quarta-feira, 4 de abril de 2012

Museus brasileiros no Google Art Project

Google dando uma força para arte.
O Google lançou ontem (03/03/2012) no Brasil um serviço que mostra fotografias de alta resolução das obras de arte de dois museus brasileiros. Chamado de Google Art Project, o recurso usa a tecnologia do Street View (que exibe fotos de ruas de todo o mundo) para oferecer visitas virtuais em 360 graus a dois museus de São Paulo, o MAM (Museu de Arte Moderna) e a Pinacoteca do Estado de São Paulo, ambos na capital paulista.

As fotos em alta resolução contemplam 98 obras da Pinacoteca e 89 do MAM. Cada um desses museus tem uma obra fotografada em 7 bilhões de pixels (altíssima resolução). Na Pinacoteca a obra com altíssima resolução.

O serviço Art Project - que já existia em outros países desde fevereiro do ano passado - acaba de chegar em sua segunda fase com quase 30 mil obras do acervo de 151 galerias de 40 países, entre elas a Uffizzi, em Florença; o Palácio de Versalhes, na França; o Museu Kampa, em Praga; o Museu Van Gogh, em Amsterdã; e o Museu Estatal Hermitage, em São Petersburgo, na Rússia.

As imagens foram feitas por um conjunto de 15 câmeras instaladas em pequeno carrinho de 2,6 m e que pesa 60 kg.

Internautas que acessa o Google Art Project podem escolher o nome do museu, pesquisar pelo título das obras, montar uma galeria com suas imagens preferidas e compartilhá-la nas redes sociais com seus amigos. Outros recursos são o zoom, que aproxima da tela detalhes das imagens, resumos explicativos sobre as obras e um mapa que ajuda o usuário a “passear” pelo acervo dos museus.

Segundo Alessandro Germano, responsável pelo Art Project na América Latina, o recurso funciona como um complento à experiência de visitar um museu.

— Infelizmente, nem todo mundo pode frequentar museus em várias cidades do mundo. Nosso objetivo é tornar a arte universalmente acessível, trazer novas formas de interação e complementar a experiência que se tem ao visitar o museu.

A América Latina tem dez museus de países como Colômbia, Argentina e Peru que fazem parte do projeto.


Fonte: R7 - Tecnologia e Ciência

Ferramenta de buscas do Facebook

Uma equipe comandada por um ex-engenheiro da Google está construindo uma nova ferramenta de buscas para a rede social.
A guerra entre Google e Facebook ficará mais acirrada. Cerca de 25 desenvolvedores do Facebook, comandados pelo ex-engenheiro do Google Lars Rasmussen, estão trabalhando em um serviço de buscas para a rede social, de acordo com uma reportagem publicada pela Businessweek. Se isso de fato estiver acontecendo, a competição entre as duas gigantes vai se intensificar ainda mais. Citando fontes não reveladas, a publicação disse que, com a novidade, o Facebook quer que os internautas possam pesquisar mais facilmente atualizações de status, fotos e vídeos.

O novo serviço poderia até mesmo evitar que os usuários deixem o site para usar o buscador da Google, segundo analistas.

Leia também: 5 dicas para proteger a sua Linha do Tempo no Facebook

"Estou sabendo que o Facebook está trabalhando em uma nova tecnologia de pesquisas para capturar clientes do Google", disse Patrick Moorhead, analista na consultoria Moor Insights e Strategy.

"A busca ainda é o principal no uso da internet e é a porta de entrada para muitos novos internautas. O Facebook obviamente domina o setor de redes sociais, mas precisa crescer rapidamente no segmento de pesquisa genérica e móvel".

A maior rede social do mundo, que tem em seu horizonte a entrada no mercado de ações (IPO), o que deve fazer a empresa chegar ao valor de 100 bilhões de dólares, tem assistido o Google se direcionar cada vez mais para as mídias sociais.

Como as duas empresas tem nomes fortes e bolsos muito fundos, a rivalidade deve ser grande, já que ambos os lados estão muito bem armados.

Escorpiões
"Não é surpreendente que o Facebook esteja trabalhando em uma ferramenta de buscas, assim como não foi uma surpresa o lançamento do Google+", afirmou Dan Olds, analista na Gabriel Consulting Group. "Google e Facebook são como escorpiões em uma garrafa. Cada vez mais a garrafa se estreita, conforme cada um estende seu alcance. Com o tempo, eles estarão competindo diretamente em todas as suas áreas."

Com essa ação para tentar capturar usuários de buscas online, o Google deve cada vez mais estar atenta ao Facebook, já que a empresa tem mais influência que Microsoft e Yahoo, cujas ferramentas de pesquisas não conseguiram tomar o primeiro lugar da gigante do setor.

"A busca é o maior e mais durável aplicativo web", disse Olds. "De fato, você pode até argumentar que a busca é a web. Ser proprietário de um ferramenta como essa é a chave para um reino de riquezas na internet. Dúzias de anunciantes virão até você e é possível criar diversos produtos baseados na busca. Se o Facebook puder criar um buscador melhor, ou um que seja ao menos decente, eles terão muito mais apelo para vender publicidade.”

Olds também destacou que o Google tem muitos dados de usuários, mas não tantos quanto o Facebook. Uma ferramenta de pesquisas forte, portanto, poderia atrair muitos anunciantes em potencial.

O analista Brad Shimmin, da consultoria Current Analysis, declarou que a rede social pode ainda não ter força o suficiente para tomar o primeiro lugar de um mercado dominado pelo Google há muito tempo.

“Não acho que um serviço como o do Google vá beneficiar os usuários do Facebook”, disse Shimmin. “Esse não é o motivo de acessar o Facebook. O Google é uma infraestrutura. O Facebook é um destino. Os internautas buscam ambos por diferentes razões. Como em qualquer empreendimento, uma falha na tentativa de capturar um mercado já conquistado, como o das buscas online, pode prejudicar a posição do Facebook como um todo.”

Fonte: IDG Now!

terça-feira, 3 de abril de 2012

Câmeras digitais com wi-fi

Conheça as principais câmeras com Wi-Fi do mercado.
Essa é ótimo para os que gostam de fotografia e internet, mais especificamente de redes sociais. As câmeras digitais wi-fi unem fotografia e internet. Elas oferecem ao usuário a chance de tirar uma foto e enviar imediatamente para as redes sociais. Com o lançamento das câmeras com wi-fi, P1 e P2 Nikon, lançadas em 2005, câmeras compactas da Sony, Kodak, Samsung, Canon, Panasonic e Philips também oferecem aos usuários seus modelos com conectividade wi-fi.

Nesse "ringue" do mercado fotográfico as empresas parecem investir mais em possibilidades de compartilhamento de fotos com a câmera digital integrafa à rede sem fio.

Nikon P1 e P2
                        Lançadas em 2005, Nikon P1 e P2 são as  primeiras câmeras digitais com wi-fi
O recurso Wi-Fi em câmeras digitais representa uma grande praticidade na hora de transferir as fotos e vídeos, seja para armazenamento no computador ou para compartilhar diretamente com as redes sociais.

Nada disso é novidade. Em 2010, a Samsung havia colocado no mercado a ST80 e SH100, ambas com conexão Wi-Fi, tecnologia DLNA e resolução HD. A empresa também lançou mais um modelo Wi-Fi da série com display LCD frontal, a Samsung DualView DV300F.

Samsung ST80
                                                                        Samsung ST80
A Samsung continuou apostando no recurso wi-fi e aproveitou a CES 2012 para lançar os modelos WB150F e ST200F, todas digitais inteligentes e prontas para enviar fotos e vídeos, inclusive para smartphones.

Samsung SH100
                                                                                  Samsung SH100 
Há no mercado várias outras compactas com a mesma funcionalidade, como a Sony Cyber-shot DSC-G3, a Canon Powershot ELPH 530 HS e 320 HS, entre outras.

Sony Cyber-shot DSC-G3
Sony Cyber-shot DSC-G3, câmera lançada em 2009, inovou ao trazer navegador próprio embutido para enviar imagens para a internet

Fonte: TechTudo

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Como escolher o modelo de memória RAM

Qual é a mem´ria RAM certa para meu PC.
Para ganhar velocidade no PC, um item de crucial importância é aumentar a memória RAM da máquina. Mas quando vamos comprar memória para nosso computador, encontramos tantas marcas e modelos à disposição que ficamos perdidos. Qual modelo escolher? DDR2 ou DDR3? Com qual velocidade? Existe alguma diferença entre um modelo e outro? Esse post justamente para explicar o que é cada um desses modelos, desde as antigas memórias SDR-SDRAM (e encontradas em uso ainda hoje) até as futuras DDR4, previstas para se tornarem oficiais em 2015.

SDR-SDRAM (Single Data Rate Sincronous Dynamic Random Access Memory):
Memória RAM SDR-SDRAM

Essa foi a primeira memória capaz de trabalhar sincronizada com os ciclos da placa-mãe, sem tempos de espera. Esse tipo de memória superava as antigas memórias EDO (Extended Data Out) e FPM (Fast Page Mode) por sua capacidade de dividir os módulos de memória em vários bancos, alocando até oito bancos em um módulo DIMM (Dual Inline Memory Module).

Como o próprio nome diz, elas são capazes de realizar apenas uma transferência por ciclo, o que nos dias de hoje pode parecer pouco, mas na época em que eram padrão todos se orgulhavam de ter pentes com a denominação "PC-100" instalados na máquina :)

Mesmo presentes em alguns computadores ainda hoje, são muito difíceis de serem encontradas à venda, pois não são mais produzidas.

DDR-SDRAM (Double Data Rate):
Memória RAM DDR-SDRAM

As memórias DDR superavam as memórias SDR por sua capacidade de realizar duas transferências por ciclo, o que não necessariamente dobrava a velocidade efetiva (devido ao mesmo tempo de acesso inicial), mas chegavam quase lá.

Essa característica é possível devido à inclusão de circuitos adicionais, responsáveis por ler/escrever dados duas vezes por ciclo. Com exceção dessa alteração, as trilhas tanto dos pentes de memórias como da placa-mãe permaneceram inalteradas, assim como as demais características, o que contribuiu para o baixo preço e popularização desse padrão.

Em programas de análise de hardware como o CPU-Z, a velocidade efetiva aparece com metade do valor real devido à transferência dupla, então um modelo DDR-400 (PC-3200) vai ser mostrado como 200 MHz. Na imagem abaixo fizemos a análise de uma máquina com pentes de memória DDR2, cuja leitura é similar aos pentes DDR:

CPU-Z

Mesmo com fôlego para rodar os sistemas operacionais mais atuais, as memórias DDR saíram de linha em favor da geração DDR2. Ainda é possível encontrar modelos à venda em lojas especializadas, mas a um preço bastante salgado.

DDR2:


Memória RAM DDR2

A taxa de transferência por ciclo de clock dobrou novamente, e as memórias DDR2 são capazes de realizar quatro transferências por ciclo, mas mantendo praticamente o mesmo tempo de acesso inicial, o que resultava em ótimos resultados em aplicativos que necessitavam de uma grande quantidade de leitura sequencial, mas para aqueles que exigiam apenas alguns acessos aleatórios tiravam pouco proveito dessa velocidade em relação às memórias DDR.

No uso diário de um computador utilizamos vários tipos de aplicativos com necessidades de memória bastante distintas, o que torna difícil de observar grandes diferenças de desempenho em tarefas cotidianas. Na verdade, vários usuários que adquiriram placas-mãe com soquete DDR2 ficaram desapontados na época, pois em várias tarefas umas memória DDR2-533 leva mais tempo para responder do que uma DDR-400.

Ainda encontradas à venda, os módulos DDR2 são capazes de rodar os sistemas operacionais modernos sem gargalos e com bastante fluidez. Elas também são consideradas SDRAM, assim como os modelos subsequentes, então se tornou comum chamar as memórias apenas como "DDR2" ou "DDR3".

DDR3:

Memória RAM DDR3 Corsair

O modelo DDR2-1066 foi o último a ser reconhecido oficialmente pelo JEDEC (Joint Electron Device Enginnering Council - Conselho Conjunto para Engenharia de Dispositivos de Elétrons), entidade certificadora de memórias, e já operava a frequências altíssimas (266 MHz multiplicado por 4).

A partir desse ponto, como acontece com os processadores, aumentar a clock base aumentava exponencialmente o consumo de energia e geração de calor, então a solução mais efetiva foi dobrar de novo a quantidade de transferências por ciclo.

Essa simples mudança nos circuitos de transferência torna possível a criação de memórias operando a 2133 MHz (266 MHz multiplicado por 8), o que é uma velocidade impressionante mesmo para os padrões atuais.

Se o tempo de acesso continuasse o mesmo, as memórias DDR3 não ofereceriam grandes vantagens em relação às DDR2, mas esses novos módulos trouxeram também um sistema de calibração de sinal, o que diminui a latência sem comprometer o desempenho.

A união de uma velocidade de transferência maior e um tempo de acesso menor ainda supre tanto o mercado de computadores domésticos quanto os de alto desempenho nos dias de hoje, e a grande quantidade de chipsets e plataformas suportadas contribuiu para uma queda drástica nos preços.

DDR4:

Ainda em fase de desenvolvimento, esse novo tipo de memória está previsto para se tornar padrão em 2015, trazendo recursos interessantes como uma voltagem mais baixa (consequentemente um menor consumo de energia), velocidades iniciais de 2133 MHz e chegando até 4266 MHz, além de um tempo de acesso menor.

A Samsung foi a primeira das grandes empresas a impulsionar o novo padrão, validando um exemplar de 40 nm em 2009 e trazendo a público os primeiros exemplares em 2011, fabricados com uma tecnologia de 30 nm.


Fonte: UD Ultra Downloads

Cartão de visita no celular

Troque seus cartões de visita de papel por um programa no celular.
Cartões de visita são itens indispensáveis para boa parte dos profissionais. Muitos, inclusive, dedicam tempo e dinheiro para criar cartões exclusivos, com um toque de personalidade, para se destacar e fazer bonito na hora de passar os seus contatos. O problema é que estamos falando de papel, que é caro e, principalmente, acaba. Que tal trocar o seu cartãozinho de papel por um cartão enviado por celular com informações específicas para várias situações diferentes?

O Bondaii Smart Contacts é um aplicativo feito para celulares Android que permite que os usuários enviem informações com mais ou menos detalhes, dependendo da situação.

Bondaii Smart Contacts
Ao baixar o aplicativo o primeiro passo é configurar uma conta com as informações que você deseja compartilhar: nome, endereço, empresa e telefones são os básicos, mas você também pode adicionar informações como identidade nas principais redes sociais ou seu nome de usuário em serviços de mensagem instantânea como o MSN Live Messenger. E completar o trabalho inserindo uma foto tirada com a câmera do celular.

Depois de inserir as informações, você é convidado a informar quais informações serão compartilhadas com contatos comerciais, pessoais ou de família, de maneira que você possa evitar enviar sua identidade no Facebook para um contato comercial, por exemplo.
Interface do Bondaii Smart Contacts

Com o cadastro pronto, é possível selecionar e enviar as informações para um email ou para um contato registrado no seu telefone. Também é possível gerar um código QR; se a pessoa para quem você quer enviar os dados tiver um smartphone com um aplicativo de leitura desse código, ela poderá receber as informações instantaneamente no próprio telefone.

Em qualquer caso, se a pessoa que recebeu o cartão também baixar o Bondaii, é possível receber atualizações periódicas dos contatos que também usam o programa através do botão "Bond" (algo como "criar vínculo"). O melhor de tudo é que você não corre o risco de ficar sem cartões no meio de uma reunião importante além de ajudar a natureza economizando papel.

Fonte: MSN Tecnologia

domingo, 1 de abril de 2012

Google Docs para aparelhos Android

Google Docs para Android.
Um dos pontos positivos de se ter um dispositivo móvel com o sistema operacional Android instalado é a sua integração com os serviços do Google. Afinal, como é o SO da gigante da internet, ele tem prioridades em relação aos concorrentes, como o iPhone. É o que acontece no caso da possibilidade de se utilizar o Google Docs, uma espécie de Office do Google, gratuitamente em seu smartphone ou tablet.

O popular pacote da Google permite ver e editar documentos, planilhas, apresentações, imagens e arquivos PDF armazenados em sua conta no Google Docs. Você também pode criar documentos e planilhas, mas não é possível criar apresentações. É possível copiar documentos da nuvem para o smartphone (opção tornar disponível off-line), para que possam ser vistos ou modificados mesmo que você não esteja conectado à internet. Mas isso deve ser feito em cada documento que você quiser acessar offline, manualmente.

Infelizmente não é possível fazer o upload de documentos do smartphone para o Google Docs usando o app, embora seja possível fazer o upload de imagens, e os recursos de edição são muito básicos: na hora de criar um documento texto, por exemplo, não é possível nem mudar a fonte. Ao menos é possível deixar o texto em negrito, itálico ou sublinhado, criar listas (numeradas ou com bullets) e mudar a cor da fonte ou do fundo. Tabelas, notas de rodapé, controle de revisão, nada disso existe aqui.

No geral o Google Docs serve mais como um complemento para o site, permitindo que você visualize, organize e faça pequenos ajustes em um documento, do que como um pacote office completo. Não é o suficiente para satisfazer a maioria dos usuários.



Fonte: PC World

Tablet por apenas 363 reais

Tablet baratinho, baratinho...
Se você sempre quis comprar um tablet, mas nunca pode por falta de grana, pode começar a ter esperança em adquirir seu gadget logo, logo... O Google está em negociações com um fabricante de hardware com sede na Ásia para lançar entre maio e junho um tablet de 7 polegadas ao preço equivalente a R$ 363 (US$ 199), para competir com Amazon e Apple, segundo a imprensa americana.

O sistema operacional Android, do gigante com sede na Califórnia, serviria ao hardware fabricado por seus sócios asiáticos, incluindo Samsung e Asustek, com o objeto de competir com iPad e Kindle.

O tablet Asustek pode estar no mercado em maio, ao preço equivalente a R$ 363 (US$ 199), como uma opção diante do Kindle Fire, da Amazon, destaca o Digitimes.

O fato de o Google buscar um tablet de baixo custo certamente fará pressão sobre os outros fabricantes para baixar seus preços.

Fonte: R7 - Tecnologia e Ciência

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