domingo, 2 de outubro de 2011

O melhor BlackBerry do momento é o Bold 9900

Bold 9900 tem muitas qualidades, mas não deve desbancar iPhone e Android.
Pra começar, o Bold 9900 é muito bonito. O acabamento em aço faz sua primeira aparição em um BlackBerry. Os botões brilham no escuro, o que é útil em situações de pouca ou muita luz. Também é o BlackBerry mais fino já produzido. É bem mais largo do que o iPhone, mas tem quase a mesma espessura. E é rápido também. E a bateria dura um dia inteiro, às vezes até dois, com uma só carga. O Bold 9900 tem um teclado muito confortável, com a pressão das teclas perfeitamente reguladas. A opção usada no iPhone (digitação na tela) é mais eficiente quando é necessário digitar acentos ou trocar idiomas.

Mas, no resto do tempo, não há dúvidas: o teclado do BlackBerry é superior. Especialmente o deste modelo.

Apesar disso, pela primeira vez em um BlackBerry, o teclado é acompanhado de uma tela sensível ao toque de alta qualidade. A tela é mais “quadradinha” do que a do iPhone, no estilo das telas do BlackBerry. Por essa razão, ela fica devendo quando se usa o GPS ou o navegador. Mas tem bom brilho e responde bem ao toque.

Aparelho é bom, mas não o suficiente

Apesar de suas qualidades, o 9900 ainda não consegue competir com iPhone e Android. Não há câmera frontal, então não há como fazer chats com vídeo. Também não dá para fazer com que o aparelho funcione como roteador sem fio.

E a fraca loja de aplicativos do BlackBerry não chega nem perto das lojas concorrentes.

E sabe o que mais? O número de empresas envolvidas no mercado de smartphones encolheu recentemente, e isso é uma pena.

Apenas nas últimas duas semanas, a HP “matou” o seu tablet TouchPad e seus smartphones Pre. E o Google comprou a divisão de celulares da Motorola. Inovação é bom, competição é melhor ainda. Um mundo apenas com telefones da Apple e do Google seria menos emocionante.

É triste ver a RIM lutando para sobreviver. Sim, a empresa cometeu alguns erros graves: ela se dedicou apenas a aparelhos para usuários corporativos por muito tempo, ignorando a tendência de telas multitoque e design sofisticado. Ela perdeu muito tempo e gastou muito dinheiro para produzir o seu desastroso tablet Playbook.

Mas o excelente aparelho 9900 mostra que, quando pressionada, a RIM pode criar produtos vencedores. Esse aparelho é o melhor BlackBerry já produzido, mas, contra as gigantescas forças do iPhone e do Android, é um avanço pequeno. Espero que haja fãs do BlackBerry dispostos a comprar os novos aparelhos e que a empresa reaja antes de que a manchete seja “RIP RIM”.

OBS: O aparelho está disponível apenas nos Estados Unidos e não é vendido desbloqueado, apenas vinculado a planos de operadoras locais.

Fonte: IG Tecnologia

sábado, 1 de outubro de 2011

Chrome deve superar o Firefox ainda esse ano

Navegador do Google tem 23,6% de participação no mercado e está em crescimento, diferente do Firefox que tem 26,3% e deve continuar caindo.
O Chrome deve superar o Firefox e se tornar o segundo navegador mais popular do mundo a partir de dezembro. Atualmente, o navegador do Google tem cerca de 23,6% do mercado mundial de navegadores, contra 26,3% do Firefox. O líder ainda é o Internet Explorer, com cerca 41,7% do mercado em setembro. O Chrome, lançado em 2008, aumentou sua participação em 8 pontos percentuais desde o começo do ano, enquanto o Firefox perdeu 4 pontos e o IE 9 diminuiu sua participação em 9%.

Com esse ritmo de crescimento, o navegador do Google terminará o ano com 26,6% de participação, contra 25,3% do Firefox.

No começo do ano, a Mozilla iniciou um projeto que visa lançar novas versões do Firefox a cada seis semanas. Desde março já foram divulgadas quatro versões: do Firefox 4 até a atual 7.0. No entanto, a medida está sendo criticada por muitos usuários e desenvolvedores, que têm dificuldades de adaptar extensões para as novas versões do navegador.

Fonte: Mashable

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Um ano de LibreOffice

LibreOffice faz seu Primeiro aniversário.
Hoje (30/09/2011) marca o primeiro aniversário da versão beta do nosso LibreOffice, os usuários Linux tem mais afinidade como essa suite de trabalho, são 15 Milhões de usuários Linux, como LibreOffice é fornecido por padrão na maioria das principais distribuições Linux incluindo o Ubuntu, esse numero só tem a crescer. Estima-se que são um total de 25 milhões de usuários em todo o mundo, com 10 milhões de usuarios sendo no Windows e Mac OS X. Em apenas 12 meses o LibreOffice consolidou-se como a suíte de escritório "livre" mais usada para milhões de usuários Linux.

Parte deste sucesso e popularidade se da pela abertura do LibreOffice a comunidade de desenvolvimento.

Na verdade, de acordo com Norbert Thiebaud, do Comité de Direção, a Fundação LibreOffice tem atraído mais desenvolvedores a cada dia e isso contribui como o desenvolvimento da ferramenta.

"O que conseguimos em apenas 12 meses é incrível", diz Charles Schulz, também membro do Comitê Diretivo TDF.

"Nós temos 136 membros que foram indicados por suas contribuições ao projeto, temos cerca de 270 desenvolvedores e 270 localizadores (embora a gente sempre quer atrair mais), muitos dos quais também são membros, temos mais de 100 listas de discussão, com mais de 15 mil assinantes, metade dos quais receberá todos os nossos anúncios, e tem havido milhares de artigos na mídia mundial".

Atraindo mais e mais desenvolvedores "comete" (correções e alterações), LibreOffice viu seu ciclo de lançamento acelerado - outra mudança que provavelmente ajudou o LibreOffice.

Para quem queira experimentar essa suite completa de escritório vá ao site oficial http://www.libreoffice.org/download/.

Fonte: Inforlogia

Alunos sabem mais de internet que os professores

Pesquisa do CGI.br mostra que 64% dos docentes entrevistados acreditam que os alunos entendem mais de computador e internet do que eles mesmos.
O uso das tecnologias de informação e comunicação (TICs) nas escolas ainda é desafio para boa parte dos professores. Pesquisa divulgada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) mostra que 64% dos docentes entrevistados acreditam que os alunos entendem mais de computador e internet do que eles próprios. Diretores, coordenadores pedagógicos e professores apontam a faltam de infraestrutura adequada como um dos fatores de limitação para o uso efetivo da tecnologia no aprendizado. Entre os problemas, foram citadas a baixa velocidade de conexão e o número insuficiente de computadores conectados.

A pesquisa entrevistou 1,5 mil professores e quase 5 mil alunos de 497 escolas para identificar os usos da internet na rotina do ensino público do país. Segundo o CGI.br, 100% das unidades da rede em área urbana estão equipadas com computadores e 92% têm acesso. Em média, os colégios tinham 23 computadores instalados e 18 em funcionamento. Para 75% dos docentes entrevistados, a principal fonte de apoio para o desenvolvimento de suas habilidades tecnológicas são os contatos informais com outros educadores.

Na avaliação do diretor de Formulação de Conteúdos Pedagógicos do Ministério da Educação (MEC), Sérgio Gotti, é natural que os professores aprendam com seus alunos e colegas em função da velocidade com que as tecnologias evoluem atualmente. O ministério conta com um programa de capacitação para o uso do computador que já formou mais de 300 mil profissionais, mas, segundo Gotti, é impossível que esse curso seja a única fonte de formação e atualização dos docentes.

“O professor precisa sempre estar procurando novas formas de atualização, até mesmo pela internet, mas principalmente com os seus alunos, com a nova geração”, assinala.

Das escolas que participaram da pesquisa, 81% têm laboratório de informática, mas 14% não contam com conexão à rede. Apenas 4% das salas de aula têm computador. O local da escola em que a máquina está mais presente é na sala do diretor ou coordenador pedagógico (88%).

Para o Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br), que coordenou os estudos, o modelo de acesso às TICs via laboratório de informática precisa ser superado para que o computador seja inserido na rotina de aprendizagem da sala de aula.

Gotti não acredita que o laboratório de informática deva ser aposentado, mas defende que novas tecnologias sejam incorporadas à sala de aula. Ele cita como exemplo o Programa Um Computador por Aluno (UCA), que desde o ano passado disponibiliza uma linha de financiamento para que estados e municípios comprem a custo mais baixo laptops para serem usados individualmente pelos alunos. Segundo o diretor do MEC, cerca de 250 mil equipamentos já foram adquiridos pelas redes de ensino. O ministério já estuda a possibilidade do uso de tablets em sala de aula, mas ainda não há definição de qual seria a política adequada.

Fonte: IDG Now!

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Fotos de Scarlett Johansson nua espalhadas pela web

Caso
Fotos tiradas pela atriz norte-americana Scarlett Johansson nua na intimidade de sua casa pararam em diversos sites da web na metade de setembro, depois que foram roubadas de seu smartphone BlackBerry. O caso ainda não foi solucionado, mas o caso se tornou parte de uma grande investigação do Federal Bureau of Investigation (FBI), que trabalha com a hipótese de que hackers teriam invadido o celular da atriz por meio da internet.

Quem tem um smartphone conectado à internet está cada vez mais exposto a ataques virtuais. Por meio de aplicativos maliciosos e mensagens infectadas com vírus, em vez de fotos reveladoras, cibercriminosos tentam conseguir informações para roubar dinheiro.

E estes ataques estão dando certo: de acordo com dados da empresa de segurança McAfee, o número de malware, categoria que inclui vírus e outros programas maliciosos, dobrou em pouco mais de dois anos.

“Em seis anos os vírus para smartphones tiveram a mesma evolução que os vírus para desktop tiveram em duas décadas”, diz José Matias Neto, gerente de suporte técnico da McAfee para a América Latina.

Apesar do crescimento, a categoria de malware para smartphones ainda representa uma pequena porção do total de vírus desenvolvidos para computadores. No segundo trimestre de 2011, havia 1.200 variações de vírus, de acordo com a McAfee, enquanto foram registrados quase 6 milhões de vírus para computadores.

A primeira ameaça para smartphones apareceu em 2004, quando ainda existiam poucos smartphones no mercado. A maioria deles tinha sistema operacional desenvolvido pelo próprio fabricante, como o BlackBerry, e também havia alguns aparelhos com o sistema operacional Windows Mobile, da Microsoft. Conhecido como Mosquito, tratava-se de um cavalo-de-troia disfarçado de game, que enviava mensagens para números pagos, sem o consentimento do usuário.

Logo depois apareceram outros programas maliciosos, como o worm Cabir, que rapidamente passou a infectar aparelhos em diversos países, por meio de conexões Bluetooth desprotegidas.

“Eles continuaram a desenvolver outras variações desses programas, porque o crime se mostrou lucrativo”, diz Tim Armstrong, analista de malware da Kaspersky para os Estados Unidos. A empresa, que usa uma metodologia de pesquisa diferente da McAfee, aponta que já existem mais de 4 mil tipos de vírus para smartphones. China e Rússia lideram na produção deste tipo de vírus.

Aplicativos maliciosos assumem controle

Com a chegada do iPhone e dos aparelhos com sistema operacional Android ao mercado, e seu repentino sucesso de vendas, os cibercriminosos viram que criar malware para smartphones – muitas vezes para diversos modelos de uma vez só - poderia ser ainda mais lucrativo. Em 2008, logo após a chegada do HTC G1, primeiro aparelho com Android do mercado, os ataques se multiplicaram. “Tivemos um grande ‘boom’ e o número de ameaças quase dobrou em um ano”, diz Neto, da McAfee.

Um dos motivos que contribuíram para o aumento da quantidade de ataques foi o lançamento das lojas de aplicativos, que se tornaram uma das formas de disseminar o código malicioso, sem precisar invadir o aparelho do usuário.

Por meio delas, os criminosos disponibilizam aplicativos falsos, que se escondem sob games e até antivírus, e os próprios usuários completam o serviço. “O usuário ainda tem a sensação de que não precisa de antivírus no smartphone”, diz Fabiano Tricarico, gerente nacional de vendas da Symantec no Brasil.

Os aplicativos instalam vírus e outros malwares no aparelho do usuário, deixando o usuário à mercê do criminoso, que passa controlar recursos e informações. “Muitas vezes a pessoa infecta o computador quando conecta o smartphone para sincronizar informações”, diz Tricarico. “Muitas empresas agora enfrentam problemas de segurança na rede por conta do uso desses aparelhos no trabalho.” No atual momento, os smartphones com Android são as principais vítimas de ataques.

Tablets devem ser próximo alvo

Apesar de as empresas de segurança não fornecerem dados sobre os ataques de malware em smartphones no Brasil, especialistas apontam que a tendência é de crescimento, já que aumenta o número de brasileiros que possuem smartphone.

Os ataques também devem se tornar mais “certeiros” nos próximos anos. “Os cibercriminosos já passaram da fase de aprendizado e criam ataques cada vez mais avançados”, diz Neto, da McAfee.

Como usam sistema operacional igual ao do smartphones, os tablets são o próximo alvo dos cibercriminosos. Apesar de os ataques direcionados para esses aparelhos ainda representarem apenas uma pequena parcela, podem trazer retorno mais rápido, já que os usuários têm acesso a poucas opções de sistemas de segurança disponíveis.

Dentre os cinco principais antivírus do mercado para dispositivos móveis, apenas dois foram desenvolvidos também para funcionar em tablets, embora os outros também rodem nesses aparelhos.

Fonte: IG Tecnologia

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Brasil em alta na competitividade no setor de TI

Brasil tecnológico.
O Brasil deixou de ser o país apenas do futebol, carnaval e do Pelé, uma República da Banana, somos muito mais do que isso, agora é também dominamos o setor de tecnologia. O Brasil subiu uma posição no ranking que avalia a competitividade no setor de tecnologia da informação de 66 países. A pesquisa, feita pelo Economist Intelligence Unit e pela Business Software Alliance (BSA), foi divulgada nesta terça-feira (27/09/2011).

De acordo com a organização do estudo, a melhora no desempenho do país foi puxada pelo bom ambiente de negócios, pelo número de estudantes e empregos em TI e pelas melhoras no ambiente jurídico. Apesar disso, o país perde pontos por tributação excessiva e baixa penetração de PCs e banda larga.

Nesta edição do estudo, o Brasil subiu para o 39º lugar geral, à frente de países com o México, a Argentina e a Colômbia. Desde a primeira realização do ranking, em 2007, o Brasil já subiu quatro posições, a última lista foi divulgada em 2009.

Entre os países que mais posições subiram, destacam-se a Índia, que subiu dez posições, a Malásia, o Cingapura, a Alemanha, o México e a Polônia. Os primeiros cinco países do ranking são Estados Unidos, Finlândia, Cingapura, Suécia e Reino Unido.

O estudo avalia as condições de 66 países em seis fatores considerados "fundamentais" para a competitividade no setor de tecnologia da informação: o ambiente de negócios, a infraestrutura de TI, o capital humano, ambiente de pesquisa e desenvolvimento, ambiente jurídico e suporte ao desenvolvimento do setor.

"De forma geral, as superpotências de TI já estabelecidas em nível global estão mantendo sua força, mesmo diante da crise econômica. No entanto, novos concorrentes avançam sobre esse domínio", comentou Frank Caramuru, diretor da BSA no Brasil.

Fonte: G1 - Tecnologia e Games

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Mozilla Firefox 7.0 para Windows, Mac OS X e Linux

Download do Firefox 7.
O Mozilla Firefox é um navegador rápido e completo. O Firefox inclui pop-ups, navegação em abas, busca integrada do Google, controles de privacidade simplificados. uma janela do navegador simplificada que mostra mais da página do que qualquer outro navegador e uma série de recursos adicionais que trabalham com você para ajudá-lo a obter o máximo de seu tempo online.

A Web está sempre inovando, e o Firefox define o ritmo com dezenas de novos recursos para proporcionar uma experiência de Web mais rápida, segura e personalizável para todos.

Experiência do Usuário: As melhorias do Firefox oferecem a melhor experiência possível de navegação na web. O novo Firefox possui uma barra de localização inteligente, carinhosamente conhecida como o "Awesome Bar", adaptando-se as preferências do usuário.

Desempenho: O Firefox é construído em cima da poderosa plataforma Gecko, resultando em um produto mais seguro, mais fácil de usar e mais pessoal.

Segurança: O Firefox aumenta o nível de segurança. O a nova proteção contra malware e phishing ajuda a proteger contra vírus, worms, trojans e spyware para manter as pessoas seguras na Internet.

Personalização: Todo mundo usa a Web de forma diferente, e o Firefox permite aos usuários personalizar seu navegador com mais de 5.000 add-ons.

O site do Firefox ainda tem que ser atualizado, mas esperamos que isso vai acontecer dentro das próximas 24 horas.



Fonte: Inforlogia

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More

 
Powered by Blogger