes sociais como Flickr têm apenas 6 bilhões de fotos, a mesma quantidade de fotos que são postadas no Facebook em apenas um mês. E o Instagram contabilizou apenas 150 milhões de imagens até hoje.

O levantamento também mostrou que as pessoas estão tirando fotos quatro vezes mais do que elas tiravam há dez anos. O aumento se deve ao barateamento das câmeras digitais e também da facilidade de enviar, instantaneamente, fotos de sua câmera para as redes sociais.

Fonte: 1000memories

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Sony Tablet S

A Sony pode estar chegando atrasada ao mercado de tablets, mas sua aposta na diferenciação pode render frutos.
Demorou, mas a Sony finalmente anunciou seu primeiro tablet Android. Batizado de “Tablet S”, o aparelho tem uma tela de 9.4 polegadas e chega às lojas nos EUA ainda neste mês, com preço inicial de US$ 499 por um modelo com 16 GB de memória interna, ou US$ 599 com 32 GB. Se você pensa que o Tablet S é apenas mais um “clone de iPad” que pode ser ignorado, está enganado. Ele mostra que a gigante dos eletrônicos de consumo não perdeu sua habilidade no design de produtos, e é cheio de originalidade e refinamentos em um mercado que precisa desesperadamente de ambos.

Sony Tablet S
Sony Tablet S: Android "Honeycomb" e design único

O que distingue o Tablet S de seus concorrentes não é sua ficha técnica, mas seu design: é difícil não notar a atenção aos detalhes.

Design em cunha é único
O Tablet S tem um design em cunha, que segundo a Sony foi inspirado nas curvas de uma revista dobrada, e varia de 7,6 mm de espessura na parte mais fina até 2 cm na parte mais grossa.

A Sony sacrificou a espessura em favor de algo que é mais agradável de segurar. O design incomum traz dois benefícios: o primeiro é que na parte mais grossa o plástico se curva ao redor da borda, o que torna a empunhadura mais confortável. Um acelerômetro muda a imagem na tela de acordo com a orientação do aparelho, então você pode segurá-lo confortavelmente com qualquer uma das mãos. O segundo benefício é que a inclinação deixa o aparelho numa posição ideal para digitação, tornando-a mais natural que em concorrentes “planos” como o iPad 2 da Apple ou o Galaxy Tab 10.1 da Samsung.

Sony Tablet S
Inclinação deixa o tablet na posição ideal para digitar

O Tablet S pesa cerca de 600 gramas de acordo com a Sony, o que o coloca no mesmo patamar que o iPad 2. Mas a sensação de peso é diferente, porque o design em cunha distribui o peso dos componentes de forma desigual, o que dá a impressão de que ele é mais leve do que realmente é. Em uma comparação lado-a-lado, o iPad 2 pareceu ser um pouco mais pesado, o que não é verdade.

Bom para digitar
Assim como os outros tablets com Android 3 (“Honeycomb”), o Tablet S é claramente otimizado para uso no modo paisagem. Ao segurá-lo nessa posição, notei que os dedos repousam naturalmente sobre os botões de força e volume, na lateral direita do aparelho.

Há numerosas mudanças na interface. A Sony evitou uma “reforma completa”, como a Samsung fez com o TouchWiz no Galaxy Tab 10.1, mas modificou as coisas para que várias tarefas possam ser realizadas de forma mais intuitiva. Ela também adiconou widgets e atalhos úteis à tela inicial. O visual da lista de aplicativos também foi modificado, para facilitar a navegação.

O teclado padrão do Android foi substituído por uma versão proprietária. Gostei muito do layout, principalmente porque ele não me fez ficar procurando as teclas. Em alguns casos, como durante a digitação de uma senha, a largura do teclado é reduzida para que apenas a porção numérica seja visível. Gostaria que mais teclados de tablets dessem destaque para o teclado numérico, ou ao menos oferecessem uma opção para isso.

Se adapta à sua rotina
Navegar na web ou ler um livro no Tablet S é uma experiência agradável. Por exemplo, usando um aplicativo incluso e o emissor de infravermelho embutido você não terá problemas para transformar o Tablet S em um controle remoto universal para comandar os vários componentes de meu home-theater, incluindo múltiplos gravadores de DVD, players de Blu-Ray e TVs, não importa o fabricante ou idade do equipamento.

Perfeito para os Gamers
Outro recursos que tem muito potencial: o Tablet S e seu irmão menor, o Tablet P, serão os primeiros tablets com certificação PlayStation, e jogos como Crash Bandicoot e Pinball Heroes vem pré-instalados. Não importa que Crash é um jogo de 1996, ainda é divertido e atraente.

O potencial é imenso se levarmos em conta a biblioteca de títulos para o console da Sony, e pode ser multiplicado se a empresa adicionar também títulos do PlayStation Portable (PSP). No momento há poucos detalhes, mas a empresa irá oferecer ainda neste ano uma loja com mais títulos disponíveis. Este é um recursos que claramente diferencia o tablet da Sony dos concorrentes perante os olhos dos gamers.

Preste atenção à tela
A ficha técnica do Tablet S é familiar a qualquer um que acompanha os tablets Honeycomb: um processador dual-core Nvidia Tegra 2 de 1 GHz, 1 GB de RAM e 16 ou 32 GB de espaço em disco. A tela, entretanto, tem 9.4 polegadas, o que o torna único entre os concorrentes, que em sua maioria tem telas de 10.1 polegadas (com exceção do Acer A100, com 7 polegadas, e o LG G-Slate, de 8.9 polegadas).

Entretanto a resolução de tela é a mesma dos modelos de 10.1 polegadas, 1280 x 800 pixels. Ela usa a tecnologia TruBlack, criada para as TVs de alta-definição da Sony, que reduz os reflexos e aumenta o brilho e contraste da imagem. Ainda assim, como todo tablet com um painel LCD, a tela vira praticamente um espelho sob a luz direta do sol. Mas sob luz ambiente, ele parece ser melhor que a maioria dos concorrentes.

Botões, câmeras e conectores
A câmera frontal do Tablet S tem apenas 0.3 megapixel e a traseira tem 5 MP (sem flash). A princípio o aparelho parece tirar fotos decentes, embora eu tenha notado uma certa dificuldade com os tons de pele e não o tenhamos submetido à nossa bateria completa de testes.

Na lateral esquerda o tablet tem uma saída para fones de ouvido e uma tampa que cobre um slot para cartões SD e uma porta micro USB. A porta é usada para conexão ao PC, e quanto ao slot a Sony tomou uma decisão estranha: ele só pode ser usado para transferir arquivos de um cartão para a memória interna, e não serve como uma expansão de memória como no Eee Pad Transformer. Esperamos que a empresa reconsidere a decisão e altere este comportamento em uma atualização de firmware futura.

Sony Tablet S
Porta micro USB e leitor de cartões SD ficam na lateral

Na parte de baixo fica uma porta proprietária para uma dock e carregador. Poderíamos entender a decisão por um conector proprietário se o tablet ao menos se recarregasse rapidamente, o que não é o caso na unidade de pré-produção, que demorou muito mais do que o esperado.

Software e usabilidade
O Tablet S está cheio de ajustes de software e hardware que o destaam dos concorrentes. Por exemplo, a Sony adicionou um algoritmo proprietário ao firmware da tela de toque que analisa o movimento dos dedos e melhora a resposta. O menu de aplicativos, que foi redesenhado, permite aumentar o tamanho dos ícones ou selecionar modos de visualização personalizados como “ordem alfabética” ou “mais recentes primeiro”.

A Sony também promete um punhado de aplicativos customizados. A galeria de imagens padrão foi substituída por uma versão modificada, assim como o Media Player, que produz som muito melhor que o player nativo que é parte do sistema operacional. Em meus testes informais o player da Sony melhorou significativamente o volume, graves, e qualidade geral de som. Infelizmente, a melhoria só é perceptível com o player da Sony, que tem recursos limitados.

Um recurso conveniente nos aplicativos da Sony é a capacidade de enviar conteúdo para qualquer aparelho compatível com DLNA (como TVs) que for detectado. Isso pode explicar a ausência de uma porta HDMI para ligação a TVs de alta-definição.

Fonte: PC World

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Como instalar o Windows 8 em uma máquina virtual

Experimente o novo sistema da Microsoft sem precisar de um PC extra, e sem colocar em risco sua instalação do Windows 7.
Se você quer experimentar o Windows 8 Developer Preview, mas não quer ou pode instalá-lo em um HD ou partição separada. E nem pense em colocá-lo no mesmo HD ou partição que o Windows 7, pois este será “removido” durante a instalação. Mas existe uma outra opção! Você pode brincar com o novo sistema em uma máquina virtual, um “PC” dentro de seu PC, que pode ser facilmente removido depois que você saciar sua curiosidade, sem colocar seus arquivos em risco. Para isso vamos precisar de um software de virtualização.

Vamos usar o VirtualBox, que é gratuito e tem versões para Windows, Linux e Mac OS X. Instale o programa, e vamos começar a montar nosso “PC Virtual”.

Criando a máquina
Para começar, clique no botão Novo no canto superior esquerdo da janela do programa. Dê um nome para sua máquina virtual e selecione o Windows 7 como sistema operacional. Certifique-se de que sua escolha de sistema (32 ou 64 Bits) corresponde à versão do Windows 8 que você baixou. Dica: se o que você quer é brincar um pouco pegue a versão de 32-Bits, que é a menor (2.4 GB) e tem tudo o que você precisa.

Clique em Próximo, e você será levado a uma tela que pergunta quanta memória você quer dedicar à sua máquina virtual. A versão de 32-Bits do Windows 8 requer pelo menos 1 GB para rodar, e a de 64-Bit requer 2 GB, mas quanto mais, melhor ele vai rodar. Só não exagere: a dica aqui é dar à máquina virtual no máximo um terço da quantidade de RAM que está instalada em seu PC. Se seu micro tem 4 GB de RAM, dê 1 GB (1024 MB) para a máquina virtual. Se tem 6 GB, dê 2 GB (2048 MB). Clique em Próximo.

Deixe as opções em Disco Rígido Virtual e Criar novo Disco Virtual como estão clicando em Próximo. Agora você pode escolher se quer que o HD de seu PC Virtual será Dinamicamente alocado ou se terá Tamanho Fixo. Recomendamos a primeira opção. Na tela seguinte, certifique-se de que o “HD” tem pelo menos 16 GB se você estiver instalando a versão de 32-Bit do Windows 8, ou 20 GB para a versão de 64-Bit. Clique em Próximo e em Criar para criar sua máquina virtual.

Como instalar o Windows 8 em uma máquina virtual
Seu "PC" aparecerá na lista de máquinas virtuais na janela principal do VirtualBox

Ajustes finais
Seu novo “PC” irá aparecer na lista de máquinas disponíveis na janela principal do Virtual Box. Selecione-o e clique no botão Configurações. Se seu processador tiver suporte à virtualização, você poderá dar ao PC virtual acesso a núcleos adicionais no item Processador dentro do submenu Sistema.

Clique no submenu Armazenamento e no item Vazio sob Controladora IDE. Clique no pequeno ícone de um CD ao lado do menu Drive de CD/DVD, e selecione a opção Selecione um arquivo de CD/DVD virtual. Indique o arquivo ISO de instalação do Windows 8 que você baixou. Agora clique no botão OK.

Cruze os dedos e clique no botão Iniciar para “ligar” seu PC virtual pela primeira vez. O VirtualBox irá “dar boot” e carregar o instalador do Windows 8, que é bem similar ao do Windows 7. Siga as instruções na tela, e em poucos minutos você estará brincando com a interface do novo sistema. Divirta-se!

Fonte: PC World

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Perfil nas redes sociais influencia avaliação profissional

As redes sociais podem ser um atalho para uma vaga no mercado de trabalho, mas é preciso cuidado com o que se publica.
Está quase todo mundo conectado nas redes sociais, mas você sabe o que deve ser evitado dentro da internet? Esta postagem mostra os riscos e as armadilhas das redes e como o seu perfil pode ter influência na hora de conseguir ou manter um emprego. Todo mundo sabe que as redes sociais são populares. Elas reúnem amigos, colegas de trabalho e contatos profissionais.

O que a maioria das pessoas não se dá conta é que o modo como se comporta nas redes sociais pode aumentar as chances de conseguir uma contratação no mundo lá fora. Dependendo do que se expõe nas redes, pode também prejudicar profissionalmente.

Uma pesquisa feita por uma das maiores consultorias de recrutamento de pessoal do mundo, com 210 executivos brasileiros, mostrou que 83% deles acreditam que o perfil dos candidatos nas redes sociais influencia na hora de fazer uma avaliação do profissional.

Ao todo, 44% dos entrevistados disseram que um perfil negativo pode ser suficiente para desclassificar um candidato em fase de seleção. Apenas 39% dos executivos disseram que conversariam com um candidato mesmo se ele tiver um perfil considerado ruim na internet.

Veja dicas para usar as redes sociais a seu favor no mercado de trabalho:

10 dicas para usar as redes sociais no trabalho



Fonte: G1- Bom Dia Brasil

domingo, 18 de setembro de 2011

Gears of War 3

Game se sai bem ao investir em modo cooperativo para 4 jogadores e novidades no multiplayer, além de caprichar na narrativa. Título chega ao Brasil em 20/09/2011.
É difícil imaginar que já se passaram cinco anos desde que o primeiro “Gears of War” foi lançado para Xbox 360, menos de um ano após a chegada do console da Microsoft ao mercado. E apesar de a série certamente ter amadurecido de várias maneiras durante esse tempo, ela não passou necessariamente por nenhum tipo de reinvenção de grande porte. No entanto isso não é algo inteiramente negativo.

Em vez de tentar colocar diversas mudanças que não pertencem à fórmula, a produtora Epic Games manteve sua franquia de ficção científica atual e interessante ao introduzir gradualmente novos recursos, ideias e melhorias que só tem a acrescentar à experiência de “Gears”. Ao fazer isso, eles preservaram a essência do que tornou sua franquia tão reverenciada, enquanto não deixaram que o novo game pareça apenas mais uma sequência preguiçosa.

“Gears of War 3” também se mantém fiel a sua filosofia. Apesar de algumas vezes parecer mais uma continuação dos jogos anteriores, ainda é uma experiência de ação muito mais refinada do que seus antecessores – e faz valer a pena conferir esse último capítulo da trilogia.

Mas “Gears 3” não é inteiramente destituído de novos recursos. Provavelmente a mudança mais notável introduzida no game é a adição do modo cooperativo para quatro jogadores. Jogar a história principal com até outros três jogadores não apenas torna a campanha mais divertida, como também permite mais oportunidades estratégicas.

Gears of War 3

A inclusão do modo para quatro jogadores também tem efeito na narrativa de “Gears of War 3”. Ao longo da campanha, um grupo de personagens terá realizar uma missão, enquanto outro terá de fazer uma tarefa completamente separada, muitas vezes localizada em um lugar inteiramente diferente no mundo do game.

Os caminhos desses diferentes grupos se cruzarão por várias vezes, o que faz com que o game frequentemente mude sua perspectiva para que você experimente eventos separados acontecendo ao mesmo tempo. Essas missões paralelas ajudam a dar um sentimento muito mais épico a esse confronto final entre os heróis humanos de “Gears” e seus inimigos Locusts.

Mas é uma pena que não é gasto mais tempo no desenvolvimento dos novos personagens de “Gears of War 3”. Existem muitas caras novas, mas suas histórias de fundo não são nem de perto tão desenvolvidas quanto as personagens regulares na série, como Marcus Fenix, Dominic Santiago e o resto da equipe “original” da Delta Squad. O resultado é uma história instável em que momentos memoráveis são ofuscados por cenas que te deixarão coçando a cabeça.
Gears of War 3

Também há alguns momentos emocionantes na trama de “Gears 3”, que é algo que a franquia havia explorado apenas de maneira mais leve anteriormente. Sem contar exatamente o que acontece, há alguns eventos inesperados ao longo da campanha. E mesmo que alguns desses momentos delicados pareçam um pouco estranhos e forçados no meio da carnificina e caos intermináveis, os riscos que os roteiristas de “Gears” aceitaram tornam essa a história mais forte da série até o momento.

E apesar de a experiência single-player do game ser deficiente em alguns aspectos, o mesmo não pode ser dito do seu robusto modo multiplayer. Na verdade, a experiência multiplayer é tremendamente satisfatória de modo geral. Favoritos da série como o retorno do modo de sobrevivência Horde, de “Gears 2” – que volta com melhorias notáveis como defesas e truques, como cercas de arame farpado que diminuem o ritmo das tropas inimigas.

No entanto, um dos modos mais excitantes de “Gears of War 3” é algo inteiramente novo: o modo Beast. Na superfície, é uma inversão do modo Horde em que você pode jogar como os caras malvados – a horda Locust – em vez de assumir o papel de Marcus e companhia. Mas é muito mais profundo uma vez que se torna uma corrida contra o relógio para destruir seus alvos humanos o mais rápido possível para adicionar tempo ao relógio, ao contrário do modo Horde, em que seu objetivo é ficar vivo o máximo de tempo possível.

Gears of War 3

Jogar como cada um dos diferentes personagens Locust também é algo diferente, já que algumas das classes mais volumosas se movem pelo campo de batalha de modo lento e dependem de poderosos ataques melee para derrotar os oponentes. Outros monstros como os Tickers ajudam seus companheiros monstruosos ao destruir barricadas e outras defesas. Há ainda uma centopéia gigante (chamada “Serapede”) que pode se mover rapidamente pelo mapa e só pode ser ferida por meio de ataques à sua cauda luminosa.

Mesmo que você só jogue a campanha de “Gears 3” e nunca mais volte a jogá-la, existem modos multiplayer e itens destraváveis suficientes para te manter ocupado por meses após o lançamento do título. O modo multiplayer de “Gears” já foi criticado no passado por ser algo raso que não compete com outros jogos de tiro, e os desenvolvedores fizeram um trabalho louvável em renová-lo de verdade dessa vez.

Gears of War 3

No final das contas, o fim da história de “Gears of War” finalmente está aqui. E mesmo que a fórmula da franquia não tenha sido realmente alterada, quem se importa? “Gears 3” não deixar de ser o título mais bem finalizado e satisfatório da série, e apresenta ideias novas o bastante para tornar mais do que válido jogar essa aguardada conclusão da história.

Fonte: PC World Games

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