Especialista diz que apenas catástrofe trará segurança para a internet. Crimes on-line causaram US$ 264 milhões em prejuízo em 2009. A melhor arma contra os ladrões, vândalos e espiões on-line que ameaçam os negócios e a segurança mundial seria criar uma regulamentação internacional para o ciberespaço. Felizmente para eles, essa cooperação ainda não existe.
Os países pensam demais em termos locais sobre sua segurança on-line, e isso os leva a não colaborar para criar regulamentação mundial para as atividades na internet.
As declarações de política dos governos de todo o mundo são dominadas pela necessidade de reais defesas nacionais contra os ataques via internet. Desta forma, muitos dos criminosos on-line escapam ilesos.
Os países vivem em estado de negação, a legislação de alcance nacional teria uso limitado para proteger os usuários contra o uso indevido de uma ferramenta de comunicação que não possui fronteiras.
Talvez seja necessário um evento que cause grande choque para que as pessoas despertem de sua complacência, algo equivalente a um 11 de setembro no ciberespaço.
Já que um quarto dos habitantes do planeta estão conectados à internet, os crimes on-line representam perigo crescente para a economia mundial.
O FBI calculou que o total de prejuízos com crimes on-line sofrido por pessoas físicas nos EUA tenha chegado a US$ 264 milhões no ano passado, ante US$ 18 milhões em 2001. E esse montante provavelmente representa apenas uma fração das perdas sofridas por empresas e departamentos do governo.
Fonte: G1 Tecnologia
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Espiões e hackers exploram ausência de regras na web para cometer crimes
03:35
KADS
Melhor ainda, da perspectiva dos hackers, esse objetivo não está entre as prioridades da comunidade internacional, apesar dos protestos sobre ataques de hackers e censura e das disputas quanto ao ciberespaço que opõem China e Irã ao grupo norte-americano Google.


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