segunda-feira, 18 de julho de 2011

Celebridades nas empresas de tecnologia

Justin Bieber no Facebook e Sylvester Stallone na Sony? Confira agora como seriam os trabalhos dos astros mais populares nas empresas de tecnologia.
Já passou o tempo em que todos os executivos das empresas andavam apenas de terno e eram as pessoas mais sérias do mundo. Nos últimos anos, uma série de personalidades excêntricas foi levada para dentro das maiores indústrias do mundo, colocando mais personalidade em várias das principais empresas de tecnologia.

Em 2010, a Polaroid (empresa de câmeras fotográficas e outros equipamentos) contratou Lady Gaga para ser a diretora de arte de uma nova linha de produtos que chegou às lojas meses depois. Em 2011, foi a vez de Will.i.am, cantor do grupo Black Eyed Peas, ser chamado para a indústria tecnológica. Na Intel, ele vai desempenhar o papel de diretor de inovação.

Você já pensou como seria se outras empresas fossem controladas por celebridades do mundo Pop? Imaginamos algumas das personalidades mais icônicas dos últimos tempos trabalhando nessas empresas para mostrar como seriam as gestões delas em algumas das fabricantes mais poderosas do planeta.

Vitinho assume controle da Apple
Depois de fazer muito sucesso com seu grupo de funk Avassaladores Vitinho (também conhecido como Vitinho Sou F...) foi chamado para fazer parte da nova equipe de controle dos aplicativos e centrais musicais da Apple. O primeiro passo do artista foi trocar todos os destaques que estavam na capa da iTunes Store.

Visando atender ao público nacional, ele trocou os álbuns dos Beatles por uma coletânea do Grupo Molejo, um dos grupos de pagode de maior sucesso nos anos 90. Outras bandas de música pop foram colocadas em segundo plano para que o funk carioca pudesse ser o grande foco na loja virtual de músicas. Ele também foi responsável pela abertura da iTunes brasileira.

Sou Apple! No iPhone eu te esculacho!
Sou Apple! No iPhone eu te esculacho!

Não contente em ficar apenas com o controle do serviço de distribuição digital, Vitinho pleiteou e alcançou uma nova vaga dentro da empresa de Cupertino. No cargo de diretor de produtos, decidiu fazer uma série de alterações nos nomes dos principais aparelhos eletrônicos portáteis da Apple.

Já nos próximos meses será possível encontrar os iPhones (ou melhor, os iFo**s) nas lojas de todo o mundo. Todos serão equipados com os fones de ouvido “Brabo Bass” e ainda contarão com o aplicativo de áudio iFunk, player de músicas com vários recursos para equalização sonora. Ele também tentou mudar o nome da empresa, de Apple para Jaca, mas não obteve sucesso.


Stallone é a nova força da Sony
Depois das invasões que as redes online da Sony sofreram nos últimos meses, os executivos da empresa japonesa decidiram tomar uma atitude drástica para manter a paz e a tranquilidade nos seus servidores. Contrataram nada menos do que Sylvester Stallone para ser o novo chefe de operações de segurança digital.

Agora, cada vez que algum usuário mal-intencionado tentar invadir algum dos serviços da Sony, um vídeo será aberto com a imagem de Stallone e os seguintes dizeres: “Patife, gosta de invadir servidores? Então você é um cretino. Você é um bug! E eu vou derrubar você!”. Se o cracker continuar agindo, aí é que a história ganha a ação dos cinemas.

Você gosta de invadir? Eu não gosto de gente assim!
Você gosta de invadir? Eu não gosto de gente assim!

Em menos de 12 horas, os engenheiros da Sony conseguem localizar qualquer invasor. Sylvester Stallone apenas precisa entrar em um avião Stealth particular e saltar de paraquedas sobre a residência do meliante. Depois disso, vem a parte mais fácil: ensinar aos piratas da internet qual é a maior força.

Desde que o astro de Hollywood assumiu o controle do departamento de segurança digital da Sony, o número de tentativas de invasões foi reduzido em 80%. Assim como o número de invasores vivos após as tentativas. Ele até lançou um novo slogan para suas tarefas: “Rápido como Rocky! Poderoso como Rambo!”.

Microsoft contrata Luan Santana
Tentando roubar o controle do mercado de portáteis, que hoje é tomado pelo Android e iOS (da Apple), a Microsoft anunciou o lançamento oficial do sistema operacional Windows Phone 7. Mas somente anunciar o produto não foi o suficiente para alavancar a Microsoft no mercado dos smartphones. Era preciso muito mais.

Em uma reunião, os executivos da empresa pensaram: “Qual será a melhor maneira de transformar o Windows Phone 7 em um meteoro?”. E logo descobriram: “Meteoro! Mas é claro, chamem já o Luan Santana”. E então o jovem cantor foi contratado para fazer parte da equipe e adicionou vários dígitos à conta bancária.

O novo meteoro da Microsoft
O novo "meteoro" da Microsoft

Além de ser o novo garoto-propaganda da empresa, Luan Santana será também o novo gerente de marketing da Microsoft, apontando quais são as ações mais recomendadas para cada tipo de produto. Até agora, a parceria tem dado muito certo e a Microsoft já está ganhando bastante dinheiro.

O Windows Phone 7 está mostrando “sinais” de que vai realmente se tornar um “meteoro” de vendas. O Windows (para computadores) está voltando a escrever uma “história de amor” com os usuários e já não está nada parecido com o Vista, que agora está reduzido a “lembranças”.


Justin Bieber é diretor do Facebook
No filme sobre a criação do Facebook, um dos tutores de Mark Zuckerberg é interpretado por Justin Timberlake. Se você achava que essa era a única participação de um astro do pop na rede social mais popular do mundo, está muitíssimo enganado. Isso porque Justin Bieber acaba de conseguir seu primeiro emprego (além da carreira artística, é claro) no Facebook.

Na coletiva de imprensa, vários repórteres disseram que jamais imaginaram tal parceria. Bieber apenas respondeu citando o seu filme: “Nunca diga nunca”. Poucos sabiam quais seriam as funções do cantor teen na empresa de Zuckerberg, mas não demorou para que as primeiras informações a respeito começassem a ser divulgadas.

Justin Bieber Curte e também cutuca
Justin Bieber "Curte" e também "cutuca"

Justin Bieber é o mais novo diretor geral do Departamento de Curtições do Facebook. Nada mais justo, afinal de contas, ele é um dos artistas que mais ganhou fãs nos últimos tempos e sua idade colabora bastante para o cargo. Suas tarefas são bastante variadas e ele já declarou que gosta bastante de fiscalizar fanpages de artistas independentes.

A outra tarefa de Justin Bieber é bastante divertida. Todos os posts que ultrapassam a marca de 100 mil cliques em “Curtir” são direcionados para o departamento dele. Lá, ele deve decidir se o link compartilhado merece ganhar pontos ou não e adiciona o número de cliques que quiser. Assim, Bieber ajuda o Facebook a manter os melhores posts sempre em primeiro lugar.

ABC da Xuxa no Google
Quem melhor do que a eterna Rainha dos Baixinhos para fazer parte do Google? Espera! Vai dizer que você não conseguiu encontrar relações entre a Xuxa e o maior buscador da internet mundial? Então nós explicamos. A loira foi contratada pela empresa de Mountain View há alguns anos, logo após os donos da gigante da internet perceberem que faltava algo no sistema de pesquisas.

Em uma reunião de brainstorming, ouviram centenas de discos de vários países diferentes, até chegarem a uma música muito conhecida pelos brasileiros. Era o “Abecedário da Xuxa” (aquele mesmo: “A de amor, B de baixinho, C de coração, D de docinho”), canção que inspirou Larry Page e Sergey Brin a criarem um dos recursos mais famosos do buscador. Não sabe do que estamos falando? Do autocompletar, é claro.

A de amor, B de Blog, C de Coração, D de Downloads
A de amor, B de Blog, C de Coração, D de Downloads

Mas é lógico que a rainha dos baixinhos não seria esquecida pela Google após essa influência tão importante. Hoje ela também é responsável pela criação de diversos doodles e, sempre que termina algum projeto, ela liga para os seus novos patrões e diz: “Oi! Já terminei todas as tarefas! Marquei um X em cada uma das que já estão prontas!”.

E nas festas de fim de ano, é claro que ela se destaca. Sempre pronta para animar todos com suas canções, Xuxa faz parte da comissão organizadora dos eventos da Google. É a prova de que a internet é um local muito democrático, há espaço até para os baixinhos e sua monarca.

Atenção: esta postagem é um texto divertido aos leitores do blog. Algumas das informações publicadas aqui são fictícias, ou seja, não correspondem à realidade. E então, o que você faria se soubesse que todas essas histórias são verdadeiras? Logicamente não são, pois tudo o que foi escrito aqui é apenas brincadeira, mas com certeza seria bastante engraçado se algo assim acontecesse. Aproveite e conte para o o que você acha de celebridades que assumem cargos em empresas de tecnologia.

Fonte: Tecmundo

domingo, 17 de julho de 2011

A evolução dos processadores

A evolução dos processadores, dos anos 40 aos dias de hoje.
Eu atualmente estou com um processador Intel Celeron 430, 1800 MHz (9 x 200), mas pretendo trocar em breve, o mais tardar até fim deste ano de 2012 por um Intel® Core™2 Quad, já que esse primeiro já está obsoleto, pensando bem até o Core 2 Quad já é ultrapassado, os processadores evoluíram muito nos últimos tempos, mas infelizmente minha placa-mãe não suporta um processador mais potente. Os processadores também conhecido como CPU, é peça fundamental dos computadores.

E não apenas para os famosos PCs. Celulares, video games, smartphones, tablets: todos esses dispositivos precisam de processadores para funcionar. Esse componente tão vital é responsável por carregar e realizar as operações aritméticas e lógicas de que os programas de computador fazem uso. Portanto, nada funciona sem a famosa CPU.

Levou décadas para que chegássemos aos modelos atuais de processadores. Na verdade, demoramos alguns anos para chegar também à ideia que temos hoje de como uma CPU funciona. Antes, os softwares não eram compatíveis com todos os modelos de computador, já que eles eram desenvolvidos especificamente para cada máquina.

Isso estava relacionado ao fato de que cada computador era como uma plataforma diferente. Muitas vezes, existia incompatibilidade até mesmo entre modelos de um mesmo fabricante. Por incrível que pareça, isso não chegava a ser uma barreira preocupante, visto que a produção de software ainda não era alta e não existiam muitos programas disponíveis.

Precursores da CPU moderna: anos 40, 50 e 60

Painéis do ENIAC
Painéis do ENIAC em exposição na Universidade da Pensilvânia

Os primeiros computadores, anteriores à década de 50, possuíam um diferencial considerável, se comparados com as máquinas de hoje: eles não eram capazes de armazenar programas. Alguns deles, como o ENIAC, que teve seu desenvolvimento iniciado em 1943, tinham inicialmente o plano de armazenamento de softwares em seu interior. Mas, para agilizar o lançamento da máquina, essa ideia acabou ficando para trás.

Dessa forma, o ENIAC tinha que ser modificado fisicamente cada vez que uma tarefa diferente fosse executada. Cabos deveriam ser reposicionados, chaves ligadas ou desligadas e um novo programa ser carregado. Era dessa forma que o processamento em si era realizado.

EDVAC
EDVAC instalado no Laboratório de Pesquisas Balísticas dos EUA

Em 1945, a ideia de uma unidade central de processamento capaz de executar diversas tarefas foi publicada por John Von Neumann. Chamado de EDVAC, o projeto desse computador foi finalizado em 1949. Essa é a origem dos primeiros modelos “primitivos” de processadores da forma como os conhecemos. Além disso, o EDVAC e outros computadores, como o Mark I, da Universidade de Harvard, marcam o início da era dos computadores modernos, capazes de armazenar programas.

Durante a década de 50, a organização interna dos computadores começou a ser repensada. Esse foi o momento em que os processadores começaram a ganhar funcionalidades básicas, como registradores de índices, operandos imediatos e detecção de operadores inválidos.

No início da década de 60, a IBM desenvolveu uma nova abordagem: planejou uma família de computadores que poderiam executar o mesmo software, com poder de processamento e preços diferentes. Com isso, os programas não seriam mais dependentes de máquina, mas compatíveis entre todos esses modelos.

Para colocar isso em prática, a IBM acabou criando um computador virtual conhecido como System/360, ou simplesmente S/360. Podemos pensar nesse sistema como um conjunto de instruções e capacidades que todos os computadores da família S/360 teriam em comum.

Processadores Modernos
Nos modelos apresentados acima, os processadores ainda não eram compostos por uma unidade central, mas por módulos interconectados entre si. Foi só no início da década de 70 que surgiram as CPUs desenvolvidas totalmente em circuitos integrados e em um único chip de silício.

Geração Pré-x86
Processador geração Pré-x86
Intel 4004 foi o primeiro microprocessador da história

O Intel 4004 foi o primeiro microprocessador a ser lançado, em 1971. Sendo desenvolvido para o uso em calculadoras, essa CPU operava com o clock máximo de 740 KHz e podia calcular até 92 mil instruções por segundo, ou seja, cada instrução gastava cerca de 11 microssegundos.

Com o sucesso do 4004, a Intel desenvolveu o processador 8008, em 1972. Esse era uma CPU de 8 bits, com barramento externo de 14 bits e capaz de endereçar 16 KB de memória. Seu clock trabalhava na frequência máxima de 0,8 MHz.

Esse modelo foi substituído, em 1974, pelo Intel 8080, que apesar de ainda ser um processador de 8 bits, podia executar, com algumas limitações, operações de 16 bits. O 8080 foi desenvolvido, originalmente, para controlar mísseis guiados. Tinha clock limite de 2 MHz, um valor muito alto para a época, era capaz de realizar centenas de milhares de operações por segundo e de endereçar até 64 KB de memória.

A família x86 de 16 bits
A arquitetura x86, lançada em meados da década de 70, ainda serve como base para boa parte dos computadores atuais. O primeiro processador que aproveitou todo o seu potencial foi o Intel 8086, de 1978. Pela primeira vez, a velocidade do clock alcançava 5 MHz, utilizando instruções reais de 16 bits. O nome "x86" veio do fato de que o nome dos processadores que vieram depois do Intel 8086 também terminavam em "86".

Ainda no mesmo ano, foi lançado o 8088, sucessor que possuía barramento externo de 8 bits, porém, com registradores de 16 bits e faixa de endereçamento de 1 MB, como no 8086. Esse foi o chip utilizado no IBM PC original.

Microprocessador Intel 80286
Microprocessador Intel 80286 de 8 MHz

Nos anos seguintes, a Intel desenvolveu os modelos 80186 e 80188, criados para serem usados com sistemas embarcados. Em 1982, a capacidade de processamento chegou ao patamar de 6 e 8 MHz, com o Intel 80286. Posteriormente, as empresas AMD e Harris Corporation conseguiram romper essa barreira, chegando a 25 MHz.

Entram as CPUs de 32 bits (x86-32)
Como o nome sugere, a x86-32 é arquitetura x86 de 32 bits, utilizada até hoje em muitos computadores. Grosso modo, podemos dizer que, com exceção de processadores de 64 bits e aqueles de arquitetura ARM, todos os outros existentes ainda hoje são herdeiros das características dessa geração.

Os famosos 386 e 486
As CPUs 80386 e 80486, lançadas entre o meio e o fim da década de 80, trabalhavam com clocks que iam de 33 MHz a 100 MHz, respectivamente. O 80386 permitiu que vários programas utilizassem o processador de forma cooperativa, através do escalonamento de tarefas. Já o 80486 foi o primeiro a usar o mecanismo de pipeline, permitindo que mais de uma instrução fossem executadas ao mesmo tempo.

Processador 486 DX
Processador 486 DX, mais rápido se comparado com a versão SX

Para o 80486, existiram diversas versões, sendo que cada uma delas possuía pequenas diferenças entre si. O 486DX, por exemplo, era o top de linha da época e também a primeira CPU a ter coprocessador matemático. Já o 486SX era uma versão de baixo custo do 486DX, porém, sem esse coprocessador, o que resultava em um desempenho menor.

A guerra entre Intel e AMD
As séries de processadores Intel e AMD marcaram época no mundo da informática, através de suas diferentes versões. O primeiro Pentium (Intel), lançado em 1993, apresentava várias melhorias sobre o 80486, principalmente por uso da superescalabilidade, ou seja, a replicação de hardware para que mais instruções fossem executadas ao mesmo tempo. Seu clock inicial era de 100 MHz, o qual chegou a atingir 200 MHz com o passar do tempo de desenvolvimento.

Processador Intel Pentium A80501
Processador Intel Pentium A80501, de 66 MHz

Em 1995, a Intel lançava o Pentium Pro, sexta geração de chips x86 e que possuía uma série de melhoramentos em relação ao seu antecessor. Essa seria a base para os futuros lançamentos: Pentium II, Pentium III e Pentium M.

Paralelamente, a AMD começava a ganhar mercado com modelos similares, principalmente como o AMD K5, forte concorrente do Pentium original. Dois anos depois, o Pentium II foi lançado, atingindo o clock de 450 MHz.

Nessa mesma época, a AMD desenvolveu CPUs que batiam de frente com a Intel, como o AMD K6. Por esse motivo, ambas as empresas travaram uma espécie de “corrida”, competindo para ver quem conseguia o maior desempenho e valor de clock.

A lei de Moore
Em 1965, Gordon Moore, um dos fundadores da Intel, afirmou que o número de transistores em um chip dobraria, sem custo adicional, a cada 18 meses. Tal afirmação ficou conhecida como a Lei de Moore, a qual foi válida durante anos, principalmente no final da década de 90.

Sempre que uma empresa lançava um modelo de processador, o concorrente a superava meses depois. Isso ficou muito evidente nos anos de 1999 e 2000, quando o Pentium III e o AMD Atlhon (K7) estavam guerreando pelo maior clock. Por um período de tempo, a AMD liderou a disputa, pois o Atlhon, que trabalhava com frequências maiores do que 1 GHz, superou o Pentium III.

A reviravolta da Intel veio com o lançamento do Pentium 4, em 2001, que trabalhava com até 2 GHz e levou a empresa de volta ao topo do mercado. As versões de baixo custo dessas CPUs, Celeron (Intel) e Duron (AMD), também disputavam fortemente o lugar mais alto no ranking do processador “B” mais vendido.

Multicore: o fim da lei de Moore
Conforme a tecnologia dos processadores foi progredindo, o tamanho de seus transistores foi diminuindo de forma significativa. Contudo, após o lançamento do Pentium 4, eles já estavam tão pequenos (0,13 micrômetros) e numerosos (120 milhões) que se tornou muito difícil aumentar o clock por limitações físicas, principalmente pelo superaquecimento gerado.

A principal solução para esse problema veio com o uso de mais de um núcleo ao mesmo tempo, através da tecnologia multicore. Assim, cada núcleo não precisa trabalhar numa frequência tão alta. Se o esquema de escalonamento de tarefas funcionasse de maneira eficiente, seria possível trabalhar com quase o dobro do clock. Um processador dual-core de 1,5 GHz, por exemplo, poderia ter um desempenho semelhante a uma CPU de núcleo único de 3 GHz.

Um componente chamado de escalonador determina em qual dos núcleos uma tarefa deve ser executada. Mas como o escalonador demora certo tempo para fazer essa decisão, na prática fica quase impossível atingir o dobro exato de desempenho. Portanto, com o advento do processador multicore, a lei de Moore tornou-se inválida, visto que já não era mais possível aumentar a frequência do processador como antes.

Anos 2000: a era de 64 bits
No começo dessa década, ficou claro que o uso de 32 bits não seria mais eficiente, visto que, no máximo, apenas 4 GB de memória RAM poderiam ser endereçados nessa plataforma. Logo, a solução mais natural foi o desenvolvimento de novas arquiteturas que passassem a trabalhar com 64 bits ao invés de 32.

Processador AMD Opteron
O AMD Opteron, de abril de 2003, foi a primeira CPU de 64 bits da empresa

Tanto a AMD quanto a Intel trabalhavam em seus próprios projetos de CPUs de 64 bits, mas quem venceu a disputa foi mesmo a AMD, com o x86-64, que mais tarde foi renomeado para AMD64. Isso aconteceu, principalmente, pelo fato de a AMD ter evoluído diretamente o x86-32, enquanto que a Intel tentou criar algo novo, do zero.

Visto esse acontecimento, as empresas em questão criaram um acordo no uso dessas arquiteturas, no qual a AMD licenciou para a Intel o uso do x86-64. Por outro lado, a Intel também tornou legal o uso da arquitetura x86-32 pela AMD. Logo, todos os modelos de processadores 64 bits comerciais atuais rodam sobre o x86-64. O AMD Athlon 64 foi um dos maiores representantes dessa arquitetura.

Blackfin
Ainda em 2000, uma nova arquitetura de processadores foi lançada pela empresa Analog Devices. A Blackfin, como foi batizada, é uma família de microprocessadores de 16 e 32 bits que possuía, como diferencial, um processador de sinal digital (DSP) embutido, usado para processar áudio e vídeo.

Aliado a outras características de design, esse processador permite um consumo menor de energia aliado ao alto desempenho. O uCLinux é um dos sistemas operacionais que suporta esse tipo de CPU.

Pentium 4 e Pentium D
Em 2002, a Intel lançou o Pentium 4, processador que podia alcançar clocks muito altos, chegando até a 3,8 GHz em condições especiais. Os últimos modelos dessa linha também incluíam a tecnologia Hyperthreading (HT), funcionalidade que fazia um processador físico trabalhar como se fossem duas CPUs lógicas.

 Processador Intel Pentium 4 Willamette
Intel Pentium 4 Willamette para Socket 423

Posteriormente, o Pentium 4 foi substituído pelo Pentium D, duas linhas de processadores dual-core de 64 bits. Mais tarde, foi lançado o Pentium Extreme Edition, que possuía desempenho um pouco melhor do que o Pentium D, além de tecnologias extras que o tornavam mais apto para tarefas pesadas. Esse modelo também fazia uso da tecnologia HT, podendo simular a existência de até quatro núcleos.

Outra novidade da Intel foi o Pentium M, uma versão de baixo consumo do Pentium Pro desenvolvido para dispositivos móveis. Esse processador foi lançado em 2003. Em 2005, a AMD apresentou ao mundo o seu primeiro processador dual-core, o Athlon 64 X2.

Intel Core
Em 2006, a Intel inicia a sua linha Core, para consumidores que precisam de mais poder de processamento. Faz parte dessa linha o modelo Core 2 Duo, que demonstra uma capacidade incrível se comparado com os dual-core anteriores da empresa. Na mesma época, foi lançada a versão Pentium Dual Core, que apesar de trazer uma boa relação custo-benefício, se mostra inferior ao Core 2 Duo.

Outro grande lançamento feito pela Intel foi o Core 2 Quad, processadores com quatro núcleos e que, apesar de demonstrarem alto desempenho, acabam perdendo em algumas tarefas para o Core 2 Duo. Uma versão posterior, nomeada Core 2 Extreme Quad Core, também foi lançada, proporcionando mais velocidade de clock, que pode chegar até 3,2 GHz.

Em 2010, a Intel anunciou os modelos Core i3, i5 e i7. Quem ainda não conhece pode conferir o artigo publicado pelo Tecmundo sobre as diferenças entre esses três modelos.

 Processador Intel core i7-940
Base do processador Intel core i7-940

Além disso,a empresa também lançou uma segunda geração desses processadores, que vem sendo muito bem aceita pelos consumidores. Essa nova leva possui mudanças na memória cache, melhorias no modo Turbo Boost e aperfeiçoamentos na própria arquitetura. Porém, o que chama a atenção é a presença de um chip gráfico acoplado com o processador principal (APU). Confira as diferenças entre as duas gerações no artigo de Fábio Jordão.

A empresa também vem trabalhando em uma nova microarquitetura de processadores, a Ivy Bridge, que deve possuir suporte para PCI Express 3.0, DirectX 11 e OpenCL 1.1. A empresa espera obter um aumento de até 30% de desempenho no processamento gráfico se comparado com o chipset Sandy Bridge, presente nos processadores i5 e i7.

As últimas novidades da AMD
Quando o assunto é AMD, a história possui algumas diferenças. Depois dos processadores dual-core, a linha Athlon II apresentou processadores de três (X3) e quatro núcleos (x4), todos com versões econômicas, ou seja, com menor desempenho e mais baratos.

Um dos últimos grandes lançamentos da AMD foi o Athlon Neo, chip desenvolvido para notebooks ultrafinos e que precisam de uma duração maior da bateria. Outra linha apresentada pela fabricante foi a dos processadores Sempron, uma versão simplificada do Athlon, com apenas um núcleo e voltada para consumidores menos exigentes.

AMD Phenon II
AMD Phenon II possui modelos de 3 e 3,1 GHZ

Quem não dispensa um bom jogo ou precisa de processamento de alto desempenho pode contar com os processadores Phenom, que foram lançados para competirem de igual para igual com as CPUs da Intel. Esses modelos também receberam versão de três (X3) e quatro (X4) núcleos. A segunda geração dessa linha, Phenom II, conta também com processadores dual-core de 3 e 3,1 GHz.

A surpresa mesmo fica por conta dos processadores Phenom II X4, de quatro núcleos e alto desempenho, com modelos de até 3,4 GHz. Além desses, servidores ou estações de trabalho que exigem uma carga maior de processamento também podem se beneficiar dos processadores Opteron, que podem operar com até seis núcleos.

A AMD também lançou uma linha de CPUs para notebooks que, apesar de ser dual-core, possui um consumo eficiente de energia, poupando assim a carga da bateria dos portáteis. Mas o que vem ganhando espaço é mesmo a Fusion, linha de APUs (Unidade de Processamento Acelerada) da AMD. Com a junção de CPU e GPU em um único chip, é possível obter melhor desempenho a um custo reduzido.

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Com tantos modelos de processadores disponíveis, pode ter ficado confuso saber quais modelos ainda são vendidos e o que comprar na hora de fazer um upgrade. Mas não se preocupe, talvez essa postagem pode lhe ajudar na sua escolha.

Fonte: Tecmundo

Globo não quer suas novelas no Google

Globo fecha acordo com Google para remover suas novelas do YouTube.id=
O YouTube se tornou referência em vídeos. Apesar da sua imensa utilidade para os usuários, algumas pessoas e empresas têm entrado com recursos judiciais contra o serviço de hospedagem devido à infração dos respectivos direitos autorais. Tentando evitar que capítulos inteiros de suas novelas sejam compartilhados pelo site, a Globo fechou um acordo com a Google para a remoção desses vídeos. O Astro e Insensato Coração serão as primeiras novelas a serem monitoradas. Boatos apontam que a parceria pretende promover canal de vídeos da Globo.

Rumores suspeitam que a parceria teve como objetivo promover o canal de vídeos da Globo e aumentar a quantidade de assinantes do serviço da marca que provê na íntegra os conteúdos veiculados na TV. As novelas que servirão como piloto serão O Astro, das 23 horas, e Insensato Coração, exibida às 21. Na sequência, outros programas da empresa devem ser monitorados pelo YouTube.

Fonte: Tecmundo

sábado, 16 de julho de 2011

Harry Potter: A “besteirada” acaba aqui

Estava na hora deste lixo Harry Potter chegar ao fim.
A saga do bruxo mais idiota e sem graça do novo milênio chega ao fim. Onze anos após o público brasileiro conhecer a magia de Harry Potter com o lançamento nacional do primeiro livro da série, Harry Potter e a pedra filosofal, a legião de fãs formada de lá para cá agora tem de encarar o fim desta aventura. O oitavo filme da franquia, Harry Potter e as relíquias da morte - parte 2, coloca um ponto final, ainda bem, na história que tornou a escritora J.K Rowling muito rica, mas não a tornou uma escritora de qualidade.

Ela criou uma verdadeira colcha de retalhos : um pouco de tudo já publicado, bruxaria, mitologia e enredo previsível, não induzindo à reflexão, mas mergulhando em um mundo medieval mistíco.

A obra da Rowling é um bolo de clichês mal-costurados, uma maçaroca de abobrinhas e de referências literárias das mais variadas, que incluem desde o legendarium de Tolkien até os comics de Neil Gaiman (Mundos da Magia).

Desde o perfil psicológico dos personagens, os elementos mágicos salvo um ou outro, tudo parte de referências já existentes. As situações e o desenvolvimento são opacos e previsíveis, e fariam Sid Fields corar de vergonha por ter fórmulas tão soltas de sucesso comercial.

A sensação ao se deparar com a obra da Rowling é a de um eterno reencontrar com coisas que você já viu em algum lugar mas não sabe necessariamente dizer onde.

No entanto, reconheço um mérito no trabalho dela, o de ter incentivado milhares de crianças pelo mundo a começarem a ler. Se encarado como um primeiro passo para os caminhos da literatura, ótimo, mas o que me assusta é a quantidade de gente que para por alí achando que Harry Potter é um trabalho brilhante.

Microsoft pode acabar com o Windows

Presidente da divisão do Windows Phone disse que a empresa está trabalhando em um ecossistema que seja compatível com qualquer hardware, possibilitando a sincronização entre diversos gadgets.
Como qualquer outra grande empresa de tecnologia, a Microsoft tem brigado por mercado em múltiplas frentes. A empresa fundada por Bill Gates tem atuado nos segmentos de smartphones, computadores, video games e, em um futuro breve, tablets. Com isso, surge um grande problema: a fragmentação entre os sistemas operacionais. Apesar de serem criados por uma única organização, por exemplo, a plataforma do Xbox 360 não é totalmente compatível com o Windows 7.

A Microsoft já possui planos para integrar todas as suas plataformas em um único sistema. A empresa trabalha em um “ecossistema” que servirá para qualquer hardware.

Você poderá ter o total poder de computação disponível em qualquer formato que você preferir, não terá um ecossistema de PCs, um para celulares e outro para tablets, será reunido todos em um só.

Os usuários ganharão sinergia entre seus gadgets, podendo sincronizar dados do seu smartphone com o tablet e o console sem precisar de qualquer outro dispositivo ou software, por exemplo.

Pode estar pronto em 04 anos, extinguindo o Windows tanto em sua versão para desktops como para aparelhos portáteis. Caso isso se concretize, a Microsoft estaria eliminando o ciclo de vida de 10 anos para o Xbox e o período de 03 de comercialização do Windows 8.

Ainda é muito cedo para afirmar qualquer coisa, mas pelos rumores há a possibilidade do Windows ser aposentado. O que você, leitor, o que prevê para o sistema operacional da Microsoft?

Fonte: This Is My Next

07 câmeras digitais compactas e baratas

Modelos práticos e com preço abaixo dos 1.400 reais.
As câmeras digitais representam uma grande evolução na prática de tirar fotos. Entre suas vantagens estão: imagens com melhor qualidade, aplicação de efeitos, oferta de recursos até então disponíveis apenas para fotógrafos profissionais, possibilidade de obter uma grande quantidade de fotografias, além de funcionalidades adicionais, como gravação de vídeos e apresentação de fotos em formato de slides. Mas, com tantas opções no mercado, muitas vezes é difícil encontrar uma câmera ideal às suas necessidades.

Para te ajudar nessa tarefa, a seguir, sete dicas para a escolha de uma câmera digital. É importante frisar que o foco da postagem o são as câmeras digitais compactas e baratas:


kodak_m590Além de um design diferenciado, a Kodak M590 traz um recurso para compartilhar fotos e vídeos em redes sociais, como o Facebook. As imagens capturadas pela máquina são fracas para mediana em ambientes bem iluminados. Em locais mais escuros, o uso do flash é praticamente obrigatório. Além do ruído aparente, as cores não apresentam boa definição. O software da câmera não é dos mais intuitivos, mas um conjunto de menus na lateral da tela facilita os ajustes mais simples. Preço dessa Kodak.



Sony DSC-W570As formas e o acabamento que lembra aço escovado chamam a atenção para a Sony DSC-W570. Essa Cyber-shot faz imagens de boa qualidade com um sistema de gerenciamento quase impecável. Tanto o sistema de ajustes automáticos como o de fotos panorâmicas funcionam de maneira exemplar. A falta de ajustes manuais pode parecer incômoda a fotógrafos mais experientes, mas serve aos que querem boas fotos sem preocupação. A gravação de vídeo em 720p também não desapontou. O único problema é a lentidão de processamento, quando comparada a concorrentes. A W570 está nas lojas com o preço médio de 747 reais.


Samsung ST80Para quem tem o costume de enviar fotografias recém-capturadas para a web, a ST80, da Samsung, pode agilizar o processo. Com conectividade wireless, a câmera consegue subir arquivos para os serviços YouTube, Facebook e Picasa – também é possível transferir dados pelos protocolos DLNA e Bluetooth. A operação da máquina se dá quase em totalidade através do LCD sensível ao toque, com três polegadas, com tempo de resposta e precisão melhores que a média das telas de tecnologia resistiva. O zoom da objetiva é de três vezes, começando na distância focal de 35 mm equivalentes. A ST80 tem 14,2 megapixels de resolução e o preço de R$ 425,51.



Olympus FE-5030Qualidade razoável de imagem e visual compacto e bonito são as características principais dessa compacta da Olympus. Sua interface conta com um recurso interessante para mostrar as diferenças entre os ajustes de balanço de branco e ganho de exposição. Ele apresenta miniaturas das imagens, permitindo que o fotógrafo escolha o efeito desejado. A FE-5030 não se dá bem nos vídeos, que têm a resolução de 640 por 480 pixels, em ambientes pouco iluminados e no recurso para fotografar objetos muito próximos (macro). O preço da FE-5030 é a partir de R$ 254,90.


Tron QLS140Com qualidade razoável de imagem e ampla gama de recursos, a QLS140, da Tron, pode ser opção para quem precisa de um equipamento barato e de funcionamento simples. Na média, as imagens geradas têm nitidez e definição de cores. A câmera patina na gravação de vídeo e por tornar visível a distorção das imagens (efeito barril). Há ruído em ambientes pouco iluminados e valores altos de ISO, mas seu desempenho à noite é ligeiramente superior ao das concorrentes de entrada. O flash é ineficiente e com alcance abaixo do esperado. A QLS140 custa 399 reais.



Olympus Tough 3000A Tough 3000, da Olympus, é uma câmera indicada para quem busca um equipamento resistente a várias condições adversas, como baixas temperaturas (até -11ºC), choques de 1,5m de altura, e mergulhos de até três metros. A qualidade de imagem é razoável para diversas situações. Nos testes do INFOlab notamos um vermelho acentuado e uma distorção (efeito barril) pouco acima do normal. O ruído é visível no ISO 400 e pode comprometer a qualidade das fotos acima do ISO 800. A robusta sai por 1.240 reais.


PentaxCom uma fina camada de acrílico parafusado na parte frontal, a RS 1000, da Pentax, pode "trocar de roupa" conforme o desejo do usuário. A simplicidade de ajustes e botões faz com que o registro de imagens seja feito com o mínimo de comandos. Ela é boa para fotografar uma festa com amigos e situações corriqueiras. Mas nas baladas e ambientes noturnos não se comporta muito bem: o ruído surge nas imagens a partir do ISO 200, tornando as fotos com ISO 1600 impraticáveis, tamanha sua granulação. Por outro lado, a fidelidade das cores e o aspecto geral das imagens são confiáveis. A Pentax custa 499 reais.

Fonte: INFO Online

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Hotmail proibirá uso de senhas frágeis

A Microsoft anunciou que seu serviço de e-mail, Hotmail, não irá mais aceitar senhas consideradas fracas pela empresa. A intenção da Microsoft é diminuir os casos de roubo de identidade no Hotmail, onde é comum os usuários utilizarem senhas como “123456” que podem ser facilmente hackeadas. Segundo a empresa, a ferramenta ficará disponível em breve e será válida para todos os usuários. A Microsoft também informou que se caso os usuários mais antigos não fizerem a alteração, em algum momento serão solicitados a fazê-la.

A partir de agora as senhas que serão aceitas no Hotmail deverão ser mais longas e conter uma mistura de números, letras e caracteres. Não serão permitidas também palavras baseadas em dicionários ou informações pessoais como datas de aniversário.

Além dessa nova ferramenta, a Microsoft também irá liberar a função “My Friend’s been hacked” (“meu amigo foi hackeado”, em tradução livre), que permite ao usuário reportar à empresa quando um amigo tiver sua conta hackeada por cibercriminosos.

Fonte: INFO Online

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