quinta-feira, 12 de abril de 2007

Skype 3.0.0.218 y 3.2.0.82

Ya está disponible una nueva versión de Skype, basado en tecnología P2P, que permite realizar llamadas a teléfonos convencionales y ahora con videoconferencia activada por defecto.

Skype, emplea tecnología P2P para conectar a sus usuarios, pero esta vez no para compartir archivos, sino para hablar y chatear entre si.



Skype emplea todos los recursos posibles para enrutar las comunicaciones, haciendo estas más eficientes y fiables.

Skype proporciona una calidad acústica superior, bastante por encima de la proporcionada por la red telefónica convencional, e incluso a través de las líneas de esta.

El programa tiene un aspecto bastante similar a la mayor parte de programas de chat, ofreciendo lista de contactos con los que podremos también chatear.

Skype además dispone de su propio sistema URL, en forma de callto:// el cual nos permitirá desde una página web conectar directamente con un usuario.

Incorpora un sistema de encriptación 256-bit AES, trabaja bajo firewalls, NAT y routers, sin necesidad de tener que configurar nada.

Microsoft demandada por publicidad engañosa

Una usuaria ha demandado a Microsoft por "publicidad engañosa e injusta", ya que el PC adquirido no es compatible con todas las funcionalidades de Windows Vista a pesar de incluir el logotipo "Vista Capable".



La demanda ha sido presentada por Dianne Kelley, ciudadana de Seattle, en Estados Unidos, que adquirió en noviembre de 2006 un ordenador etiquetado con la pegatina "Vista Capable".

Pese a ello, y según la demandante, el PC tiene serios problemas a la hora de ejecutar algunas de las funcionalidades más demandadas de Windows Vista, como por ejemplo el interfaz gráfico Aero.

Es por ello que la usuaria cree que Microsoft está engañando a sus clientes al no indicarles cuando compran sus máquinas, que versión de Windows Vista son capaces de ejecutar.

Microsoft respondió que se ha esforzado siempre en aclarar que existían distintas versiones de Vista, aunque esto no fuera legible en los logos incluidos en cada ordenador.

Es por ello que a partir de ahora en los logos autoadhesivos, avalados por Microsoft, deben ser más claros con respecto a las compatibilidades de los equipos con las distintas versiones de Windows Vista.

segunda-feira, 9 de abril de 2007

O Senhor de Escravos

Cabra Mimosa.
Bimba seria mais um dos bêbados que “vivia” no boteco do João “serrando” pinga se não fosse seu livre acesso a Fazenda Bem-te-vi, devido sua amizade com os capatazes de lá. Ele ia sempre à fazenda atrás de alguma “coisa” que pudesse pegar e sempre trazia para casa madeiras, colchão, vasos velhos... Tudo quinquilharia jogado fora pelos moradores da Casa Grande.

Mas apesar de Bimba ser um “pé de chinelo”, um zero a esquerda. Os freqüentadores do bar gostavam de pagar cachaça à ele em troca de ouvir suas histórias, principalmente as vindas da Fazenda Bem-te-vi, do Coronel Nélio e suas maldades.

Mas na história que Bimba contava desta vez o Coronel mais parecia um palhaço, divergindo com o que todos sabiam a respeito dele: era um Senhor violento com escravos, tirano com a família, principalmente com a mulher, todos comentavam que ele a tratava aos pontapés, a prendia dentro de casa e até batia nela, no entanto o que o povo gostava mais comentar era seus engraçamentos com as escravas de sua fazenda.

A história tinha vários capítulos, que Bimba contava com um pequeno intervalo para um gole de cachaça, o primeiro principiava com o que vira quando cortara caminho pelo cafezal da fazenda:

- Verdade, o Coronel estava com o maior assanhamento com uma “neguinha” no cafezal e ela parecia gostar, os dois riam muito e corriam de lado para outro.

O outro capítulo foi apreciado por ele quando fizera um serviço de pedreiro na fazenda, assim dizia ele, mas ninguém acreditava que ele realmente era pedreiro, pois nunca o vira fazendo serviço algum:

- Eu achei muito estranho, pensei que o Coronel estava louco. Ele estava correndo atrás de uma cabrita.


“Seu João”, neste momento, já muito interessado na história, indagou:

- Cabrita? Animal?

Bimba respondeu, depois de mais um gole de pinga e repelindo saliva para todos os lados:

- Claro! Cabrita, animal!

- Você achou isso esdrúxulo, espera para ouvir o que vi na última vez que estive lá na fazenda.

- O que? Conta homem!

Disse uns dos fregueses do bar, já estavam todos curiosos para ver aonde aquela história ia dá. Bimba tinha o dom de contar histórias, além de cantar um pouco e recitar poemas Cordel, tudo isso principalmente depois de umas pingas, fora isso não tinha outra habilidade qualquer, nascera com duas mãos esquerdas:

- A senhora, esposa do Coronel, e a escrava correndo atrás da cabrita, ambas com um facão e gritando: “Vem cá sua cabrita sem vergonha, vamos cortar sua cabeça fora!”

A platéia apesar de simples, sem instruções... Entenderam a história, mas não acreditaram muito, pois Bimba já estava meio ébrio, é como ele “vivia”, foi quando um freguês que ouvia a história na porta do bar disse:

- Falando do “diabo”, olha o Coronel lá!

O Coronel Nélio ia de cabeça baixa e muito triste, muito diferente do modo sobranceiro que lhe era peculiar.

domingo, 8 de abril de 2007

Ronco... Rancor

Ronco.
Dona Paulina tivera treze filhos. Atualmente tinha apenas a companhia do marido: Sr Demerval. Os filhos, cada qual encontrara seu destino. Ela não via nada de especial nesta nova situação e nem em nenhuma outra. Como nunca vivera outra em toda sua vida, dizia sempre que todos os dias eram iguais, sendo Dia das Mães, Finados ou Natal e que nunca fora realmente feliz. Tinha apenas um orgulho: casara, não ficara “solteirona”.

Sr Demerval era um homem comum, marido regular e bom pai, aposentado do Serviço Público. Há anos, só fazia beber. Eram dois porres diários: um antes do almoço e outro a noite, com uma sesta após o almoço. Sempre bebera, mas após a aposentadoria o vício intensificara, se não estava bebendo diante da TV, estava no bar ou dormindo totalmente ébrio.

Odilon: bandido, drogado, amoral; de cabeça vazia e uma arma na cintura e morador do mesmo bairro perigoso que o casal se viu obrigado a morar por falta de condições financeiras melhor.

Naquela segunda-feira Odilon estava pior do que nunca. Após um fim de semana com muito álcool e drogas, amargava uma abstinência, correra o dia inteiro atrás de dinheiro, sem sucesso.

Ao passar defronte a casa dos velhos, ouviu um barulho que lhe irritou muito: era o ronco do Sr Demerval, tão alto que dava para ouvir na rua e dava a impressão que estremecia a casa.

Odilon ficou tão enlouquecido que decidiu invadi a residência do Sr Demerval. Pulou o muro da frente, derrubou a porta da sala aos pontapés e encontrou Dona Paulina de olhos regalados de terror. Odilon pediu-lhe silêncio com o dedo em riste diante da boca e caminhou para o quarto onde dormia Sr. Demerval, de boca e roncando com um porco.

O facínora não teve dúvida colocou um travesseiro no rosto do Sr Demerval, para abafar o som, e deferiu um tiro. Foi um som abafado e depois um silêncio sepulcral.

Odilon deixou a casa com se nada tivesse acontecido. Dona Paulina teve a reação de desespero esperada, mas com o tempo foi se acalmando, aquele silêncio era tão bom, sem aquele ronco pavoroso, que decidiu não chamar a Polícia imediatamente.

Deitou-se ao lado do marido morto e silencioso finalmente e dormiu como um anjo, como há cinqüenta anos não dormia e como era bom. Dormiu tão profundamente que babou no travesseiro.

Esse negócio de Inferno não é nada legal

Inferno de Dantes.
É-me difícil crer numa religião que prega a existência do inferno e no sofrimento eterno. Todos preferem, e eu não sou diferente, acreditar no céu, que é mais “light”. Crer em Deus, no céu e não no inferno, é mais trabalhoso do que não crer. Como tão bem sugeria o escritor mineiro, Guimarães Rosa, a fé é o discurso da terceira margem. O inferno é formado por Nove Círculos, Três Vales, Dez Fossos e Quatro Esferas. Essa organização foi baseada na teoria medieval de que o universo era formado por círculos concêntricos.

O inferno foi criado da queda de Lúcifer do Céu. Lúcifer teria caído em Jerusalém, a Terra Santa, portanto, ali está o Portal do Inferno. O inferno torna-se mais profundo a cada círculo, pois os pecados são mais graves. Portanto os pecados menos graves estão logo no ínicio, e os mais graves no final. Para Dante Alighieri em Divina Comédia.

O inferno além de ser muito complexo de se imaginar: várias almas sofrendo num fogo de enxofre que nunca se extinguem e as criaturas nunca morrem, como diz a Bíblia. Ao contrário do paraíso, que além de ser uma esperança para os que sofrem neste mundo, que mais parece o inferno, é mais fácil de conceber: um local em que todos serão felizes e juntos com os anjos glorificaram à Deus eternamente.

sábado, 7 de abril de 2007

A heroína de Pindamonhangaba

Mulher Maravilha.
Isaber sentia que, agora sim, estava morando no lugar ideal, num bairro de uma cidade mediana, um local calmo, uma vez ou outra acontecia algum delito leve: furto de bicicleta, cachorro e às vezes se ouvia falar de ladrões entraram na casa de alguém, mas nada comparado com a violência das cidades grandes.

Outra grande qualidade do bairro era sua geografia: plano, com grandes ruas, avenidas a se perderem de vista, era quase um grande escampado, com uma casa aqui, outra ali, com muitos terrenos baldios, onde eram criados atalhos pelos os moradores que “cortavam” caminho para passar de uma rua para outra.

Local ideal para fazer caminhada e pedalar. A bicicleta era o principal meio de transporte da comunidade devido o bairro ser uma planície.

Isaber não era diferente, ia para todos lados com sua velha bicicleta. Naquela manhã ela adiantou os fazeres domésticos e às 10:45 pegou sua bicicleta e foi ao banco, inaugurado recentemente no bairro, para pagar a conta de luz.

Chegou ao banco faltavam 05 minutos para principiar o atendimento, estava tudo muito calmo, como era de costume. Quando Isaber estava para ser atendida adentraram três rapazes no banco anunciando assalto, foi um pavor geral e os bandidos foram logo mandando todos ficarem quietos para que o pior não acontecesse.

Como o bairro era pequeno, alguém foi rapidamente à delegacia avisar os policiais sobre o assalto que transcorria no banco e não demorou muito para que o banco estivesse todo cercado e prontamente vieram policiais e viaturas até da cidade.

Os Bandidos: Maluco, a alcunha já dizia tudo sobre ele, “vivia” drogado ou bêbado. Ulisses era o mais experiente e antigo na criminalidade, tinha até já cumprindo pena por latrocínio. Valdir era o mais inocente e de melhor coração, se que um bandido pode ter esse predicado, tinha um jeito até meio afeminado, delicado.

Eles estavam ficando nervosos, chegaram agredir alguns clientes e a moça do caixa, com a pressão da Polícia e aquilo não era nada bom, pois os três estavam armados.

Isaber percebendo que tudo aquilo poderia acabar em uma grande tragédia, principalmente pelo assaltante Maluco que berrava que não tinha medo de morrer, mas que antes mataria um “punhado”, resolveu intervir e com um bom diálogo convenceu Ulisses e Valdir a se entregarem, mas Maluco estava irredutível, dizia a todo momento para Isaber:

- Não se aproximar! Se você chegar mais perto vou “encher” você de “bala”.

Isaber tentava convencê-o da mesma forma que havia ganho a confiança dos outros dois: falando de Jesus, dizendo à ele para pensar em sua família, em sua vida...etc...Mas ele não queria saber, parecia nem ouvir, estava muito drogado para ouvir, raciocinar.

Quando Isaber notou que não teria jeito. Deu pulo tão rápido que quando maluco deu por si já estava levando uma cabeçada, que o deixou completamente tonto, sua arma caiu no chão e Isaber chutou para longe.

Pegou-o pelos colarinhos e jogou no canto e em seguida gritou para os outros dois que assistiam boquiabertos a tudo:

- Vocês dois vão para junto de seu amigo!

Maluco tentou dizer algo para ofender Isaber e logo levou um bofetão na boca que até espirrou sangue para todos os lados.

Por fim, Isaber colocou os três aos pontapés para fora do banco, isso tudo sozinha, pois ninguém moveu um dedinho se quer para ajudá-la, ficaram todos petrificados de medo o tempo todo. Ao sair do banco. O povo começou a gritar:

- Isaber, Isaber...Isaber!!!

Valdir tentou esconder o rosto das câmeras da Impressa e Isaber lhe arrancou com violência a camisa de seu rosto e disse:

- Faz a besteira e depois quer se esconder, seja homem agora!

E Valdir respondeu timidamente:

- Nossa! Você é muito bruta!

O povo ouviu e caiu na gargalhada:

- Quá, quá, quá, quá!!!!

No meio da multidão que se formou em frente ao banco. Havia um rapaz, de uns 35 anos, um pouco mal vestido, pouco asseado, na certa um desempregado do bairro. E uma senhora, de mais ou menos uns 70 anos, vista por todos do bairro como uma senhora destemida, valente, muito religiosa, verdadeira e justa: uma verdadeira soldada de Cristo. Ambos olhavam toda aquela confusão com indiferença, desânimo e pessismismo.

O rapaz, que conhecia Isaber, disse:

- Coitada da Dona Isaber!

A idosa, também conhecida de Isaber, respondeu de bate-pronto:

- Coitada da Isaber nada, coitado de nós!

sexta-feira, 6 de abril de 2007

A pena do assassino de Gisele

Assassino atrás das grades.
Gisele, uma formosa profissional da noite, linda, muito bonita, cobiçada até para casamento, mas preferia “deixar tudo como está”. Numa fastidiosa noite foi brutalmente assassinada e graça a competência da Polícia e da Justiça o assassino, um criminoso em série, foi preso e condenado a prisão perpétua antes do sepultamento de Gisele: que foi enterrada com a chave da cela de seu algoz na mão.

A prisão é penosa, o prisioneiro estava enlouquecendo naquela cela, pela liberdade perdida e também pela impossibilidade de saciar seu instinto maníaco, a única “cosia” que fazia era bater nas grades e ficar horas gritando:

- Tira-me daqui! Quando vou sair deste Inferno?

Um dia o carcereiro cansado de ouvir aquelas lamentações, respondeu-lhe:

- A chave de sua cela foi enterrada junto com a moça que você matou. Pela lei penal vigente o dia que ela voltar à vida, ela mesmo vem abrir os cadeados, só ela pode abrir e você estará livre.

Espere...espere...O encarcerado perguntou:

- Você acha que isso pode acontecer?

O guarda cela pensou um pouco e respondeu:

- Milagre! Você acredita em milagre? Quiçá no dia da Ressurreição dos Mortos.

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