sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Hackers fazem ataques em massa nos E.U.A

Grupo hacker Anonymous.
Hackers reagem à caçada dos Estados Unidos à liberdade da Internet. O grupo hacker Anonymous afirmou na noite desta quinta-feira (19/01/2012) por meio dos seus perfis no Twitter que derrubou o site do FBI, a polícia federal dos Estados Unidos. Às 23h50, o endereço www.fbi.gov estava inacessível. O site ficou fora do ar por cerca de 1 hora. O governo americano não disse se foi uma falha ou se realmente houve um ataque.

Nesta quinta, o Anonymous também disse ter sido responsável pela saída do ar dos sites do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, da Universal Music, da Associação de Filmes dos EUA e da Associação da Indústria Fonográfica do país, dentre outros endereços.

Hackers postam no Twitter a façanha que ter tirado o site do FBI do arA movimentação é em protesto contra a derrubada do site de compartilhamento de arquivos Megaupload e a prisão de seu fundador nesta quinta na Nova Zelândia.

No Twitter, o grupo diz "a internet contra-ataca", e que a luta é pela “liberdade da internet”. Em uma das postagens, o Anonymous também ameaçou um ataque contra o site da Casa Branca.

O Megaupload, um dos maiores sites de compartilhamento de arquivos do mundo, foi tirado do ar nesta quinta. O fundador da companhia e vários de seus executivos foram acusados formalmente de violar leis antipirataria nos Estados Unidos, informaram promotores federais do país. A acusação alega que o site deu aos detentores de direitos autorais mais que US$ 500 milhões em prejuízo por facilitar a pirataria de filmes e outros tipos de conteúdo.

Hackers atacam site do Departamento de Justiça do E.U.A Em comunicado, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos disse que o fundador do Megaupload, Kim Dotcom (também conhecido como Kim Schmitz), e outros três executivos da empresa foram presos nesta quinta na Nova Zelândia a pedido de oficiais norte-americanos.

O Megaupload é único não somente pelo grande volume de downloads que possibilita, mas pelo apoio que tem de celebridades e músicos, geralmente vistos como vítimas da violação das leis antipirataria. Antes de ser tirado do ar, o site trazia o “apoio” de nomes como a socialite Kim Kardashian e os músicos Alicia Keys e Kanye West. As celebridades chegaram a gravar um vídeo de apoio à companhia, mas as imagens foram tiradas do ar pelas gravadoras.

SOPA e PIPA
A derrubada dos sites acontece um dia depois que diversos endereços, incluindo a Wikipédia e a Craigslist, tiraram seus sites do ar em protesto com o SOPA e o PIPA, dois projetos de lei antipirataria que circulam nos Estados Unidos.

O Stop Online Piracy Act (SOPA) é um projeto de lei com regras mais rígidas contra a pirataria digital nos EUA. Ele prevê o bloqueio no país, por meio de sites de busca, por exemplo, a determinado site acusado de infringir direitos autorais. O foco está principalmente em sites estrangeiros, contra os quais as empresas americanas pouco podem agir. No Senado, circula o Protect IP Act, conhecido como PIPA (ato para proteção da propriedade intelectual), outro projeto sobre direitos autorais que mira a internet.

Ambos são apoiados por empresas de entretenimento, constantes alvos de pirataria, mas são questionados por companhias de internet, como Google, Facebook, Amazon e Twitter, que interpretam as medidas como um tipo de censura aos sites e à liberdade de expressão. O SOPA ainda está sendo avaliado por comissão na Câmara; a PIPA deve ir à votação no Senado ainda neste mês.

Fonte: G1 - Tecnologia e Games

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Livros didáticos para iPad

Nova plataforma voltada para educação.
Há muito tempo que os médicos ortopedistas alertam pais e estudantes dos males das pesadas mochilas carregadas pelos estudantes a caminho da escola. A Apple apresenta a solução com o seu iPad, em vez de carregar uma mochila cheia de livros pesados, por que não levá-los num tablet - e de quebra adicionar infográficos animados, vídeos e recursos interativos ao material didático?

Faz todo o sentido, e finalmente pode estar começando a se tornar realidade graças ao aplicativo iBooks 2, que acaba de ser lançado pela Apple e ganhou uma nova seção da iTunes Store, só com livros didáticos. Por enquanto, são muito poucos, há apenas sete títulos para download, todos em inglês e a US$ 15 cada um, mas já dá para perceber como o iPad pode enriquecer e reinventar o material didático (veja exemplo no vídeo acima).

É bem possível que isso seja o começo de uma revolução, e daqui a 10 ou 15 anos todas as escolas só usem tablets. Principalmente porque a Apple parece ter o elemento mais importante: parcerias com as editoras Pearson, McGraw Hill e Houghton Mifflin, que produzem a maioria dos livros didáticos nos EUA e já se comprometeram a adotar a nova plataforma.

Fonte: Superinteressante

Como escolher um no-break

Invés de comprar um estabilizador para o PC, compensa muito mais adquirir logo um estabilizador.
Existem dois tipos de no-breaks: o no-break off-line e o online. O no-break off-line usa a energia da tomada para alimentar o computador até que um problema na rede seja detectado. Neste momento, ele rapidamente liga um inversor de corrente e passa a alimentar o computador com a bateria interna do no-break. O inversor de corrente transforma a corrente contínua da bateria em corrente alternada de 120 volts a 60 Hertz.

No no-break online, o computador é sempre alimentado pela bateria e ela é recarregada constantemente. No no-break online o tempo de troca para a alimentação por bateria é nulo. Esta é uma fonte de energia bem estável.

Os sistemas de no-break off-line são mais comuns para residências e pequenas empresas porque geralmente custam a metade do preço do sistema online. Os sistemas online fornecem corrente estável e extremamente limpa, então tendem a ser usados em servidores e para aplicações críticas.

O no-break deve ser compatível com a máquina em termos de potência. Como a unidade de medida é diferente – Watts para computador e Volt-Ampère para no-break -, basta usar uma regra simples: some o valor, em Watts, de todos os aparelhos que serão ligados a ele (procure essa informação no manual ou na fonte do aparelho) e acrescente 70%.

O resultado será a potência que o no-break precisa ter. Para ligar a um computador simples, sem outros periféricos, o no-break precisa ter 350 VA, no mínimo. Se for ligar uma impressora laser, esse número aumenta consideravelmente, uma vez que o equipamento demanda cerca de cinco vezes mais energia que um PC.

Vale lembrar: compre sempre produtos certificados pelo Inmetro. Eles são exaustivamente testados quanto á sua eficiência antes de irem ao consumidor final.



Fonte: Trecologia

Fundador do Megaupload “entra em cana”

Site de compartilhamento Megaupload.
Revivendo um passado não muito honroso os Estados Unidos da América parece ter iniciado uma nova caça às bruxas, agora contra os que eles julgam piratas da Internet. Um dos maiores sites de compartilhamento de arquivos do mundo, o Megaupload, foi tirado do ar nesta quinta-feira (19/01/12). O fundador da companhia e vários de seus executivos foram acusados formalmente de violar leis antipirataria nos Estados Unidos, informaram promotores federais do país.

A acusação alega que o Megaupload.com deu aos detentores de direitos autorais mais que US$ 500 milhões em prejuízo por facilitar a pirataria de filmes e outros tipos de conteúdo.

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos disse, em um comunicado, que Kim Dotcom, fundador do site, também conhecido como Kim Schmitz—e outros três executivos da empresa foram presos nesta quinta-feira na Nova Zelândia a pedido de oficiais norte-americanos.

O Megaupload é único não somente pelo volume grande de download que possibilita, mas pelo apoio que tem de celebridades conhecidas e músicos, que geralmente são vistos como as vítimas da violação das leis antipirataria. Antes de ser tirado do ar, o site trazia o “apoio” de nomes como a socialite Kim Kardashian e os músicos Alicia Keys e Kanye West –as celebridades chegaram a gravar um vídeo de apoio à companhia, mas as imagens foram tiradas do ar pelas gravadoras.

A companhia, baseada em Hong Kong, listava Swizz Beatz, um músico, como seu CEO. Antes de o site ser tirado do ar, foi publicado um comunicado dizendo que as acusações de que ele possibilitava infração de leis de direitos autorais eram “extremamente exageradas”.

A maioria do tráfego de dados feito pelo Megaupload é legítimo e estamos aqui para ficar. Se a indústria de conteúdo quiser tirar vantagem da nossa popularidade, estamos felizes em abrir um diálogo. Temos boas ideias, entrem em contato”, dizia o comunicado.

O Megaupload é um site por meio do qual os usuários podem fazer o upload e a transferência de arquivos que são grandes demais para serem enviados por e-mail. Endereços do tipo têm uso legítimo de diversos usuários, mas associações representantes dos detentores dos direitos autorais estimam que a maioria do conteúdo enviado com a ajuda do site seja ilegal.

SOPA e PIPA
O fato acontece um dia depois que diversos sites, incluindo a Wikipédia e a Craigslist, tiraram seus sites do ar em protesto com o SOPA e o PIPA, dois projetos de lei antipirataria que circulam nos Estados Unidos.

O Stop Online Piracy Act (SOPA) é um projeto de lei com regras mais rígidas contra a pirataria digital nos EUA. Ele prevê o bloqueio no país, por meio de sites de busca, por exemplo, a determinado site acusado de infringir direitos autorais. O foco está principalmente em sites estrangeiros, contra os quais as empresas americanas pouco podem agir. No Senado, circula o Protect IP Act, conhecido como PIPA (ato para proteção da propriedade intelectual), outro projeto sobre direitos autorais que mira a internet.

Ambos são apoiados por empresas de entretenimento, constantes alvos de pirataria, mas são questionados por companhias de internet, como Google, Facebook, Amazon e Twitter, que interpretam as medidas como um tipo de censura aos sites e à liberdade de expressão. O SOPA ainda está sendo avaliado por comissão na Câmara; a PIPA deve ir à votação no Senado ainda neste mês.

Fonte: G1 - Tecnologia e Games

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Capa para iPhone se "cura" de arranhões

Capa para iPhone da Nissan.
Essa é uma ótima novidade para os usuários de iPhone mais desastrado, aquele que vira e mexe deixa o gadget cai no chão, o expõe a todos tipos de situação que pode arranhar o aparelho. A Nissan, fabricante japonesa de veículos, está testando a versão beta de uma capa de iPhone com a capacidade de "curar" arranhões (leves) decorrentes de quedas. O acessório tem a tecnologia de pintura Scratch Shield (escudo antirriscos, em tradução livre) que é usada em veículos desde 2005, com a mesma função.

Uma parceria com a Universidade de Tóquio e a empresa japonesa Advanced Softmaterials, a capa é feita de polirotaxano. "Quando um dano ocorre na forma de um risco leve, a estrutura química do material é capaz de reagir e voltar a sua forma original, preenchendo o vão - 'curando' o defeito", explica a nota da Nissan. Arranhões suaves seriam "curados" em cerca de uma hora, enquanto vincos mais profundos poderiam levar semanas para serem recompostos.

Segundo os criadores do produto, a tinta do acabamento, além se 'regenerar' sozinha, também é mais resistente a riscos. A estrutura da capa, feita de plástico automotivo do tipo ABS, também seria mais "rígida e robusta do que outros plásticos".

A versão beta do produto é compatível com os modelos 4 e 4S, e está sendo testada por jornalistas e clientes selecionados. A capa poderia ser comercializada no final deste ano, segundo a fabricante de veículos. A tinta antirriscos já é usada no Japão para o acabamento o celuar N-03B Style Series, da operadora NTT DoCoMo, segundo a Nissan.

Fonte: Terra Tecnologia

Mais de 10 mil sites contra lei antipirataria

Liberdade para Internet,
Esse modesto blog também apóia o protesto contra lei antipirataria nos Estados Unidos, organizado por meio da página "www.sopastrike.com" e que começou pouco após a meia-noite, conta com a participação de empresas como Google, Wikipedia, Reddit, Wordpress e Mozilla, segundo os ativistas. A iniciativa, que inclui o "blecaute" ou a desativação de alguns sites durante 24 horas.

É um projeto da organização sem fins lucrativos Fight for the Future, que procura impedir o projeto de lei conhecido pela sigla SOPA (Stop Online Piracy Act), em sua versão na Câmara de Representantes, e PIPA (Project IP Act), no Senado.

O Google, por sua vez, publicou a seguinte mensagem em sua versão em inglês: "Diga ao Congresso que não censure a internet."

Tiffany Cheng, cofundadora do Fight for the Future, disse na noite desta terça-feira (17/01/2012) que se trata de uma "luta pela liberdade de expressão".

O protesto contra o SOPA é o maior protesto online já organizado. Várias centenas de milhões de pessoas verão mensagens sobre o risco de censurar a internet, e isso é algo sem precedentes.

Na mira estão as duas versões do projeto de lei que têm como objetivo combater a pirataria online de filmes, vídeos, músicas e demais conteúdos protegidos por direitos de propriedade intelectual.

A versão PIPA será submetida a debate e votação no Senado a partir de 24 de janeiro, enquanto SOPA enfrentará votação preliminar no Comitê Judicial da Câmara de Representantes em fevereiro.

O principal autor da iniciativa na Câmara e presidente do comitê, o republicano Lamar Smith, disse que o SOPA procura proteger consumidores, negócios e empregos "de ladrões estrangeiros que roubam propriedade intelectual dos EUA".

O projeto de lei tem amplo apoio do setor de entretenimento - como Hollywood -, de empresas farmacêuticas e publicações, enquanto as empresas do Vale do Silício a criticam pesadamente.

A Casa Branca se opõe à medida em sua versão atual por considerar que esta poderia suscitar processos contra empresas cibernéticas e prejudicar negócios legítimos, além de atropelar o direito à liberdade de expressão.

A previsão é que os legisladores modifiquem certas cláusulas da medida tanto na versão da Câmara como na do Senado, sobretudo devido à exigência de que os provedores de internet bloqueiem o acesso a sites estrangeiros que infringirem os direitos de propriedade intelectual.

Fonte: R7 - Tecnologia e Ciênci

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Tablets com Windows 8 podem ter preço bem salgado

win8tab.
A ideia de ter um tablet com o sistema operacional Windows 8 me parece bem atraente, mas o cenário que está se formando não será tão fácil assim devido ao preço que será um pouco salgado em comparação à outros tablets disponíveis no mercado. O grande motivo pelo qual o iPad reinou absoluto em 2011 foi o preço: a concorrência demorou para lançar tablets abaixo dos US$499 cobrados pelo iPad 2 mais barato. E parece que os tablets com Windows 8 vão fazer o mesmo em 2012: segundo a Digitimes, tablets com processador Intel e Windows 8 devem custar de US$600 a US$900. Por quê?

Segundo fontes da Digitimes, a Intel e a Microsoft não querem baixar o preço dos processadores e do Windows 8: fazer isso iria estimular as vendas de tablets, mas iria prejudicar o mercado de PCs. A lógica é a seguinte: se você pode comprar um tablet barato com Windows 8, pra que comprar um notebook, por exemplo? Tablets baratos iriam reduzir as vendas de PCs ou forçar uma queda nos preços, o que é ruim tanto para a Intel como para a Microsoft.

Vale lembrar que um preço máximo de US$900 já é alguma coisa: na feira CES, os tablets com Windows 7 e Intel custavam mais de US$1.000! Sim, nós queremos tablets com Windows 8 e Intel pra já, mas eles não precisam ter processador da Intel: o Windows 8 tem suporte a processadores ARM, mais baratos.

Só que, nesses tablets, você não pode rodar os programas que quiser: apps na arquitetura x86 são incompatíveis com ARM. Tablets ARM com Windows 8 podem ser mais baratos, porém serão mais limitados, e não rodam o Windows que esperamos.

Basicamente, se você quiser um tablet, deve ter duas escolhas: pagar um preço de laptop pelo Windows 8 completo rodando em CPU Intel, ou pagar preço de tablet para o Windows 8 “limitado” rodando em ARM. Os preços oficiais devem demorar um pouco para surgir, no entanto: o Windows 8 final só deve ser lançado em junho.

Fonte: Gizmodo

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