quarta-feira, 19 de maio de 2010

Como aproveitar melhor o PC

Estudar no PC.
Quando eu não tinha computador, lia muito mais, um livro, às vezes dois por mês, atualmente com o PC, leio muito pouco, apenas pequenos textos em sites de notícia e blogs, antes de ter o PC, pensava erroneamente que seria diferente, mas não compreendo por que é tão difícil de ler textos longos, estudar, fazer trabalhos escolares... no computador. Eu não consigo e não sei por quê.

Vasculhando a internet sobre esse assunto, achei algumas dicas para quem pretende aproveitar melhor seu micro, estudando, assim como eu:

1. Tenha um espaço livre próximo ao PC onde você possa colocar seus livros, cadernos... e sente-se em uma cadeira confortável.

2. Se possível, adapte a altura da cadeira para que você não precise torcer o pescoço para olhar o monitor.

3. Mantenha o local bem iluminado e livre de ruídos.

4. Planeje o que vai estudar, se for usar a Internet, procure não se distrair com propagandas, MSN, Orkut...etc. Principalmente: nada de MSN conecto.

5. Prefira estudar e fazer pesquisas nos horários em que você se sente mais disposto.

6. Imprima textos muito longos ou de assuntos que você considera difíceis.

7. Faça intervalos, ficar na frente do micro durante muito tempo pode cansar a vista e as costas.

8. Faça anotações daquilo que você considera mais importante e guarde todas elas para mais tarde, revisar os assuntos.

9. Resolva exercícios tanto quando a matéria está fresca como dias depois; reserve um dia da semana para fazer um simulado, uma revisão ou testes.

10. Tente entender a matéria em vez de decorá-la, vestibulares costumam privilegiar raciocínio, e não memorização.

11. Acompanhe sites de notícias; temas de redação e testes de matérias diversas para estar bem preparado no final, porque as provas costumam ser baseadas em atualidades.

12. Termine os simulados e os exercícios antes de conferir as respostas, isso economiza tempo e evita perda de concentração.

terça-feira, 18 de maio de 2010

O pior Twitter de celebridade

Troféu Vitor Fasano.
Na época do programa “Piores Clipes do Mundo”, Marcos Mion (@mionzera) se orgulhava de apresentar o programa mais “trash” da televisão brasileira. Alguns anos mais tarde, por ironia do destino (ou não), o perfil no Twitter do atual Legendário foi eleito o pior da rede social pelo júri do 2º Troféu Vitor Fasano. A votação foi apertada: no júri com 10 tuiteiros, três escolheram o apresentador. Concorriam ainda com ele Willian Bonner (@realwbonner) e o apresentador Luciano Huck (@huckluciano), com dois votos cada.

O prêmio, que no ano passado só escolheu o melhor perfil fake, neste ano adicionou as categorias pior perfil de celebridade (masculino e feminino) e melhor personagem do Twitter. Há duas votações: uma do público e outra do júri.

A premiação contou, ao todo, com um júri formado por 30 nomes conhecidos na internet como @lapena (Hélio de La Peña, do Casseta e Planeta); @LeoJaime, cantor e ator Léo Jaime; @MarceloTas,Marcelo Tas do CQC; @Rosana (Rosana Hermann) e @RonaldRios, do Ronald Rios programa Badalhoca da MTV. Segundo a M... Corporation, que organizou o prêmio, foram computados 46 mil votos de internautas. Para ver todos os vencedores e os outros membros do júri, clique aqui.

Marcos Mion

Veja abaixo os ganhadores:

Pior perfil de celebridade masculino
- Júri: @mionzera (Marcos Mion)
- Público: @ambrosioelieser (Eliéser, ex-BBB)

Pior perfil de celebridade feminino
- Júri: @pretamaria (Preta Gil)
- Público: @tes2alia (Tessália, ex-BBB)

Melhor Fake
- Júri: @oclebermachado (Fake do Cleber Machado)
- Público: @mussumalive (Fake do Mussum)

Melhor Personagem do Twitter
- Júri e público: @hugogloss

Fonte: GigaBlog

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segunda-feira, 17 de maio de 2010

Google, a bomba relógio da privacidade

Google: o grande brother?!
Apocalíptico? Visionário? Radical? Realista? Especialista em segurança, o pesquisador americano Greg Conti acha que quem usa os serviços do Google corre enorme perigo, ele acredita que cedo ou tarde haverá um grande vazamento dos dados armazenados na nuvem pelo Google ou por outras empresas. Seu ponto de vista é capaz de levantar mais polêmica do que os meus posts. Confira, por que ele acha que a bomba-relógio está prestes a explodir. Será que ele está certo?

O cookie do Google é perigoso?
Não acredito que ele seja, em si, uma ameaça. Os cookies são usados de modo seguro em muitos sites. Pesquisadores acreditam, contudo, que o cookie do Google contenha um número único de rastreamento capaz de identificar o internauta em múltiplas visitas, o que permitiria à empresa criar um perfil detalhado de seus usuários. Os cookies do Google são automaticamente deletados do navegador depois de dois anos, mas essa medida não protege muito a privacidade: a data de expiração é estendida automaticamente a cada visita. Logo, um usuário teria que evitar os sites da empresa por dois anos para o arquivo ser eliminado, o que é improvável.

Que dados o Google armazena sobre nós?
É bem difícil saber quanta informação o Google retém sobre nós, uma vez que isso não é publicado pela empresa. Talvez um meio mais prático de analisar esse assunto seja considerar que informações “revelamos” ao Google por meio de cada ferramenta e serviço gratuito, como busca, e-mail, mapas, notícias e vídeo. Nós compartilhamos uma imensa quantidade de dados, especialmente ao longo de meses e anos.

Esses dados ficam armazenados em local seguro?
“Seguro” é um termo relativo. Pilhas estocadas de dados sobre usuários são bens extremamente valiosos, e as empresas da web se esforçam muito para protegê-los. Dito isso, a mera existência dos dados é o problema. Acidentes acontecem e as informações vazam. Até o mais confiável dos funcionários pode abusar de sua posição. Tribunais, governos, criminosos, empresas concorrentes e investigadores ou agentes legais cobiçam essas informações, e vão tentar consegui-las por meios legais ou, às vezes, ilegais.

Você acredita que o Google é uma bomba-relógio de privacidade?
Toda empresa que coleta e retém dados de usuários é uma bomba-relógio de privacidade. Nós revelamos informações extremamente delicadas para muitas companhias online diariamente. Novas ferramentas e serviços fantásticos nos estimulam a revelar ainda mais. Esses dados dão enorme poder a quem os possui. Se a História nos ensinou alguma coisa, é que todo poder sofrerá abuso, cedo ou tarde.

É possível que, algum dia, um cracker entre nos servidores do Google e roube informações de usuários?
Como um pragmático pesquisador da área de segurança, tenho que acreditar que qualquer sistema de computadores pode ser atacado com sucesso quando confrontado com um adversário bem equipado e determinado. Mas pode ter certeza de que o Google está trabalhando duro para prevenir uma invasão bem-sucedida dos seus servidores. É importante notar que os ataques de crackers são apenas um tipo de ameaça. Forçar o Google a dar informações por meio de tribunais é um cenário mais provável.

Recentemente tem havido falhas em serviços como Gmail e Google Docs. Por que estão ocorrendo?
O Gmail e o Google Docs são sistemas inovadores e complexos. É muito difícil, senão impossível, criar sistemas perfeitamente seguros, e essas falhas mostram isso. Atualmente, há uma grande guinada rumo à computação em nuvem, o uso de ferramentas e serviços online para realizar tarefas de computação. Em outras palavras, o usuário fornece seus dados, e a empresa fornece o serviço. Cedo ou tarde, veremos um grande vazamento de informações ligado à computação em nuvem.

Você usa os serviços e produtos do Google?
Em relação à usabilidade, os serviços e produtos do Google são incríveis. Mas sob a perspectiva de informações reveladas e retenção de dados, tenho grande preocupação. Pessoalmente, evito muitos dos serviços e produtos deles e prefiro o Yahoo!. Eles recentemente instituíram uma política que prevê que os logs sejam deletados após três meses. Estou tentando apoiar essa iniciativa. Uso o Google para fazer buscas quando não consigo bons resultados no Yahoo!.

Podemos confiar no Google?
O Google opera segundo seus próprios interesses. Isso inclui vender anúncios direcionados, fornecer divertidas e poderosas ferramentas online e defender o que desejam os seus acionistas. A segurança dos dados dos usuários é parte importante do sucesso da empresa, então acho que eles se dedicarão ao máximo para proteger as informações e a própria reputação. Contudo, as companhias mudam com o tempo. Pergunte a si mesmo: o que a maioria das empresas faria se pudesse aumentar o lucro comprometendo um pouco da privacidade do usuário, especialmente em tempos de economia em crise? Teremos que esperar e ver o que o Google decidirá.

Fonte : Na linha do Google

domingo, 16 de maio de 2010

Fontes do Vista no XP

maior legibilidade, mais bonita.
Pelo menos uma vantagem do Windows Vista: são as fontes: Constantia, Corbel, Calibri, Cambria, Candara, Consolas... por sua alta legibilidade e também, é claro, beleza, propociona mais conforto para quem passa muito tempo lendo no computador .

Confira uma forma de obter estas fontes gratuitamente e de forma legal:

• Faça o download do Power Point Viewer 2007 e instale-o.
• As fontes Calibri, Cambria, Candara, Consolas, Constantia e Corbel serão adicionadas ao Windows e permanecerão mesmo se você desinstalar o PowerPoint Viewer.
• Para usar, vá ao Painel de Controle e clique duas vezes sobre o ícone Vídeo;
• Clique na aba Aparência e no botão Avançado
• Escolha algum item visual e altere a fonte para Calibri.

A diferença é notável! Você perceberá o maior conforto na leitura, inclusive das postagens deste blog que está em fonte Calibri.

Fonte: Tecnofagia

sábado, 15 de maio de 2010

A internet e a mente humana

Vamos ler mais na Internet.
Se você está lendo estas linhas, saiba que seu cérebro provavelmente difere de quem não foi alfabetizado. Estudos de neurociência já demonstraram que aprender a ler, especialmente na infância, altera a anatomia do cérebro e engrossa uma estrutura chamada corpo caloso, responsável pela conexão entre os dois hemisférios cerebrais. Se aprender a ler pode ter um impacto tão profundo, vários cientistas e pensadores estão se perguntando qual será o efeito da internet na nossa mente e na maneira como pensamos.

Recentemente, uma série de estudos, livros e debates têm tentado deslindar essa questão. A indicação inicial é de que, sim, a rede está alterando a forma como pensamos e, possivelmente, até a estrutura de nossos cérebros. Por ser um fenômeno novo – ainda não temos uma geração que tenha sido completamente formada na era da internet –, existem poucos trabalhos que confirmem o impacto no nível das sinapses.

Um dos mais famosos nessa área foi realizado pelo neurocientista Gary Small, da Universidade da Califórnia. Small comparou a mente de adultos com pouca experiência em tecnologia com a de assíduos usuários da internet. Todos realizaram testes na própria rede. A análise mostrou maior atividade na área de tomada de decisões e raciocínio complexo no cérebro das pessoas acostumadas à tecnologia. Apontou também que os inexperientes, após algum tempo, começavam a se igualar aos conectados.

Descobertas como essa vêm motivando outros cientistas e pensadores a discutirem o assunto amplamente. Deve chegar neste ano ao Brasil, por exemplo, o livro do editor americano Nicholas Carr The Shallows (algo como “O raso”), que expõe um ponto de vista mais negativo sobre o efeito da web. A tese central de Carr é que a natureza caótica e descentralizada da internet está diminuindo a nossa capacidade de concentração e contemplação profundas. Para ele, a rede está nos tornando mais idiotas.

Estudos mostram que os cérebros de usuários da web
têm maior atividade na área de raciocínio complexo


Uma das iniciativas mais interessantes em relação a essa discussão vem da Fundação Edge. No começo deste ano, a instituição lançou a pergunta sobre o impacto da web para colaboradores como Kevin Kelly, Richard Dawkins e Nassim Taleb. As dezenas de textos produzidos estão reunidos no site da fundação.

Um dos destaques é o pensador Kevin Kelly, que se vale de exemplos neurológicos já conhecidos para inferir que o impacto da internet é real e lança, a partir de sua experiência pessoal, várias ideias sobre como a rede está alterando o processo de pensamento.

Ele argumenta, por exemplo, que apesar de a rede ter nos tornado mais capazes de acessar conhecimento também ampliou a incerteza em relação à informação. “Tudo o que eu aprendo está sujeito à imediata erosão”, afirma. Isso provoca o que o autor chama de “liquidez mental”: o pensamento se tornou mais fluido. Agora a mudança de opinião é mais constante e os extremos de interesse e desinteresse em relação a vários assuntos se ampliaram.

Kelly não está certo sobre as consequências desse processo, mas acredita que uma delas é tornar mais tênue a fronteira entre trabalho e lazer. “Não consigo mais distinguir quando estou trabalhando online de quando estou me divertindo”, admite. A “perda de tempo com bobagens” seria, para ele, um fertilizante à criatividade (exemplo: enquanto escrevia o ensaio da Edge, Kelly assistiu no YouTube a um sujeito na Finlândia, vestido de Papai Noel, queimando uma árvore natalina, e outro na Índia comendo sujeira). Muitos podem criticar o fenômeno. Para Kelly, porém, a confluência do “sério” e do “lúdico” é um dos grandes feitos da web.

Ele também contesta teses como a defendida por Carr de que a internet está reduzindo nossa concentração (“é uma ideia superestimada”) e acha que diminuir a contemplação está longe de ser um problema. “Para alguns, a perda de contemplação é um dos maiores problemas da internet. (...)

Eu me pergunto: comparado a o quê? Assistir à televisão ou ler jornais que impõem sua opinião, ou simplesmente ficar sentado em casa meditando em círculos sobre coisas na minha cabeça sem nenhuma informação nova?” Kelly acha que a internet leva à ação, o que seria em geral preferível à contemplação.

Em meio a essa conversa, o especialista em comunicação espanhol Daniel H. Cabrera sugere olhar a questão pelo ângulo oposto. Para ele, a massa informe de conteúdo da web é um reflexo da memória, da imaginação, do pensamento humanos. Menos do que moldar o nosso cérebro, a internet seria moldada por ele.

Cabrera diz que nossa mente busca a formação de analogias o tempo todo. A prosa escrita evoca um sabor, um som nos faz lembrar de uma imagem, e assim por diante. Essas conexões seriam os nossos hiperlinks cerebrais, e a internet seria uma das formas de comunicação que mais se assemelham a nós próprios. Criador e criatura se influenciam de forma parecida. O debate continua... na rede.

Fonte: Época Negócios

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Upgrade: nunca estamos satisfeitos

placa-mãe vscom vs-g31t-m.
Usei por anos um computador com uma configuração bem modesta para os dias atuais, quando foi comprado até que era suficiente para rodar o Windows 98, hoje uso o XP, que veio instalado nele, mas o tempo o deixou um pouco obsoleto.

A placa-mãe era de um modelo antigo, difícil encontrar componentes, ela não possuia suporte para HD Sata, módulo de memória DDR2... etc, e o pior, tinha o processador, um AMD Duron 1.2, soldado, impossibilitando a troca, com isso tinha muita dificuldade para fazer um upgrade.

Por conta de tudo isso troquei a placa-mãe, coloquei uma placa mãe Foxconn G31MVP/G31MXP com um processador Intel Celeron 430 1800 MHz (9 x 200), um módulo de memória Kingston 2GB DDR2 e uma placa de vídeo GeForce 7300 LE (512 MB), e mais alguns reparos que ele estava precisando a tempo, fiz uma tudo a base de troca e saiu no total de R$ 480,00, com a mão de obra inclusa.

Não estou completamente satisfeito, pretendo fazer novos upgrades no futuro, essa foi a razão maior da troca da placa-mãe, já que ela possui inúmeras possibilidades de upgrade: suporta os processadores Intel Core 2 Qual, até 4 GB de memória RAM... entre outras.

Às vezes acho que fiz um bom negócio, outras não. Qual a configuração de seu computador, você está satisfeito com ela? E o que você o que acha: fiz um bom negócio? Deixe sua opinião abaixo no comentário e muitíssimo obrigado pela visita.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Pirataria de software no mundo

Software pirateado pelo mundo.
Segundo o levantamento, feito pela IDC, os países com as menores taxas de pirataria, porcentagem de software ilegal “consumida”, são desenvolvidos. Figuram entre os primeiros lugares: Estados Unidos (20%), Japão (21%) e Luxemburgo (21%). Em comparação, os três com maior taxa são: Geórgia (95%), Zimbábue (92%) e Bangladesh (91%). Veja abaixo as listas de 30 países com os maiores índices e menores índices de pirataria de software.

O Brasil está em posição intermediária. Inclusive, é o que tem melhor posicionamento entre os Brics, grupo de países formado por Brasil, Rússia, Índia e China, com 56%. Em 2008, a taxa era de 58%. Por mais que tenha havido redução, aumentou a quantia que o país deixou de ganhar com a distribuição de software não-licenciado. Em 2008 era US$ 1,64 bilhão, enquanto no ano passado subiu para US$ 2,25 bilhões.

De modo geral, a pirataria no mundo em 2009 aumentou 2% em comparação a 2008, chegando a 43%. Os motivos do aumento, segundo o estudo, são a expansão do mercado de TI (Tecnologia da Informação), o aumento da base de usuários (pelo aumento da comercialização do número de PCs) e a valorização do real.

O estudo comenta as ações que ajudam na diminuição da pirataria. Programas de legalização dos fabricantes, campanhas do governo, aplicação de gerenciamento de direitos digitais e gerenciamento de ativos de software foram os principais fatores que ajudaram na redução.

De acordo com o diretor da BSA no Brasil, Frank Caramuru, as empresas começaram a personalizar o software de acordo com o público, o que influenciou diretamente nos preços dos programas. “Usuários e empresas têm necessidades distintas e as fabricantes de software perceberam isso. Ultimamente, eles têm feito versões segmentadas”. Como exemplo, o diretor citou as licenças de AutoCAD para estudantes que são mais baratas que as convencionais.

Por outro lado, o relatório aponta como principais causas do aumento da distribuição de softwares piratas o crescimento do número de PCs domésticos, a base de computadores antigos e maior sofisticação da pirataria pela internet, através de sites P2P e Torrent.

Confira abaixo a lista dos países com maior taxa de pirataria do mundo:

País            Taxa de pirataria

Geórgia - 95%
Zimbábue - 92%
Bangladesh - 91%
Moldávia - 91%
Armênia - 90%
Iêmen - 90%
Sri Lanka - 89%
Azerbaijão - 88%
Líbia - 88%
Bielorússia - 87%
Venezuela - 87%
Indonésia - 86%
Iraque - 85%
Ucrânia - 85%
Vietnã - 85%
Argélia - 84%
Paquistão - 84%
Camarões - 83%
Nigéria - 83%
Paraguai - 82%
Zâmbia - 82%
Montenegro - 81%
Bolívia - 80%
El Salvador - 80%
Guatemala - 80%
Botswana - 79%
China - 79%
Costa do Marfim - 79%
Quênia - 79%
Nicarágua - 79%

Confira abaixo a lista dos países com menor taxa de pirataria:

País            Taxa de pirataria

Estados Unidos - 20%
Japão - 21%
Luxemburgo - 21%
Nova Zelândia - 22%
Austrália - 25%
Áustria - 25%
Bélgica - 25%
Finlândia - 25%
Suécia - 25%
Suíça - 25%
Dinamarca - 26%
Reino Unido - 27%
Alemanha - 28%
Países Baixos - 28%
Canadá - 29%
Noruega - 29%
Israel - 33%
Irlanda - 35%
Cingapura - 35%
África do Sul - 35%
Emirados Árabes - 36%
República Tcheca - 37%
Taiwan - 38%
França - 40%
Portugal - 40%
Ilhas Reunião (França) - 40%
Hungria - 41%
Coréia do Sul - 41%
Espanha - 42%
Eslováquia - 43%

Fonte: UOL Tecnologia

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